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Programação

09/10 (Quarta-feira)

Curso Internacional CHRIS CHANG

Curso Internacional com Dr. Chris Chang09:00 - 16:40 | Sala: Ásia I

Tópicos 1 & 2 : Tratamento inovador para intrusões e impacções: Arcos superior e inferior 
Dispositivos temporários de ancoragem (DATs) se mostraram extremamente confiáveis e efetivos na intrusão dentária sendo utilizado nas mais diversas posições e em várias más oclusões esqueléticas. Os mini-implantes extra-alveolares, utilizados no “buccal shelf” são extremamente úteis para a camuflagem ortodôntica da Classe III e intrusão anterior inferior. Os mini-implantes inseridos no ramo alveolar são ideais para a correção de impacções inferiores horizontais com retalhos fechados. Os mini-implantes infra-zigomáticos são recomendados para a correção da Classe II, intrusão anterior superior e protrusão. Análise biomecânica detalhada e protocolos de tratamento serão discutidos para lidar com esses cenários clínicos desafiadores.

Tópico 3 : Dicas especiais para a prática diária
Essa palestra tem como objetivo oferecer dicas práticas baseadas em extensa experiência clínica para atingir resultados de tratamento sem perder tempo e com menor esforço dos clínicos e pacientes. Erros comuns de diagnóstico e planejamento, assim como mecânicas efetivas serão discutidos para evitar movimentos dentários indesejados, reduzir a quantidade de trocas de arcos e o tempo de tratamento.

Tópico 4: Desmistificando casos Desafiadores
Esta palestra apresenta casos bem documentados para auxiliar os clínicos a criar e executar planos de tratamento lógicos. O príncipio biomecânico básico que sustenta cada caso será explicado. A avaliação crítica de extrações versus não extrações também terá destaque nesta palestra. Nosso objetivo é lhe convencer que é possível tratar casos difícieis de forma fácil, através da combinação de sistemas de bráquetes auto-ligados e mini-implantes.

Palestrante
CHRIS CHANG

Mini-Curso MARCOS JANSON

[MORELLI] Ortodontia em casos de agenesias e mutilados: a FORÇA tem que estar ao seu lado!09:00 - 12:15 | Sala: Américas

O diagnóstico e tratamento ortodôntico baseia-se primordialmente no relacionamento dentário. A ausência de um ou vários dentes dificulta o estabelecimento de metas ântero- posteriores assim como a mecânica, pois os dentes de referência e apoio não estão presentes. Nesse curso de 3 horas, o Dr. Marcos mostrará como estabelecer as metas de tratamento nos casos de pacientes mutilados e com agenesias, assim como as melhores mecânicas para se atingir os resultados almejados. Alguns assuntos que serão abordados:
1 - Agenesias de laterais superiores: Fechar os espaços ou preparar para implantes?
2 - Agenesias de pré molares inferiores em jovens e adultos. Propostas diferentes ou abordagens iguais?
3 - Pacientes mutilados - Como corrigir a curva de Spee na ausência de dentes posteriores?
4 - Espaços edêntulos e rebordos atróficos: Quais são os limites da movimentação? Como realizar a movimentação dentária nesses rebordos?
5 - Ausências dentárias e invaginação do seio maxilar: é possível fechar os espaços? Existem riscos? Que tipo de mecânica adotar?
6 - Na ausência de múltiplos dentes, como realizar a mecânica controlando os aspectos horizontais e verticais dos arcos?

Palestrante
MARCOS JANSON

Tratamento dos Problemas Transversos

MARPE e Cortex Guide: aumentando a previsibilidade de sucesso09:00 - 09:45 | Sala: Oceania IV e V

A expansão maxilar não cirúrgica em adultos foi apresentada como opção na última década e vem ganhando espaço no dia a dia do clínico. Será apresentado um protocolo de segurança combinando diagnóstico, construção do aparelho e procedimentos clínicos passo a passo. O MARPE Guide somado ao cortex Guide são ferramentas de alta precisão, fácil execução e custo razoável para que o clínico possa implementar a técnica com previsibilidade e forte impacto esquelético mesmo em casos complexos.

Palestrante
TÚLIO ANDRADE

Discrepâncias transversais na criança, no adolescente e no adulto: o que muda ?09:50 - 10:35 | Sala: Oceania IV e V

As discrepâncias transversais perfazem um número significante de alterações que se encontram presentes nas várias faixas etárias da população. O diagnóstico preciso, a intervenção adequada e a estabilidade oclusal resultam em adequada função e estabilidade. Estes ítens serão discorridos e aprofundados no contexto da faixa etária que se encontra cada paciente individualmente, sendo efetuadas sugestões terapêuticas que tem se mostrado adequadas na prática clínica, desde o uso de aparelhos ortodônticos, ortopédicos e ancoragem esquelética.

Palestrante
WEBER URSI

MARPE como alternativa de tratamentos para a discrepância transversal maxila10:40 - 11:25 | Sala: Oceania IV e V

A correção das discrepância transversal da maxila tem-se mostrado um desafio para a Ortodontia contemporânea. Nesta oportunidade serão apresentados os métodos de diagnóstico e perspectivas clínicas do tratamento transversal da maxila com o auxílio da ancoragem em mini- implantes. Também, serão evidenciados de forma abrangente os aspectos biológicos e biomecânicos do MARPE ( expansão maxilar ancorada em mini- implantes). Por meio de casos clínicos serão apresentadas as modalidades de aparelhos MARPE, protocolos de ativação e resultados esperados.

Palestrante
JÚLIO DE ARAÚJO GURGEL

Reestabelecendo o transverso: ponto chave para o sucesso no tratamento de adultos11:30 - 12:15 | Sala: Oceania IV e V

A correta abordagem para os problemas transversos são cruciais no tratamento das maloclusões, em qualquer idade. Com a crescente demanda de tratamento de paciente adultos, muitas vezes o ortodontista se depara com situações complexas, nas quais os problemas transversos são parte importante do problema. Iremos abordar algumas estratégias para resolução dessas situações da forma mais eficiente possível, passando pela expansão dento-alveolar, expansão ortopédica cirúrgica e não cirúrgica da maxila.

Palestrante
DANIEL BRUNETTO

Alinhadores ABRALO

Como Incorporei os Alinhadores na Minha Rotina Clínica09:00 - 09:45 | Sala: Oceania X

Palestrante
LEONARDO CAMARDELLA

Ortodontia Digital e Alinhadores: limitações e possibilidades09:50 - 10:35 | Sala: Oceania X

Palestrante
GUSTAVO ZANARDI

Alinhadores transparentes : otimização dos tratamentos ortodônticos e possibilidades clínicas10:40 - 11:25 | Sala: Oceania X

Palestrante
ROBERTO SHIMIZU

Expandindo os limites do uso dos alinhadores nos pacientes em crescimento11:30 - 12:45 | Sala: Oceania X

Palestrante
BRUNO GRIBEL

Alinhadores Ortodônticos: Existem evidências científicas?14:15 - 15:00 | Sala: Oceania X

Palestrante
JULIANA DAIA

Previsibilidade de tratamentos ortodônticos com Alinhadores15:05 - 15:50 | Sala: Oceania X

Palestrante
EDUARDO ROTHIER

Mesa Redonda - ORTODONTIA com Alinhadores x Aparelhos fixo o que muda a prática clínica15:55 - 16:40 | Sala: Oceania X

Ciclo de Palestras ALADO

Que debemos tener en cuenta en los  pacientes con Patologías de la Articulación Temporo-Mandibular  que requieren tratamiento de Ortodoncia ?09:50 - 10:35 | Sala: Oceania II

Devido à alta incidência de disfunções da Articulação Temporomandibular e ao fato de que eles produzem sintomas confusos e distantes, devemos fazer um diagnóstico claro do MTA e uma correta documentação e planejamento do tratamento ortodôntico levando em conta essas patologias.

Palestrante
GRACIELA MAFFIA

Factores para mejorar el coeficiente de fricción en la interfase slot arco10:40 - 11:25 | Sala: Oceania II

La fricción o el rozamiento, físicamente es la relación que existe entre dos superficies en contacto, es FRICCIÓN ESTÁTICA cuando “una fuerza se opone al inicio del movimiento” y es FRICCIÓN DINÁMICA cuando “ya en movimiento existe una fuerza que se opone al deslizamiento de una superficie sobre la otra”, los cuales se generan debido especialmente a las imperfecciones microscópicas entre las superficies en contacto (1). La diferencia entre el rozamiento dinámico y el estático en ortodoncia no es muy clara, pero se define que el estático es mayor que el dinámico, porque al permanecer en reposo, entre ambas superficies pueden aparecer enlaces iónicos, o incluso micro soldaduras entre las superficies. Éste fenómeno es un tanto mayor cuanto más rugosas son las superficies (2). La fricción en la interface ranura de brackets y el alambre, es la fuerza que retarda o resiste el movimiento de dos superficies en contacto directo, donde también dependen del tipo de ligadura, que pueden actuar en dirección opuesta al movimiento deseado (3). El coeficiente de fricción depende principalmente de las características de las superficies y de la existencia o no de lubricante entre las mismas (4). Los coeficientes de fricción pueden variar de un material a otro, pero lo que cabe destacar en todos los casos es que el coeficiente de fricción estática siempre va ser mayor que el coeficiente de fricción dinámica (5). En la selección del material ideal en ortodoncia, hay que destacar aquél o aquéllos que generen la más mínima resistencia friccional (6), sin embargo, existen muchas variables que pueden modificar la cantidad de fuerza friccional en cada caso, donde existe literatura que menciona múltiples causas (7). Existen variables que influyen en la fricción, como las físicas donde están: característica en el arco, composición, textura, rigidez (8); variables en la ligadura como: fuerza, tipo y material (9) ; variables en el brackets como: composición, dimensiones, diseño (10), prescripción entre otras características (11). Por otro lado las variables biológicas como tipo de saliva, placa dental, película adquirida (12) . Se reduce la resistencia friccional efectiva entre brackets y arcos, por la alteración del arco, producto de fuerzas masticatorias y otras funciones orales. Las fuerzas biológicas en la boca, pueden producir efectos adversos durante el tratamiento (13). Mostraremos como mejorar la fricción estática y dinámica en la clínica diaria y casos clínicos que estamos evaluando.

Palestrante
NELSON GEMIO SUXO

Tratamentos Rápidos e Efetivos11:30 - 12:15 | Sala: Oceania II

La Ortodoncia Correctiva ha tenido cambios en cuanto a los tratamientos de casos complejos, los tratamientos se deben desarrollar con aparatología adecuada que nos permita a los clínicos basados en evidencia científica una adecuada biomecánica en la cual se puedan controlar los niveles de fuerza basados en la fricción, principio básico que ha llevado a que se utilicen los brackets de baja fricción y los brackets de autoligado, por eso cuando queremos hacer tratamientos rapidos y efectivos tenemos que dirigirnos hacia los materiales que nos ofrecen las buenas empresas fabricantes, que con sus investigaciones ofrecen unas excelentes alternativas para desarrollar unas biomecánicas que nos permitan hacer tratamientos de casos complejos interdisciplinarios , una disminución en la fricción que conlleva tratamientos mas rápidos lo que permite disminuir los riesgos inherentes a la ortodoncia de desmineralización del esmalte , caries , reabsorción radicular , compromiso periodontal , además de la satisfacción del paciente, todo lo anterior siempre precedido de un adecuado diagnóstico, y decidirá que tipo de Brackets usar para estos casos pero no tiene lógica que muchos ortodoncistas continúen utilizando técnicas de los años 70 o 80 existiendo nuevos brackets y nuevos alambres, los brackets tradicionales de 4 aletas (gemelos) generan una gran fricción donde los sistemas tradicionales de ligado (Elasties) quedan en contacto con el alambre no permitiendo deslizamiento en las fases iníciales de alineación y nivelación , ni en la fase de cierre de espacios, este tipo de fricción solo es adecuada en la fase de finalización cuando queremos que el alambre quede muy ajustado (fricción) en el slot para que el bracket pueda expresar su torque – angulación y el in-out.

Con estas razones técnicas es que debemos hacer nuestros tratamientos complejos, entre los cuales destaco aquellos pacientes con enfermedad periodontal ya controlada pero queda la perdida ósea y el soporte óseo puede estar en un 50% y muchos clínicos deciden no hacer nada ,no entendiendo que una malposición dental genera fuerzas inadecuadas a los tejidos periodontales que pueden aumentar la perdida ósea, lo indicado en estos casos es mover los dientes a una posición adecuada intra e interarco conociendo que existen limitantes como en cualquier tratamiento de ortodoncia , llevar los dientes a una mejor posición facilita una adecuada higiene oral , estética, función y se facilitan los tratamientos de rehabilitación que se requieran posteriores a la ortodoncia garantizando el principio de integralidad. Otros casos frecuentes son pacientes con raíces cortas –enanismo radicular – que muchos ortodoncistas no tratan por considerar de alto riesgo perder esos dientes ,pero si seguimos el mismo principio de adecuados niveles de fuerza podemos conseguir resultados adecuados, también los casos que requieren combinación con cirugía ortognática requieren adecuado diagnóstico 3D para conseguir mejores resultados en menor tiempo, al igual que los tratamientos de caninos impactados con ayuda de Mini-implantes que son una muy adecuada ayuda biomecánica para una ortodoncia adecuada , ademas debemos tener en cuenta los casos tratados con alineadores de manera rápida y efectiva por la planificación digital

Palestrante
WILLIAM FAYAD BAJAIRE

Manejo interdisciplinar em pacientes com maloclusão de classe III14:15 - 15:00 | Sala: Oceania II

Los pacientes con maloclusión de clase III comúnmente presentan diversas situaciones clínicas complicadas, y su solución significa un gran reto para el ortodoncista ; la integración de la visión e intervención de diferentes especialidades proporcionará en este tipo de pacientes resultados mas saludables, cosméticos y estables en el tiempo. La intención de esta conferencia es mostrar diferentes situaciones clínicas y sus soluciones mediante el trabajo de un equipo interdisciplinario.

Palestrante
VICTOR HERNÁNDEZ VIDAL

Mito o Realidad?, Todo sobre las Maloclusiones, ATM y la Columna Vertebral15:05 - 15:50 | Sala: Oceania II

En el presente proyecto se ha querido analizar los elementos estructurales, podológicos, en
particular de aquellos que desempeñan un papel importante en la patogénesis de la columna vertebral tanto en el plano sagital como en el plano antero-posterior en relación, a las malocluciones y del ATM, de igual manera en ambos planos, en una muestra de cien (100) infantes entre los 8 - 12 años de edad.

En los casos de malposiciones posturales, la anamnesis y el diagnóstico clínico no deben
detenerse ante esta problemática, sino seguir indagando sobre otras sintomatologías que pudieran estar relacionadas con la maloclusion dentaria. Como consecuencia, el completo conjunto sintomatológico mejorara si el plan de tratamiento es del todo adecuado.

Los problemas posturales y las posiciones escolioticas son cuadros patológicos muy comunes en edad pediátrica. Una tasa epidemiológica muy elevada conlleva a un enfoque diagnostico incompleto y un tratamiento muy somero que se centra en las posibilidades naturales compensatorias por parte del paciente y no al diagnóstico terapéutico exacto. Como resultado, muchos pacientes no son tratados en profundidad, por tal motivo se consideran casos simples o sencillos para luego ser reconducidos, desde el punto de vista ortopédico dentro del ámbito de la normalidad, en vez de haber sido tratado desde el
comienzo de forma interdisciplinaria.

Particularmente, es frecuente que escape a la contribución interpretativa y terapéutica que el
profesional en Odontología pueda indicar por los defectos posturales. Es por esto que casi siempre, es posible observar el papel determinante que el odontólogo pueda desarrollar al indicar, en el ámbito de un perfecto estudio del caso, los pequeños defectos estructurales que, al no ser tomados en cuenta, pudieran ser considerados como normales.

La formación y posición de la columna vertebral debe ser considerada, en la mayoría de los
casos, como una compensación de las malas posiciones del tercio inferior del cuerpo (pelvis, rodillas, tobillos, pies), denominados ascendentes, o en la superior, denominados descendentes; pero no podemos olvidarnos que la posición de la mandíbula en relación al maxilar desarrollara a nivel miológico contracturas o estiramientos, híper o hipotonicidad muscular el cual repercutiera a nivel estructural creando acomodaciones a través del resto del cuerpo en búsqueda de un paralelismo entre la línea
bipupilar y el piso.

Para finalizar espero con esta pequeña exposición poder aportar a todos mis colegas la
importancia de diagnosticar a nuestros pacientes de forma integral y tratarlos de manera
interdisciplinaria, para así lograr en realidad reingresarlos a la sociedad teniendo la certeza que van restablecidos en su totalidad.

Palestrante
ICO ERNEST LUZARDO DE PAULA

Âncora de esqueleto com mini-anéis, o próximo passo15:55 - 16:40 | Sala: Oceania II

Las limitaciones de anclaje se encuentran entre las mayores dificultades clínicas en Ortodoncia, dado el equilibrio biomecánico. El advenimiento de los dispositivos temporales de anclaje (TADs) con minitornillos ha permitido el diseño de sistemas de fuerza con anclaje absoluto. Estos permiten no sólo facilitar movimientos dentarios, sino realizar movimientos sagitales, transversales y verticales de las arcadas dentarias, expandiendo los límites de la ortodoncia y ortopedia dentofacial con procedimientos de ejecución directa por el ortodoncista.

Esta conferencia discutirá aspectos relevantes para la utilización de los TADs, incluyendo las características del sitio anatómico, factores pronósticos, y modalidades de carga. Se presentarán ejemplos clínicos utilizando anclaje directo e indirecto, para resolución de casos complejos, entregando tips clínicos para su aplicación práctica utilizando recursos propios del ortodoncista. Se discutirán sus indicaciones, destacando el valor del diagnóstico ortodóncico y el establecimiento de esquemas terapéuticos individualizados para el éxito clínico.

Palestrante
RODRIGO OYONARTE W

Autoligável

[Morelli] Bráquetes Autoligáveis14:15 - 16:40 | Sala: Oceania IV e V

Palestrante
EDUARDO PRADO

Mecânica Ortodôntica

Intuição e mecânica ortodôntica não combinam14:15 - 15:00 | Sala: Américas

O processo intuitivo se baseia em conhecimento primario de um assunto especifico. Na formação ortodôntica convencional, a biomecânica cientifica não é ensinada nos primeiros passos do estudante ortodôntico. Isso faz com que a estimativa dos movimentos ortodônticos feitas por todos nós, de maneira intuitiva, não represente a realidade. Essa palestra visa demonstrar através de exemplos clínicos como o ortodontista pode estimar a movimentação dentária de maneira racional.

Palestrante
RENATO PARSEKIAN MARTINS

Fake ou fato? Reflexões mecânicas, estéticas e sociais quando se pensa no Fato e não no Fake15:05 - 15:50 | Sala: Américas

O objetivo da apresentação será apresentar soluções mecânicas e estéticas para casos de fechamento de espaço na região anterior com o aproveitamento de dentes adjacentes. Será discutido também estudos científicos que avalizam essa conduta clínica em detrimento a instalação de implantes osteointegrados e ou próteses.

Palestrante
MATHEUS PITHON

Mecânicas assimétricas - Como escolher e como fazer15:55 - 16:40 | Sala: Américas

As má oclusões apresentam uma variabilidade muito grande na população em todos os aspectos (sagital, vertical e transversal). As assimetrias são muito comuns (em todos os planos) e, para tratá-las, existem particularidades mecânicas importantes. Como escolher as mecânicas e realizar os procedimentos necessários nas assimetrias ântero-posteriores e verticais é o tema da palestra.

Palestrante
MARCOS JANSON

Cerimônia

Cerimônia de Abertura17:00 - 18:30 | Sala: Ásia I

Lançamento do Livro Comemorativo aos 25 anos da ABOR, o Selo ABOR de Qualidade do Ensino da Ortodontia e a apresentação da Cia Barbixas de Humor. 

Marketing

Como encantar clientes – somos todos vendedores14:15 - 16:40 | Sala: Europas

[Palestra - OrthoprideCom alegria, bom humor e criatividade, a palestra traz o famoso "jeito Bottini de vender". A apresentação irá trabalhar a importância de desenvolver uma marca pessoal viva e poderosa, mas focada no encantamento e benefício do cliente, colocando-o sempre em primeiro lugar e entendendo que tudo que vem depois é consequência de um bom trabalho.

Palestrante
CIRO BOTTINI

BBO/CDBBO

Fórum Clínico - Montagem dos Casos08:00 - 09:00 | Sala: Oceania IX

Fechado para o Público - Fórum Clínico - Montagem dos Casos

Fórum Clínico - Avaliação pela Banca Examinadora09:00 - 12:15 | Sala: Oceania IX

 * Aberto apenas para os participantes do Fórum Clínico.

** Fechado para os congressistas

Fórum Clínico - Exposição dos Casos - Aberto aos Congressistas14:15 - 16:40 | Sala: Oceania IX

Exposição de casos clínicos tratados em diferentes cursos de Pós-graduação em Ortodontia do Brasil.

Simpósio Satélite PATROCINADO

[ClearCorrect] Uma nova concepção em alinhadores transparentes12:20 - 13:10 | Sala: Europas

Palestrante
LARISSA TROJAN

Palestrante
WILLIAM JORGE

Ciclo de Palestras ABOR

O dente permanente não irrompeu...e agora? Seja científico e racional!10:40 - 11:25 | Sala: Oceania VI e VII

Dentes impactados são aqueles que não irromperam até seis meses após apresentarem suas raízes totalmente formadas. Além disso, também existem os dentes que apresentam forte potencial de impacção que não estão dentro da definição acima, mas se o ortodontista não intervir no momento oportuno, este se tornará impactado no futuro. Durante o desenvolvimento da oclusão, os segundos pré-molares inferiores e os caninos superiores são os dentes com maior possibilidade de impacção em virtude de serem os últimos a irromperem à frente do primeiro molar permanente. A diminuição do perímetro do arco é frequentemente a causa principal desta condição. Contudo, os incisivos centrais podem também se tornarem impactados ou apresentarem forte potencial de impacção em virtude de traumas e/ou acidentes durante a dentadura mista. Por apresentar um forte apelo estético, pais e pacientes normalmente procuram o ortodontista quando o dente contralateral irrupciona na cavidade oral, e o incisivo central homólogo não aparece dentro de um ano. Assim sendo, cabe ao ortodontista buscar a causa, realizar o diagnóstico radiográfico preciso e elaborar um plano de tratamento adequado e individualizado para viabilizar a irrupção do dente. O ponto chave do sucesso da mecânica a ser utilizada é a adequação do espaço para que o dente tenha possibilidade de chegar à cavidade bucal. Portanto, o objetivo da palestra é debater os principais fatores etiológicos das impacções dentárias, discorrendo sobre os principais meios de diagnóstico e, aprofundando por meio da literatura científica disponível, e casos clínicos, os principais mecanismos interceptativos e corretivos para colocação dos dentes impactados em oclusão.

Palestrante
SERGEI RABELO CALDAS

Alinhadores Ortodônticos: os princípios para o sucesso11:30 - 12:15 | Sala: Oceania VI e VII

Bem vindo ao Futuro. A tecnologia tem revolucionado a nossa forma de diagnosticar, planejar e tratar os pacientes. Assim, surgiu os alinhadores ortodönticos que têm expandido o alcance e trazendo para aos consultórios muito daqueles pacientes que não pensavam em se tratar com aparelhos convencionais. Com previsibilidade, estética e conforto, muitos têm optado por tratar dessa forma. Entretanto, alguns profissionais ainda não se sentem capacitados ou confiantes com essa técnica. Nessa palestra, mostrarei alguns princípios básicos para que os profissionais iniciem sua jornada com os alinhadores e alcancem o sucesso no tratamento e alavanquem o seu consultório.

Palestrante
RAFAEL GOMIDE

Alinhadores-Evidências Científicas14:15 - 15:00 | Sala: Oceania VI e VII

Novas tecnologias são incorporadas rapidamente na ortodontia, auxiliando no diagnóstico, planejamento e execução dos tratamentos. Neste sentido, é nítido o crescimento vertiginoso do uso dos alinhadores dentais pelos profissionais, assim como da divulgação deste produto pelas empresas fabricantes. Esta tendência atinge os consumidores que são fortemente influenciados por diversos meios de comunicação. Porém, poucos estudos com evidência científica são encontrados na literatura, sendo mais frequentes descrições de casos clínicos, relatos de técnica, dicas e opiniões. Nesta apresentação serão discutidas as evidências científicas atuais sobre os alinhadores ortodônticos, tais como seus efeitos, indicações, limitações, resultados e comparação com grupos controle. Desta forma objetiva auxiliar o ortodontista a ter melhor discernimento sobre esta técnica.

Palestrante
DALTRO RITTER

Aplicabilidade dos Propulsores Mandibulares Fixos nas Maloclusões de Classes I, II e III15:05 - 15:50 | Sala: Oceania VI e VII

Em maloclusões com problemas sagitais, as alternativas de tratamento ortodôntico são diversificadas e podem incluir extrações ou não. Quando optarmos por não extrair, a complexidade da mecânica aumenta a partir do momento em que os segmentos posteriores devam ser distalizados, requerendo uma maior colaboração por parte dos pacientes. Dependendo das características das maloclusões, a correção ântero-posterior requer maior ou menor força de ancoragem para a compensação dentoalveolar, e um dos meios de adquiri-la em ambas as arcadas e sem a colaboração dos pacientes é com a utilização de aparelhos fixos de protrusão da mandíbula. Geralmente de fácil adaptação e rápida instalação e remoção, o aparelho propulsor mandibular pode ser usado de forma eficaz tanto em pacientes em crescimento como em adultos. Serão apresentados casos clínicos nos quais foi utilizado o protocolo de tratamento com o aparelho propulsor mandibular fixo para auxiliar na correção de maloclusões de Cl I, II e III, como também seus efeitos clínicos e cefalométricos, além de recursos para aumentar o controle sobre a mecânica ortodôntica.

Palestrante
ADRIANO FRONER

Planejamento para Alinhadores: Aplicação de Conceitos Biomecânicos Ortodônticos15:55 - 16:40 | Sala: Oceania VI e VII

Palestrante
FLÁVIO LARA

10/10 (Quinta-feira)

Buscando Excelência Estética do Macro ao Micro SIMPÓSIO

Buscando Excelência Estética do Macro ao Micro14:15 - 16:40 | Sala: Ásia I

Nesse simpósio transdisciplinar, a Ortodontia, a Dentística e a Cirurgia Buco-Maxilo- Facial estarão representadas por três profissionais que, juntos e de maneira dinâmica, mostrarão como seus planejamentos e tratamentos caminham na busca da excelência estética. “Do macro ao micro” pretende apresentar situações clínicas nas quais as três especialidades necessitam aprender a trabalhar juntas, no sentido de faciltar a compreensão dos seus papéis dentro de cada caso, assim como aprimorar a comunicação entre os profissionais e pacientes, desde o planejamento até a finalização. Acredita se que essa ampla forma de enxergar e tratar os problemas dento-faciais, na qual soma-se esforços e olhares em busca de excelência, conduz a obtenção de diferenciados resultados estéticos e funcionais.

Moderador
MARCUS VINICIUS RÊGO

Palestrante
LEONARDO MUNIZ

Palestrante
MAYRA SEIXAS

Palestrante
LUCAS ESTEVES

Ciclo de Palestras ABOL

Técnica Lingual simplificada para finalização dos tratamentos com alinhadores09:00 - 09:45 | Sala: Oceania X

Esta palestra abordará o emprego da técnica lingual simplificada e da técnica 3D BOT feita somente com arco NiTi colado diretamente na face lingual dos dentes para que possamos com sucesso finalizar tratamentos que por indisciplina do paciente ou complexidade do caso não "finalizaram" ao contento com alinhadores.

Resolução de casos complexos com Ortodontia Estética09:00 - 09:45 | Sala: Oceania X

A exigência estética da sociedade, o maior acesso à informação pela população e a modernização dos aparelhos ortodônticos, mais estéticos e confiáveis faz como que os aparelhos linguais e os alinhadores ortodônticos sejam os mais procurados atualmente nos consultórios Ortodônticos. Serão apresentados casos clínicos de casos complexos tratados com diferentes tipos de aparelhos estéticos, mostrando como a ortodontia estética permite que se alcancem os objetivos estético que o paciente tanto busca, e funcionais que os profissionais almejam, em um período curto de tempo sem interferir na vida social do paciente.

Ortodontia Lingual e Alinhadores: como otimizar as duas técnicas?09:50 - 10:35 | Sala: Oceania X

Atualmente os consultórios odontológicos têm recebido muitos pacientes adultos para o tratamento ortodôntico, porém o desejo destes pacientes quase sempre é de se submeter a um tratamento rápido e estético. A ortodontia lingual é uma técnica ortodôntica ideal para suprir a necessidade de pacientes adultos e também de adolescentes que desejam um tratamento que lhes permita tratar de forma estética todos os tipos de má-oclusão com a eficiência de um aparelho ortodôntico fixo, entretanto outros preferem o uso de aparelhos removíveis estéticos, neste caso os alinhadores. Atendendo às necessidades dos pacientes, podemos propor tratamentos associando o aparelho lingual e os alinhadores, aliando o que há de melhor em cada técnica para otimizar os resultados desses tratamentos.

Palestrante
SILVANA KAIRALLA

Preparo ortodôntica para cirurgia ortognatica com aparelho lingual prototipado10:40 - 11:25 | Sala: Oceania X

Pacientes adultos quando decidem fazer uma cirurgia ortognatica sentem-se mais confortáveis e confiantes esteticamente quando utilizam aparelhos totalmente estéticos. Nesta palestra demonstrarei o passo a passo de uma preparação ortodôntica para ser feito a cirurgia ortognatica e a finalização do caso com esse aparelho totalmente estético.

Palestrante
Rodrigo Prata Rocha

Ortodontia lingual e ancoragem absoluta: otimizando resultados11:30 - 12:15 | Sala: Oceania X

Nesta palestra vamos mostrar várias situações ortodônticas (maloclusões transversais, verticais e sagitais) de casos tratados com Ortodontia lingual onde foram utilizados dispositivos de ancoragem absoluta para otimizar e muitas vezes até possibilitar procedimentos de difícil controle mecânico na técnica lingual.

Palestrante
LUIZ FERNANDO ETO

Finalização com Excelência em Ortodontia Lingual é possível ?14:15 - 15:00 | Sala: Oceania X

Em todas as técnicas ortodônticas, sejam elas para fins essencialmente estéticos ou não, almejamos sempre finalizar nossos casos com Excelência. Pois como já dizia Aristóteles, esta busca não deve ser somente um objetivo e sim, um hábito. Nesta palestra serão ilustrados vários casos clínicos, contemplando desde movimentos ortodônticos com mecânica simples para correção de maloclusões até casos mais complexos utilizando artifícios para ancoragem temporária, no intuito de facilitar o tratamento ortodôntico lingual. A Ortodontia Lingual permite uma série de possibilidades de planejamento e tratamento, dentro dos quais o Ortodontista consegue aprimorar o controle do resultado desejado aliado ao conforto, estética e adaptação do paciente durante este progresso.

Palestrante
VALTER ARIMA

Surgery First e Ortodontia Lingual: Guidlines para o Sucesso Clínico15:05 - 15:50 | Sala: Oceania X

A cirurgia ortognática convencional de três fases necessita da descompensação dentária antes do ato cirúrgico e o paciente apresenta pior estética facial durante o tratamento, fato que pode ser evitado com a abordagem surgery-first. Além disso, a abordagem surgery-first/surgery early tem demonstrado menor tempo de tratamento. O objetivo é demonstrar casos clínicos tratados inicialmente com a cirurgia em indivíduos classe I, II e III.

Palestrante
GRAZIANE PEREIRA

CAD-CAM na sua Clínica: Aparelhos Linguais e Aligners são uma associação perfeita!15:55 - 16:40 | Sala: Oceania X

A tecnologia CAD-CAM permite a individualização infinita das prescrições e um grau elevado de precisão. Aparelhos Linguais e alinhadores são dois sistemas que se complementam na solução para o tratamento estético de pacientes adultos. Esta Conferência irá direto ao ponto que permite a análise prática dessa tecnologia e como sua viabilidade alterou o panorama da aplicação da verdadeira "Ortodontia Invisível", na rotina da Clínica Privada.

Palestrante
HENRIQUE BACCI

Aceleração do Movimento Dentário

Aceleração do movimento ortodôntico: qual alternativa apresenta evidências biológicas ou clínicas?14:15 - 15:00 | Sala: Europas

A procura por formas de diminuir a duração do tratamento ortodôntico é crescente tanto por parte dos pacientes, quanto pelos ortodontistas. Várias alternativas têm sido tentadas para acelerar o movimento ortodôntico, como por exemplo, corticotomias alveolares, piezoincisões, microperfurações ósseas, vibração e fotobiomodulação. Essa apresentação definirá, ilustrará e discutirá evidências biolóbgicas e clínicas disponíveis para embasar a utilização dessas alternativas cirúrgicas e não cirúrgicas a fim de acelerar a movimentação dentária ortodôntica.

Palestrante
DAURO OLIVEIRA

O Ortodontista Vendendo Velocidade: Ponderando os Custos e Benefícios15:05 - 15:50 | Sala: Europas

A aceleração do movimento dentário tem atraído grande interesse por parte dos ortodontistas, ainda que sua eficácia seja alvo de discussão nos meios acadêmicos. O objetivo desta apresentação será discorrer sobre as principais técnicas utilizadas, sob a luz da melhor evidência científica disponível, e o que podemos esperar de cada uma delas.

Palestrante
JOSÉ AUGUSTO MIGUEL

Aceleração Do Movimento Dentário : É Possível?15:55 - 16:40 | Sala: Europas

Será feita uma breve revisão das possibilidades clínicas para aceleração do movimento dentário, com foco principal nas micro perfurações ósseas.

Palestrante
Paulo Renato Ribeiro

Curso Internacional ABBAS ZAHER

Ortodontic Contribution in Dental Esthetics: Multidisciplinary Approach14:15 - 16:40 | Sala: Américas

The ultimate desire of patients seeking orthodontic treatment is the excellent dental and facial esthetics. The orthodontist should be able and is responsible to deliver the best aesthetic results. It is possible to influence the gingival levels through orthodontic tooth movement. In addition, manipulation of teeth angulation can enhance the expression of the papillae.

Some tips in orthodontic finishing will be presented identifying the most common aesthetic finishing factors that can enhance the looks of the surrounding gingival tissue. And, explain how these can be modified to achieve an excellent finished result in adolescents as well as adults with compromised dentitions.

Palestrante
ABBAS ZAHER

Tratamento da Mordida Aberta

Estratégias para aumentar a estabilidade do tratamento da mordida aberta14:15 - 15:00 | Sala: Ásia IV

O tratamento da mordida aberta apresenta tendência à recidiva, quando realizado na dentadura permanente. O objetivo dessa palestra é demonstrar quais estratégias podemos utilizar para minimizar a recidiva, com a apresentação de casos clínicos.

Palestrante
GUILHERME JANSON

Mini-Implantes Extra-Alveolares no tratamento da mordida aberta anterior15:05 - 15:50 | Sala: Ásia IV

Os mini-implantes se constituem em um sistema de ancoragem absoluta de grande utilidade na clínica ortodôntica. Embora os alocados entre as raízes dentárias (interradiculares) sejam frequentes, novos sítios denominados extra-alveolares, em áreas de reforço ósseo como crista infrazigomática e “Buccal shelf” mandibular estão sendo amplamente indicados, especialmente pela possibilidade de aplicar uma biomecânica para movimentar todos os dentes de uma única vez (movimento em massa). Esta revolucionária biomecânica permite: 1-simplicidade de instalação e baixo custo; 2-aplicar multi-vetores de força; 3-modificar o plano oclusal e 4-tratar diversos problemas simultaneamente. O objetivo da palestra é discutir a importância de se aplicar um correto sistema de forças oriundo do uso dos parafusos extra-alveolares em crista infrazigomática e em “buccal shelf” em relação as alterações e controle dos planos oclusais no tratamento de pacientes com mordida aberta anterior.

Palestrante
MÁRCIO ALMEIDA

Desafios Mecânicos e Funcionais do Tratamento da Mordida Aberta Anterior e sua Estabilidade15:55 - 16:40 | Sala: Ásia IV

1) Etiologia
2) Formas de tratamento - Remoção do hábito deletério - Controle de crescimento - Camuflagem ortodôntica - Cirurgia ortognática
3) Recidiva
4) Razões do fracasso
5) Estabilidade
6) Conclusões

Palestrante
FLAVIO CARVALHO

Alinhadores

Desmistificando a Ortodontia Digital10:40 - 11:25 | Sala: Oceania IV e V

Abordagem: Esta apresentação objetiva demonstrar a revolução digital ocorrida recentemente na ortodontia, discutindo as vantagens, desvantagens e os novos recursos disponíveis para o ortodontista. Além disso, os conceitos da ortodontia digital serão desmistificados para que o profissional entenda os reais benefícios desta nova abordagem terapêutica.

Palestrante
LEONARDO CAMARDELLA

Patrocinado

GEAW - Casos Clínicos. ORTODONTIA SEM DOGMAS09:00 - 10:35 | Sala: Oceania IV e V

Dra. Laura Carvalho
Porque mudar Paradigmas?!

A Ortodontia atual evoluiu da qual se conheceu a 100 anos atrás. A visão do tratamento mudou de foco. Quem deve ser diagnosticado e tratado hoje é “a causa” e não “os sintomas” da maloclusão ! O objetivo aqui é enxergar por esse ângulo compreendendo assim como se faz uma ortodontia livre de paradigmas.

Dr. Antonio Roberto Munhoz 
Desvio lateral da mandíbula (DLM)
Como a discrepância posterior, com diferentes evoluções nos seus locais de desenvolvimento, pode causar uma assimetria mandíbular e o seu tratamento através do controle do plano oclusal.


Dra. Marisa Manhas Botelho
As classes III esqueléticas - a importância do diagnóstico diferencial entre os padrões faciais para definição da abordagem terapêutica.

Palestrante
MARISA BOTELHO

Palestrante
Laura Carvalho

Palestrante
ANTÔNIO MUNHOZ

Ausências Congênitas / Dentes Impactados

Como contar uma bela história sem a presença de protagonistas (caninos e laterais)?09:00 - 09:45 | Sala: Europas

Palestrante
ORLANDO TANAKA

Agenesias e dentes impactados: “Era só o que me faltava...”09:50 - 10:35 | Sala: Europas

Esta apresentação abordará os aspectos relacionados a etiologia bem como as diversas possibilidades terapêuticas, atentando para as vantagens e desvantagens de cada uma. Abertura ou fechamento de espaço, preservação do dente decíduo, quando e onde posicionar implantes, forma do arco, margem gengival, crescimento, impacto no perfil facial, tracionamento aberto ou fechado, velocidade de tracionamento, auto-transplante e implantes temporários. Através de ampla ilustração com casos clínicos tratados será possível discutir com os achados da literatura bem como avaliar as estratégias disponíveis quando se depara com demandas desta natureza.

Palestrante
ROBERTO ROCHA

Diagnóstico e alternativas de tratamento precoce para os caninos superiores potencialmente ectópicos10:40 - 11:25 | Sala: Europas

A palestra tem por objetivo demonstrar as alterações decorrentes da expansão rápida da maxila (ERM) na trajetória de erupção dos caninos superiores na fase de dentição mista. Serão apresentadas evidências científicas, ilustradas com documentações clínicas e radiográficas desta situação. Com base na publicação Short-term impact of rapid maxillary expansion on ectopically and normally erupting canines, serão abordados os aspectos metodológicos e os resultados dos grupos selecionados nesta pesquisa: Grupo 1 - Caninos Potencialmente Impactados com Expansão (CPIE), Grupo 2 - Caninos em Normalidade Sem Expansão (CNSE) e Grupo 3 - Caninos em Normalidade Com Expansão (CNCE). Foram avaliadas as alterações vertical, horizontal e angular dos caninos e dentes adjacentes em dois tempos (T1 e T2) com intervalo de um ano em radiografias panorâmicas. Os dados foram analisados estatisticamente (p<0,05). Os seguintes resultados foram obtidos: Após ERM (T2), os CPIs melhoraram seu posicionamento tornando-se semelhantes aos caninos em normalidade em todas as variáveis. Os grupos em normalidade permaneceram semelhantes na maioria das variáveis, exceto para o posicionamento horizontal, onde o caninos do grupo (CNCE) mostrou posicionamento ainda mais favorável do que o Grupo CPIE. Como conclusão, tem-se que a ERM apresentou impacto favorável na erupção dos CPIs, proporcionou a reversão do desvio do eixo de erupção dos CPIs, restabelecendo o desenvolvimento normal. Este estudo será demonstrado com a utilização de casos clínicos, onde na documentação inicial era evidente a trajetória desfavorável dos caninos superiores.

Palestrante
EDUARDO FERREIRA

Tridimensionalidade no tratamento de caninos inclusos11:30 - 12:15 | Sala: Europas

O curso visa apresentar um protocolo de tratamento para caninos inclusos, sob uma visão tridimensional. Buscaremos elencar as prioridades em termos de diagnóstico e plano de tratamento, destacar as condições locais que podem favorecer a correção, assim como indicar a melhor biomecânica. Os conceitos serão ilustrados por casos clínicos.

Palestrante
FLÁVIO COTRIM

Tratamento Interdisciplinar

Reflexões sobre uma Ortodontia com tantas Iatrogenias09:00 - 09:45 | Sala: Américas

A Ortodontia tem vivenciado momentos marcantes para quem a exerce com dignidade e qualidade clínica. Um deles é a chegada, sem precedentes, dos pacientes com algum tipo de Iatrogenia: reabsoções radiculares pós tratamento, alterações no plano oclusal, desvios de linha média, assimetrias dentárias e faciais, etc... Diversas questões permitem um boa reflexão sobre este constante aumento da Iatrogenia. Qual o motivo? Acontecem com profissionais bem formados? Como receber estes pacientes legalmente? Como tratá-los ortodônticamente? Quais são os problemas mais comuns?. Vamos analisar e discutir pontos relevantes para melhor atender este tipo de paciente e apresentar uma abordagem simples e eficaz na condução de casos complexos relacionados a Iatrogenia ortodôntica.

Palestrante
GUSTAVO MATTOS BARRETO

O “Status Quo” da Ortodontia no Tratamento Interdisciplinar09:50 - 10:35 | Sala: Américas

Atualmente, a interdisciplinaridade na Odontologia é mais do que uma realidade, ...uma necessidade. Esta interação, quando presente, aprimora a qualidade dos resultados provenientes de cada disciplina envolvida. Neste contexto, alguns questionamentos serão abordados buscando respostas que revelem o estado atual da Ortodontia, neste tipo de tratamento, como: - Qual é o nível de relevância atual da Ortodontia na interdisciplinaridade? - Qual é o momento ideal para a realização da intervenção Ortodôntica dentro do protocolo de um tratamento interdisciplinar? - A magnitude da participação Ortodôntica guarda alguma correlação com a severidade da má oclusão? - Qual é o nível de conhecimento que o Ortodontista deve ter das outras disciplinas?

Palestrante
GUILHERME ALMEIDA

Incrementando a Estética: Ortodontia no atendimento transdisciplinar10:40 - 11:25 | Sala: Américas

O conceito de estética é subjetivo, individual e, por vezes, cultural, o que torna difícil a criação de um protocolo para o estabelecimento da harmonia dentária e facial. Na tentativa de estabelecer parâmetros para alcançar a estética adequada, alguns autores têm criado orientações e estratégias para diagnóstico e planejamento, com vistas a proporcionar ao paciente um belo sorriso. Em muitos casos clínicos, a Ortodontia não é capaz de alcançar todos os objetivos para atender a uma estética perfeita, meta cada vez mais almejada pela sociedade atual. Por isso, faz-se necessária a atuação de diferentes especialidades para promover a saúde e a estética por meio de um tratamento que tem como finalidade reunir conhecimentos importantes de diferentes áreas. Na oportunidade, pretende-se destacar a relevância da transdisciplinaridade nos tratamentos ortodônticos de diferentes maloclusões, ilustrando com a resolução de alguns casos clínicos.

Palestrante
TELMA ARAÚJO

O planejamento multidisciplinar integrado em casos complexos11:30 - 12:15 | Sala: Américas

O tratamento ortodôntico de maloclusões complexas exige, com muita frequência, a intervenção de mais de uma especialidade odontológica. O diagnóstico adequado, utilizando todos os recursos disponíveis como tomografias cone beam, escaneamento intra-oral etc, para a elaboração de um plano de tratamento multidisciplinar que resulte em uma oclusão estável com saúde periodontal e esteticamente agradável é o objetivo de qualquer tratamento odontológico. A ancoragem esqueletal tem papel fundamental na solução desses casos ortodônticos complexos e a mecânica ortodôntica empregada associada a mini-implantes e miniplacas será demonstrada. Abordaremos o planejamento e o tratamento de casos complexos com várias perdas dentárias nos quais os implantes osseointegrados são fundamentais para possibilitar a movimentação ortodôntica e posteriormente de apoio para próteses definitivas . Problemas clínicos como doença periodontal, tratamento endodôntico, procedimentos restauradores e necessidade de implantes e próteses precisam ser adequadamente planejados com um plano de tratamento único que determine a ordem mais adequada para cada um dos procedimentos necessários.

Palestrante
CARLOS ALBERTO TAVARES

Ortodontia Digital

Alinhadores “In House” e Colagem Indireta Digital09:00 - 09:45 | Sala: Ásia IV

Esta palestra tem o intuito de apresentar objetivamente dois novos e importantes fluxos de trabalho da ortodontia digital:
1) Produção de alinhadores “In House”, planejados e fabricados pelo próprio ortodontista em seu consultório com o objetivo de reduzir custos e aumentar a eficiência;
2) Método de colagem indireta digital, visando aumentar a precisão da montagem do aparelho, reduzir tempo de atendimento e trazer diferenciação para o ortodontista.

Palestrante
CARLO MARASSI

Como a Ortodontia digital pode influenciar a sua prática clínica?09:50 - 10:35 | Sala: Ásia IV

A Ortodontia digital está, na nossa especialidade, influenciando todas as fases do tratamento ortodôntico, como recurso complementar de diagnóstico, tornando o planejamento mais elucidativo e previsível e, principalmente, transformando o tratamento ortodôntico em processo mais eficaz e confortável ao paciente. Serão apresentados casos clínicos onde a Ortodontia digital pode influenciar a pratica clínica.

Palestrante
LINCOLN NOJIMA

Orthodontic Smile Design10:40 - 11:25 | Sala: Ásia IV

O objetivo dessa palestra é apresentar o protocolo de planejamento digital do sorriso intitulado: Orthodontic Smile Design. Por meio de ferramentas digitais, esse recurso utiliza como ponto de partida o protocolo “`10 mandamentos da estética do sorriso”, possibilitando ao clínico a realização de planejamentos estéticos integrados de forma simples e sistemática, além de potencializar a comunicação entre profissionais e com os pacientes.

Palestrante
ANDRÉ WILSON MACHADO

Será o fim das moldagens e dos modelos de gesso?11:30 - 12:15 | Sala: Ásia IV

Os modelos ortodônticos são tradicionalmente o registro mais importante dos momentos pré, trans e pós tratamento. Os modelos de gesso gerados a partir de moldagens fazem ou fizeram parte da rotina de qualquer ortodontista. O escaneamento intra-oral e a impressão 3D representam uma alternativa aos métodos tradicionais. Discutiremos as vantagens e desvantagens dos métodos analógicos e digitais de obtenção de modelos dentários, bem como abordaremos alguns aspectos do planejamento digital (setup) do tratamento ortodôntico.

Palestrante
FELIPE CARVALHO

T.O.H.I (Tratamento Ortodôntico Híbrido) - Eficiência e estética máximas na ortodontia digital15:05 - 15:50 | Sala: Oceania IV e V

Os experts em Alinhadores Invisíveis têm uma opinião em comum: "casos complexos devem ser tratados com tratamentos ortodônticos híbridos". Esta palestra traz uma análise de casos complexos mal sucedidos tratados exclusivamente com Alinhadores Invisíveis e faz referência aos novos T.O.H.I - tratamentos ortodônticos híbridos como padrão ouro na escolha de ortodontistas para tratar casos complexos.

Palestrante
MÁRIO NETO

Problemas Respiratórios Infantil/Adulto SIMPÓSIO

Problemas Respiratórios Infantil/Adulto09:00 - 12:15 | Sala: Ásia I

Apnéia Obstrutiva do Sono na Infância: qual o papel do Ortodontista?
Palestrante: DANIELA GARIB
09:00 - 09:30 |
A apnéia obstrutiva do sono (AOS) consiste em um distúrbio do sono que não é exclusivo da adultícia. Crianças podem apresentar AOS com consequências negativas ao desenvolvimento físico e intelectual. Esta palestra discutirá a origem e o diagnóstico da AOS em crianças, bem como o papel do Ortodontista na equipe multidisciplinar.

Obstrução das vias aéreas superiores e sua interface com a ortodôntica: em que o otorrinolaringologista pode contribuir
Palestrante: LEONARDO SÁ
09:35 - 10:05 
Abordagem das principais causas da obstrução das vias áreas superiores e suas repercussões na saúde da crianças. Qual a importância da abordagem multidisciplinar integrada? Quando encaminhar para o otorrinolaringologista e qual o tratamento que este pode oferecer?

Dispositivos de avanço mandibular para SAOS na rotina clínica
Palestrante: JORGE FABER
10:20 - 10:50
Essa apresentação irá resumir a experiência clínica de 25 anos do Dr. Faber no tratamento da Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) com aparelhos intra-orais em adultos. Essa modalidade terapêutica requer que o paciente durma com um aparelho que promove um avanço mandibular e que se prende nos dentes superiores e inferiores. O tratamento diminui riscos cardiovasculares e melhora a qualidade de vida dos pacientes tratados. Essa apresentação focará nos problemas e soluções advindos do uso desses aparelhos. O adequado manejo clínico é crucial para o sucesso da terapia.

Compreensão fisiopatológica do tratamento cirúrgico da apnéia obstrutiva do sono em adultos
Palestrante: LUCAS LEMES
10:55 - 11:25
No tratamento cirúrgico multinível da apneia obstrutiva em adultos é fundamental um adequado entendimento da fisiopatologia das alterações neuromusculares deste distúrbio respiratório no sono. Assim, podem ser melhor indicadas as várias técnicas cirúrgicas propostas afetando a musculatura das vias aéreas superiores dentro da estrutura óssea craniofacial. Desta forma pode-se obter um controle individualizado desta patologia através de uma atuação multidisciplinar, envolvidas ou não cirurgias ortognáticas como o avanço maxilomandibular da face.

O papel do cirurgião bucomaxilofacial na Apneia Obstrutiva do Sono no adulto
Palestrante: LEONARDO METROPOLO
11:30 - 12:00
A apresentação abordará o caráter multidisciplinar no diagnóstico e tratamento dos distúrbios respiratórios no adulto especialmente na Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono( SAOS). Desta forma a palestra vai pontuar a importância do cirurgião bucomaxilofacial como opção de tratamento da SAOS, através de diferentes abordagens cirúrgicas.

Moderador
MARCO ALMEIDA

Palestrante
LUCAS LEMES

Palestrante
JORGE FABER

Palestrante
DANIELA GARIB

Palestrante
LEONARDO SÁ

Palestrante
LEONARDO METROPOLO

Simpósio Satélite PATROCINADO

[Morelli] Autoligados12:20 - 13:10 | Sala: Américas

Palestrante
BOLIVAR PIMENTA

Valorização Pessoal

Como precificar procedimentos14:15 - 15:00 | Sala: Oceania II

Palestrante
EDUARDO PICANÇO

O Poder da Imagem15:05 - 15:50 | Sala: Oceania II

O poder do autoconhecimento para gerar sua melhor versão e incremento de autoestima.

Palestrante
VANESSA MARQUES

Happiness is the New Luxury15:55 - 16:40 | Sala: Oceania II

Palestrante
GABRIELLA WERLICH

BBO/CDBBO

Mesas Clínicas dos Diplomados - Aberto aos Congressistas09:00 - 16:40 | Foyer Ásia

Exposição de Casos Clínicos do Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial (BBO)

Fórum Clínico Exposição dos Casos - Aberto aos Congressistas14:15 - 16:40 | Sala: Oceania IX

Exposição de casos clínicos tratados em diferentes cursos de Pós-graduação em Ortodontia do Brasil.

Ciclo de Palestras ABOR

Os limites da Ortodontia estética para a obtenção da excelência.09:00 - 09:45 | Sala: Oceania VI e VII

Palestrante
JORDANA PACHECO

Um outro olhar para a harmonização facial09:50 - 10:35 | Sala: Oceania VI e VII

Muitos pacientes têm buscado tratamentos de Harmonização Facial visando solucionar queixas estéticas. De fato, essa nova especialidade odontológica ampliou o arsenal de recursos que o Cirurgião-dentista dispõe para tratar os pacientes. O Ortodontista, ao modificar a posição dos dentes e dos tecidos moles faciais é capaz de promover alterações benéficas sob os aspectos estético e funcional. Ao associar o tratamento ortodôntico com procedimentos de cirurgia ortognática, o Ortodontista e o Cirurgião Buco-maxilo-facial podem potencializar esses resultados e produzir, além dos ganhos estéticos desejados, modificações oclusais, respiratórias e psicológicas. Desde o planejamento e o preparo ortodôntico até a realização do procedimento cirúrgico, os objetivos do tratamento devem incluir a correção da maloclusão, a efetividade mastigatória, o estabelecimento de guias adequadas, a melhora do padrão respiratório e da auto-estima dos pacientes. As alterações proporcionadas pelo tratamento orto-cirúrgico, além de abrangerem esses diferentes aspectos são mais estáveis e previsíveis do que os procedimentos da Harmonização Facial, que são reconhecidamente transitórios e, muitas vezes, limitados. Esse olhar para a Harmonização Facial não diminui a Especialidade, mas a coloca em uma posição de tratamento complementar da Odontologia Estética e dos resultados obtidos com a Cirurgia Ortognática.

Palestrante
CAMILA DARDENGO

Inter-relação Ortodontia-Periodontia10:40 - 11:25 | Sala: Oceania VI e VII

A inter-relação Ortodontia-Periodontia está cada vez mais necessária na Odontologia atual. O aumento da demanda de adultos no consultório de Ortodontia, combinado com os tratamentos de reabilitação tem feito o ortodontista a buscar cada vez mais conhecimento em Periodontia para conseguir finalizar, de uma forma mais detalhada, os tratamentos ortodônticos. Diante desse quadro, a nossa apresentação mostrará alguns casos clínicos onde essa inter-relação foi fundamental para o correto diagnóstico, correta finalização e melhora das possibilidades terapêuticas em adultos!

Palestrante
EMERSON PIMENTA

O erro esquelético – compensar ou corrigir11:30 - 12:15 | Sala: Oceania VI e VII

Palestrante
JOSE RINO NETO

Fissuras lábio palatinas: Uma ortodontia de desafios14:15 - 15:00 | Sala: Oceania VI e VII

As fissuras de lábio e/ou palatinas (FLP) acometem no Brasil 1:650 indivíduos. Ao longo do tempo, diferentes protocolos de cirurgias primárias reparadoras, tem sido apresentados e discutidos, no afã de propiciar uma reparação eficaz, com menor discrepância entre os maxilares. Observa-se uma restrição do crescimento transverso e ântero posterior da face como consequência das cirurgias de fechamento da fissura. Dessa feita, a oclusão é afetada, tornando um desafio inusitado a cada novo paciente. Esta apresentação tem como objetivo discorrer sobre abordagens da ortodontia na intervenção precoce, bem como na fase adulta. Serão apresentados casos clínicos ilustrando a longa trajetória da reabilitação do fissurado. O manejo do crescimento e a correção cirúrgica das discrepâncias visam reabilitar os aspectos funcional e estético do paciente. A especificidade de cada alteração requer ousadia e criatividade para que se conquiste um resultado satisfatório.

Palestrante
FLÁVIA ALINE JESUINO

Mini implantes na IZC: aumente suas taxas de sucesso!15:05 - 15:50 | Sala: Oceania VI e VII

Mini implantes instalados na crista infrazigomatica são considerados extra radiculares e versáteis. Os pontos responsáveis por sucesso envolvem desde a técnica de instalação até o melhor emprego da mecânica. Conheça e tenha sucesso você também!

Palestrante
PRISCILA AYUB

Socorro! Virtualizei o paciente!15:55 - 16:40 | Sala: Oceania VI e VII

Tomografia computadorizada, escaneamento Intra-Oral e escaneamento facial. Três exames e o nosso paciente está dentro da tela de um computador. Não há motivos para desespero. O propósito desta apresentação é descrever brevemente de que forma estas novas tecnologias auxiliam no dia-a-dia do cirurgião-dentista. Descortina-se um novo mundo de possibilidades.

Palestrante
CANDICE BELCHIOR

Ciclo de Palestras ClearCorrect

[ClearCorrect] Abordagem multidisciplinar no fluxo digital com alinhadores ClearCorrect11:30 - 12:15 | Sala: Oceania IV e V

Palestrante
ANA CLÁUDIA MELO

[ClearCorrect] Possibilidades clínicas de tratamento ortodôntico com alinhadores ClearCorrect14:15 - 15:00 | Sala: Oceania IV e V

Palestrante
ROBERTO SHIMIZU

Fórum Científico

Ensaio clínico randomizado: efetividade da aplicação tópica de verniz de flúor e xilitol em pacientes ortodônticos08:30 - 08:50 | Sala: Oceania III

Os aparelhos ortodônticos aceleram em 6 vezes a formação da lesão de mancha branca e acomete mais de 50% dos pacientes. Este estudo clínico randomizado avaliou a eficácia do verniz de xilitol em comparação ao verniz fluoretado, gold standard, na prevenção de lesões de mancha branca. Para isso, 55 voluntários, de ambos os sexos, entre 15 e 18 anos, foram selecionados e randomizados em 3 grupos de 17 (G1), 19 (G2) e 19 (G3) indivíduos separados de acordo com o verniz a ser aplicado: G1- fluoretado, G2- xilitol ou G3-placebo. Os voluntários receberam 2 aplicações do verniz, uma na consulta inicial e outra após 3 meses. A fim de avaliar a ação dos vernizes, foi realizado o exame clínico, pelo índice ICDAS, e a leitura de superfície do esmalte, pelo sistema QLF (fluorescência do esmalte) no início da pesquisa e após 6 meses de tratamento. O teste de normalidade e homogeneidade da amostra foi realizada pelo teste de teste de Kolmogorov-Smirnov e de Barlett (p<0.05), respectivamente. Para os resultados com distribuição normal foi usado os testes ANOVA/Turkey e nos anormais, os testes Kruskal-Wallis/Dunn. Não houve diferença estatistica nas avaliações realizadas pelo índice ICDAS. Já na leitura de superfície do esmalte, obteve-se um aumento da mineralização nos 3 grupos, sendo G1 o que demonstrou melhores resultados. Pode-se concluir que o verniz fluoretado é o manteve o posto de gold standard na prevenção de mancha branca em pacientes com aparelho ortodôntico fixo.

MARPE versus SARPE no tratamento da discrepância transversal maxilar em pacientes com avançada maturação óssea.08:30 - 08:50 | Sala: Oceania VIII

Objetivo: comparar as alterações esqueléticas e dentárias da expansão rápida da maxila assistida por mini-implantes ortodônticos (MARPE) com a assistida cirurgicamente (SARPE), em adolescentes tardios e adultos. Métodos: a amostra foi composta por dois grupos: MARPE com 17 indivíduos, média de 22,9 anos de idade, e SARPE composto por 15 pacientes, com idade média de 29,7 anos. Foram realizadas medidas esqueléticas e dentárias nas TCFC antes e após a expansão para comparar os efeitos obtidos com o tratamento e as diferenças entre os grupos. Resultados: quanto às mudanças esqueléticas, o MARPE apresentou maior expansão transversal para as medidas de largura maxilar tanto no terço médio quanto na altura do processo palatino. Os grupos foram semelhantes estatisticamente apenas para a largura dos processos alveolares posteriores e anteriores e para largura maxilar anterior. As distâncias inter-radiculares foram semelhantes estatisticamente entre os grupos, mas as inclinações dentárias foram maiores e significantes para o grupo SARPE. Concluiu-se que a MARPE mostrou maiores mudanças esqueléticas transversais da maxila do que a SARPE, tanto no terço médio quanto inferior da face. O padrão de expansão da maxila na MARPE foi mais paralelo em um vista axial do processo palatino, diferente do padrão triangular apresentado pela SARPE, com maior expansão anterior. Quanto ao efeito alvéolo-dentário, a SARPE apresentou maiores efeitos colaterais de inclinação dento-alveolar do que a MARPE.

Tensão e deslocamento das estruturas craniofaciais durante a expansão rápida da maxila em Sus Scrofa com MARPE e Hyrax08:50 - 09:10 | Sala: Oceania VIII

Objetivos: Analisar as tensões craniofaciais desenvolvidas durante o processo de ativação de expansores MARPE e Hyrax, no procedimento de expansão rápida da maxila de Sus Scrofa, com o auxílio das técnicas de extensometria. Métodos: Amostra de oito Sus Scrofa receberam aparelhos sob medida do tipo MARPE (n=4) e Hyrax (n=4). Os aparelhos foram ativados 25 vezes com leituras de deformações captadas por extensômetros colados nas seguintes regiões: sutura incisiva ou maxila-premaxila (MP), sutura maxila-zigomático (MZ), sutura pterigomaxilar (PM), sutura palatina mediana posterior (SPM) e região posterior do palato (PP). Resultados: O grupo MARPE apresentou maior deslocamento da SPM em todas as regiões aferidas, sendo que um dispositivo apresentou abertura importante (1.7mm) na região posterior. Os extensômetros do grupo MARPE captaram maiores deformações do que o Hyrax, sendo expressiva na SPM. A sutura PM apresentou pouca deformação mas mesmo assim foi superior no MARPE. O aparelho MARPE apresentou desempenho mecânico mais favorável do que o Hyrax na expansão rápida da maxila. Descritores: Técnica de Expansão Palatina; Procedimentos de Ancoragem Ortodôntica; Equipamentos e Provisões.

Avaliação de softwares de reconstrução 3D para aquisição de modelos faciais a partir de fotografias bidimensionais08:50 - 09:10 | Sala: Oceania III

Para ampla avaliação da face, métodos de aquisição de modelos virtuais tridimensionais (3D) dos tecidos moles estão disponíveis e são efetivos, entretanto, apresentam um custo financeiro ou biológico elevados. Dessa forma, o presente trabalho foi desenvolvido com o intuito de suprir essa necessidade.
• Objetivo: avaliar se o método de reconstrução 3D a partir de fotografias digitais utilizando os softwares AgiSoft Photoscan e 3DF Zephyr Free resulta em malhas clinicamente semelhantes às obtidas pelo método tradicional (CBCT).
• Método: 10 indivíduos foram submetidos a duas sequências de 51 fotografias realizadas com uma câmera DSLR com e sem o uso de flash circular no mesmo dia em que realizaram a CBCT. Essa documentação foi processada para a obtenção de modelos 3D da face de cada paciente, com os modelos gerados pelos dois softwares comparados aos obtidos com a CBCT através de mapas coloridos.
• Resultados: o teste T de uma amostra mostrou diferença significativa entre todos os modelos avaliados e a CBCT, sendo a maior diferença média representada pelos modelos do software 3DF com utilização de flash (2,92mm) e a menor diferença média representada pelos modelos reconstruídos pelo software AgiSoft com fotos sem flash (1,1mm).
• Conclusão: os modelos 3D gerados pelos softwares apresentaram acuracidade razoável ao serem comparados aos gerados com CBCT, mas o menor custo biológico e financeiro deste tipo de exame pode justificar sua aplicação em casos específicos.

Influência da relação cêntrica e máxima intercuspidação habitual na postural corporal e equilíbrio postural em pacientes portadores de disfunção temporomandibular09:10 - 09:30 | Sala: Oceania VIII

A possível relação entre a oclusão dos dentes e a postura corporal é muitas vezes citada na literatura, porém poucas vezes tema central de trabalhos científicos. Objetivou-se com este estudo comparar o efeito de duas diferentes posições de oclusão, em relação cêntrica (RC) e em máxima intercuspidação habitual (MIH), na postura e equilíbrio postural em pacientes com disfunção temporomandibular (DTM). Material e Métodos: Foram selecionados 30 indivíduos (19 mulheres e 11 homens), que apresentavam sintomas de DTM. A postura corporal foi medida através do escaneamento tridimensional digital da coluna (rasterstereografia) e a medição do equilíbrio postural através de plataforma baropodométrica digital. As medições foram realizadas em MIH e em RC, obtida com uso de placa oclusal. Os dados de todos os pacientes foram analisados e os testes não paramétricos de Wilcoxon e Friedman foram aplicados. Resultados: Na posição de relação cêntrica ocorreu redução do ângulo cifótico (p=0.016) e redução da curvatura cervical (p=0.003). Outros parâmetros na postura corporal assim como mudanças no equilíbrio corporal não foram estatisticamente significativos. Conclusão: Os resultados mostraram a influência da posição oclusal na postura corporal superior em pacientes com DTM. Estas mudanças na área cervical e torácica não afetaram o equilíbrio postural. Palavras Chave: relação cêntrica, postura, equilíbrio postural.

Comparação da Expansão Rápida da Maxila com expansor Hyrax convencional e Duplo Independente em pacientes com FLP09:10 - 09:30 | Sala: Oceania III

As cirurgias primárias realizadas nos pacientes com fissuras labiopalatinas (FLP) contribuem para a contração dos arcos maxilares nesses indivíduos, especialmente em sua porção mais anterior. Isso acaba por gerar demanda por tratamentos de disjunção maxilar de maior intensidade na região dos caninos do que na dos molares, principalmente como preparo para cirurgias de enxerto ósseo alveolar. Objetivos: Avaliar, em estudo prospectivo, se a utilização de um desenho modificado do expansor tipo Hyrax, com adaptação de dois parafusos, promove formas distintas nos arcos quando comparadas às obtidas com o Hyrax convencional. Método: 10 pacientes com FLP transforâme foram aleatoriamente alocados em dois grupos. O Grupo Teste foi tratado com o expansor Duplo Independente e o Grupo Controle foi tratado com o Hyrax, ambos com objetivos semelhantes. Após o período de expansão ativa, foram feitos modelos de gesso e TCFC para comparação com os mesmo exames realizados antes do tratamento. A quantificação das diferenças entre os tempos do estudo será realizada através de mapas de cor e valores de RMS. Resultados: Nos resultados preliminares (qualitativos) o Grupo Teste apresentou aumento na distância intercaninos independente da distância intermolar, o que não foi observado no Grupo Controle. O aparelho disjuntor Duplo Independente parece uma alternativa viável para expansão em pacientes com FLP. Palavras-chave: Fissura Palatina; Técnica de Expansão Palatina; Ortodontia Interceptora.

AVALIAÇÃO TRIDIMENSIONAL DA ASSIMETRIA MANDIBULAR EM PACIENTES COM CLASSE I ESQUELÉTICA E MORDIDA CRUZADA POSTERIOR UNILATERAL EM TRÊS DIFERENTES GRUPOS ETÁRIOS09:40 - 10:00 | Sala: Oceania VIII

OBJETIVO: este estudo objetivou comparar a morfologia e rotação mandibular horizontal (yaw) em 3 grupos etários com Classe I esquelética e mordida cruzada posterior unilateral (MCPU). MÉTODO: Imagens de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) de 76 pacientes com MCPU foram divididas em 3 grupos: 1) crianças (6,77 +/-1,5 anos, n= 25), 2) adolescentes (14,3 +/-1,7 anos, n= 26) e adultos (32,66 +/-13,4 anos, n=25). Medidas lineares e angulares mandibulares foram realizadas em modelos tridimensionais originais e espelhados pelo software 3D-slicer. As dimensões do lado cruzado e lado não cruzado e as diferenças entre os lados foram comparadas entre os grupos e correlacionadas com a rotação mandibular horizontal (yaw) e idade. Resultados: O lado cruzado mostrou redução na cabeça da mandíbula, no comprimento do corpo e no comprimento total mandibular. As assimetrias foram maiores em adultos, especificamente nas distâncias lateromedial da cabeça da mandíbula (0,7mm), altura total do ramo (2,0mm) e comprimento total mandibular (1,5mm). A rotação horizontal mandibular não apresentou correlação com a idade, mas foi associado moderadamente (r=0,467) com a assimetria no comprimento mandibular e altura total do ramo. Conclusões: Pacientes com Classe I esquelética e MCPU mostraram pequenas assimetrias mandibulares e mais significativas em adultos. O aumento da rotação mandibular horizontal não apresenta correlação com a idade. Descritores: Classe I, mordida cruzada, assimetria.

AVALIAÇÃO DE PROPRIEDADES TERMOMECÂNICAS DE FIOS DE NÍQUEL-TITÂNIO APLICADOS NA ORTODONTIA09:40 - 10:00 | Sala: Oceania III

Importância do tema na área: Em decorrência da diversidade de ligas disponíveis, com seus diversos métodos de fabricação, é importante ao ortodontista conhecer suas propriedades e as variáveis relacionadas, para planejar o tratamento e otimizar os resultados clínicos, assim como preservar a histofisiologia do periodonto do paciente. Objetivos: · Avaliar e comparar in vitro as propriedades termomecânicas de fios ortodônticos superelásticos pré-contornados de níquel-titânio de duas marcas comerciais. Métodos: · Marcas comerciais Morelli® (Grupo 1) e Orthometric® (Grupo 2), com 5 amostras por grupo; · Submetidas aos ensaios de DMA (Análise Dinâmico-Mecânica), em modo de flexão em três pontos, e DSC (Calorimetria Diferencial de Varredura), por fluxo de calor. · Foi empregado o teste estatístico Teste-t de Student, com nível de significância de 5%. Resultados: · A diferença das médias dos módulos de elasticidade das amostras foi estatisticamente significante (p < 0,05). · A rigidez de ambos os grupos aumentou em função do aumento da temperatura à 37°C; · O Grupo 1 evidenciou média de rigidez superior, comparado ao Grupo 2, e ambos apresentaram-se na fase austenítica. Conclusões: Houve diferença entre os módulos de elasticidade entre as marcas comerciais, sob as mesmas condições de estudo, onde o Grupo 1 apresentou maior rigidez, característica essa que pode favorecer a um melhor desempenho clínico do primeiro grupo.

Controle microbiológico bucal por ação Fotodinâmica em pacientes ortodônticos10:00 - 10:20 | Sala: Oceania III

A terapia fotodinâmica antimicrobiana (TFDa) consiste na interação entre uma fonte de luz e um corante fotossensível (fotossensibilizador). Sua ação pode auxiliar no controle do surgimento de doenças periodontais ou cáries durante o tratamento ortodôntico. Objetivo: Verificar a eficácia da TFDa na redução do número de unidade formadoras de colônia (UFC), através do uso de composto fenotiazínico (azul de metileno + azul de toluidina, 1:1, 12,5 μg / ml) como fotossensibilizador, associado a irradiação com LED vermelho (CO = 640 ± 5ηm, P = 110 mW, t = 254 seg.), em pacientes ortodônticos. Método: Foram selecionados 21 pacientes da Faculdade de Odontologia da UFBA, nos quais foram realizados três coletas de biofilme na região dos dentes 41 e 42 e gengiva de cada um; a primeira antes de qualquer intervenção (Controle), a segunda após bochecho por 5 minutos com composto fotossensibilizador e a terceira após a TFDa. Em seguida, foi realizada rotina microbiológica para crescimento de microrganismos e posterior contagem de UFC. Resultados: Os resultados demonstraram que a TFDa reduziu em 90% a contagem de UFC em relação ao grupo Controle, com significância estatística (p = 0,007) e também entre o grupo TFDa e Fotossensibilizador (p = 0,010). Não houve diferenças entre os grupos Controle e Fotossensibilizador. Foi possível concluir que a TFDa associada ao uso de composto fenotiazínico e LED vermelho foi capaz de reduzir significativamente o número de UFC em pacientes ortodônticos.

Simulação numérica da distribuição de tensões e deformações na maxila na fase inicial da intrusão de primeiros molares com miniplacas10:00 - 10:20 | Sala: Oceania VIII

O surgimento da ancoragem esquelética na Ortodontia permitiu aplicação de cargas em direções que não era possível do modo tradicional, sem a necessidade de colaboração do paciente. Com a ancoragem esquelética, as cirurgias ortognáticas deixaram de ser a única opção de tratamento em muitos casos, como por exemplo nos excessos verticais de maxila e em deformidades transversas. OBJETIVO: Avaliar a distribuição das tensões e deformações na maxila durante o movimento de intrusão de primeiros molares superiores com miniplacas instaladas no processo zigomático da maxila. MÉTODO: Criação de modelo 3D de elementos finitos tridimensionais tetraédricos com funções de interpolação quadráticas, submetidos à 4 diferentes carregamentos: 50cN, 100cN, 150cN e 200cN. RESULTADOS: Os primeiros molares superiores e o osso alveolar apresentaram maior tendência ao deslocamento. Através da análise do osso zigomático, e das suturas frontomaxilar e frontozigomática foi possível notar que a energia resultante dos carregamentos é dissipada por toda face. Os achados ratificam a observação clínica quando se utiliza ancoragem com miniplacas para intrusão de molares, indicando que há ação das cargas aplicadas nos dentes, ossos e suturas estudadas, e consequentemente tendência ao deslocamento.

AVALIAÇÃO IN VITRO DA DUREZA SUPERFICIAL DE COMPÓSITOS ORTODÔNTICOS APÓS DESAFIO EROSIVO10:20 - 10:40 | Sala: Oceania III

Importância do tema na área: Como um dos principais fatores relacionados à retenção de bráquetes é o tipo de cimento utilizado, torna-se de grande importância avaliar suas propriedades de superfície e degradação. Objetivos: • Avaliar in vitro a dureza superficial de compósitos ortodônticos após desafio erosivo em bebida à base de cola. Métodos: • Selecionados 3 compósitos ortodônticos: OrthoCem®; Transbond XT® e Quick Cure®; • Foram confeccionadas 60 amostras (20 amostras de cada marca comercial); • Divididas em 2 grupos: imersão em desafio erosivo e o controle em saliva artificial (n=10 em cada grupo); • O teste de dureza Vickers foi realizado em todas as amostras antes e depois dos tratamentos (200g/10 segundos), sendo realizadas 5 marcações por amostra; • Os ciclos de desafio erosivo foram realizados durante 5 dias, 4 vezes por dia (com imersão das amostras em Coca-cola® por 5 minutos e depois por 2 horas em saliva artificial); • As amostras do grupo controle permaneceram em saliva artificial também durante 5 dias; • Os testes t student, ANOVA e Tukey foram aplicados (α=0,05). Resultados: • Não houve diferença significante para cada material antes e após imersão na bebida ácida e em saliva artificial (p>0.05). • Houve diferença estatística entre os compósitos em cada tratamento, de modo que o compósito Quickcure® apresentou o maior dureza (p<0.05). Conclusão: O desafio erosivo utilizado no estudo não causou degradação e diminuição de dureza de superfície.

Qualidade de vida de pacientes ortodônticos com fissura labial e ou palatina: Uma revisão sistemática10:20 - 10:40 | Sala: Oceania VIII

Objetivos: Avaliar a qualidade de vida (QV) de pacientes com fissura que realizaram tratamento ortodôntico e verificar sua interação. Métodos: Foram realizadas buscas eletrônicas nas bases de dados Pubmed, Scopus, Web of Science, Cochrane Library, BVS, Clinical trials.gov e literatura cinzenta finalizadas em maio de 2019; sem restrição de idioma, intervalo de tempo ou categoria de publicação. A revisão sistemática (RS) foi realizada seguindo o PRISMA, onde estudos que apresentaram relação entre os pacientes com fissura que realizaram tratamento ortodôntico e avaliação da QV, foram incluídos. Com isso, após a recuperação e exclusão dos artigos em duplicidade, foram lidos os títulos e resumos dos demais. Dezoito artigos foram selecionados para leitura na íntegra e oito artigos preencheram os critérios de elegibilidade e foram incluídos na RS. Foi utilizado o qualificador Fowkes e Fulton para avaliar a qualidade dos estudos e o risco de viés. Resultados: Seis estudos tiveram alta qualidade metodológica e dois apresentaram fatores de confundimento e risco de viés. Nos artigos longitudinais observou-se que a QV indicou pequena melhora após o tratamento ortodôntico e após o acompanhamento de 5 anos demostrou pequena melhora e em alguns casos piora do quadro. A QV neste grupo avaliado não apresentou impacto negativo expressivo e existe a necessidade de mais estudos sobre a associação deste tema.

FATORES PREDITIVOS DE IMPACÇÃO DE CANINOS APÓS ENXERTO ÓSSEO ALVEOLAR EM PACIENTES COM FISSURAS LABIOPALATINAS UNILATERAIS (FLPU)10:50 - 11:10 | Sala: Oceania VIII

Objetivos: Investigar o padrão de irrupção dos caninos permanentes na área da fissura alveolar antes e após o enxerto ósseo alveolar secundário (EOAS) a fim de avaliar os indicadores de risco para impacção. Métodos: A amostra foi composta por 75 pacientes com FLPU submetidos ao EOAS. Panorâmicas antes (T1), imediatamente após (T2) e um ano após EOAS (T3) foram utilizadas para avaliar nos lados fissura (LF) e não fissura (LNF): angulação do canino, distância ao plano oclusal, deslocamento mesial canino e sobreposição com os incisivos adjacentes e frequência de anomalias dentárias. O software Dolphin Imaging foi utilizado. Os dados foram avaliados pelo ANOVA, teste t, teste de Fisher e regressão múltipla (p <0,05). Resultados: Caninos superiores apresentavam-se geralmente mais angulados e mais distantes do plano oclusal em todos os momentos (T1, T2 e T3). A prevalência de impacção do canino no LF e LNF foi de 24% e 1,3%, respectivamente. Caninos impactados no LF demonstraram aumento da angulação mesiodistal e da altura. Não foi encontrada associação entre impacção do canino no LF e o deslocamento mesial. Observou-se um aumento da prevalência de agenesia de incisivo lateral no LF com impacção do canino em relação aos não impactados (33,3%). Conclusões: O aumento da angulação mesial e agenesia dos incisivos laterais no LF são indicadores de risco precoces para a impacção do canino superior em pacientes com FLPU. Palavras-chave: Enxerto de Osso Alveolar; Fissura Palatina; Dente Impactado

Acurácia da transferência de acessórios ortodônticos com moldeira de cola quente na colagem indireta11:00 - 11:20 | Sala: Oceania III

A técnica de colagem indireta aumenta a possibilidade de acerto no posicionamento dos acessórios. A moldeira de transferência dessa técnica pode ser confeccionada com cola quente. Objetivo: Avaliar a acurácia na transferência dos acessórios para a boca do paciente e a estabilidade dimensional desse material. Metodologia: Foram selecionados 28 pacientes adultos, que tiveram os acessórios colados indiretamente em suas arcadas inferiores. Todos os modelos de trabalho foram escaneados. O tempo entre a confecção da moldeira e a transferência para os dentes do paciente foi de uma semana, em G1, e de um mês, em G2. Após a transferência, novo escaneamento foi realizado e, então, fez-se a sobreposição das imagens e a mensuração de possíveis deslocamentos dos acessórios. Dois operadores calibrados fizeram as avaliações e os dados foram submetidos a testes estatísticos. Resultados: Os índices de correlação intraclasse intra e interavaliadores foram de 0,97. Quando comparados todos os acessórios, entre G1 e G2, o maior deslocamento horizontal achado foi de 0,10mm e o maior vertical, de 0,08mm, sem diferença estatisticamente significante, mas com um padrão de direção mesial e oclusal, em ambos os tempos. A maioria dos acessórios linguais se deslocaram verticalmente mais que os vestibulares, exibindo diferença significante (p=0,00). O método apresenta alta acurácia, podendo-se utilizar a moldeira de cola quente nos períodos de uma semana e um mês, após sua confecção, sem risco de distorção. Palavras-chave: Precisão da Medição Dimensional; Colagem Dentária; Ortodontia Corretiva. E-mail para correspondência: victorspmoraes@hotmail.com

Associação de polimorfismos genéticos no GLI2 e GLI3 com as variações de tamanho da maxila11:10 - 11:30 | Sala: Oceania VIII

Objetivo: O objetivo do presente estudo foi avaliar se polimorfismos de nucleotídeo único nos genes GLI2 e GLI3 estão associados com as variações de tamanho da maxila. Métodos: Quatrocentos quarenta e três sujeitos brasileiros não relacionados (idade: 26.8 ±10.1; 170 homens, 273 mulheres) foram incluídos nas análises. Medidas sagitais da maxila [Ptm’ – A’ (mm) e SNA(º)] foram obtidas por meio de análise cefalométrica digital. O DNA genômico dos sujeitos foi extraído de células epiteliais da mucosa bucal, e polimorfismos em GLI2 (rs3738880, rs2278741) e GLI3 (rs929387, rs846266) foram genotipados pela reação em cadeia da polimerase usando o método TaqMan. Resultados: Houve associação significativa entre ambos os polimorfismos avaliados no GLI3 e variações no comprimento da maxila (p<0.05). Os sujeitos carregando o genótipo GG para o polimorfismo rs929387 mostraram medidas maiores da maxila (Ptm’ – A’) quando comparados aos sujeitos com o genótipo AA (p=0.014). Em relação ao polimorfismo rs846266, os sujeitos carregando o genótipo CC presentaram medidas significativamente maiores quando comparados aos que carregavam os genótipos CT (p=0.017) e TT (p=0.003). Os resultados sugerem que GLI3 poderia contribuir com as variações de tamanho da maxila. Futuros estudos são necessários para confirmar nossos achados. Descritores: Polimorfismo de Nucleotídeo Único; Maxila; Crescimento & desenvolvimento.

Avaliação da percepção estética acerca das alterações do perfil facial em diferentes grupos étnicos.11:20 - 11:40 | Sala: Oceania III

Sendo o Brasil caracterizado por uma marcante miscigenação étnica, o Ortodontista está em contato constante com diversos perfis e padrões faciais.Neste âmbito, pesquisas que constatem o perfil considerado esteticamente mais agradável a cada grupo étnico tornam-se imprescindíveis e representam uma base cientifica para o plano de tratamento. Objetivo: Avaliar a percepção estética da população residente em Salvador, acerca das alterações do perfil facial nos grupos étnicos mais representativos no Brasil. Métodos: A foto de um indivíduo pardo do sexo masculino foi manipulada com programa de edição, de forma a gerar grupos de imagens com diferentes graus de protrusão e retrusão labial:, em -3,00mm (perfil levemente côncavo); 0mm (perfil reto); +3,00mm (perfil levemente convexo). A cor da pele do indivíduo foi também manipulada para os tons dos grupos-étnicos pardo, negro e branco. Após a elaboração do álbum fotográfico, uma amostra de 244 indivíduos leigos avaliou as imagens. Resultados: O perfil reto se mostrou o mais atrativo, enquanto que o perfil levemente convexo foi eleito o menos atrativo, independentemente da cor da pele apresentada pelo modelo. Para a cor negra, o perfil levemente côncavo apresentou atratividade similar ao do perfil reto.Todas as mudanças no perfil facial foram percebidas pelos avaliadores, independentemente da cor da pele do modelo. PALAVRAS-CHAVE: Grupos Étnicos, Percepção Visual, Estética.

Avaliação da presença de íons na saliva de pacientes em uso de arco lingual com diferentes tipos de soldas11:30 - 11:50 | Sala: Oceania VIII

Objetivos: avaliar e quantificar a presença de íons metálicos na saliva de pacientes em uso de arco lingual confeccionado com diferentes tipos de soldagem. Método: 64 pacientes foram selecionados e distribuídos em quatro grupos (1 – controle; 2 – pacientes com aparelhos confeccionados por soldagem a prata; 3 – pacientes com aparelhos confeccionados por soldagem a laser; e 4 – pacientes com aparelhos confeccionados por soldagem TIG). Amostras de saliva foram coletadas em diferentes tempos (inicial, 7, 15 e 30 dias após a colocação do aparelho) e analisadas em ICP-MS. Resultados: Para concentrações de cromo, ferro e estanho, não houve diferença ao longo das coletas e entre os grupos. Para níquel, houve efeito de interação entre os grupos e ao longo das coletas. Para zinco, prata e cádmio não houve diferença ao longo das coletas. Para zinco houve diferença do grupo 4 para os grupos 1 e 2; para prata houve diferença do grupo 4 para os grupos 2 e 3 e para cádmio houve diferença entre a coleta inicial e final em todos os grupos. Conclusões: diferentes procedimentos de soldagem podem alterar concentrações de íons na saliva. Para a maioria dos íons, não houve aumento significativo comparando tipos de solda e comparando valores em todos os pontos no mesmo grupo. Aparelhos com soldagem TIG apresentaram maior liberação de níquel, não diminuindo durante o período avaliado, possivelmente devido a uma maior corrosão da solda.

PREVALÊNCIA E FATORES ASSOCIADOS A MALOCLUSÕES NA DENTIÇÃO DECÍDUA EM CIDADE DO NORDESTE BRASILEIRO11:40 - 12:00 | Sala: Oceania III

Objetivos: Avaliar a prevalência e fatores associados a maloclusões na dentição decídua em pré-escolares de uma cidade do nordeste brasileiro. Métodos: Um estudo observacional transversal foi realizado com 566 crianças de 5 anos de idade, matriculados em pré-escolas públicas e privadas do município de Teresina, Piauí, Brasil. Os dados foram coletados por meio da aplicação de questionário sociodemográfico aos pais/cuidadores e exame clínico dentário das crianças. Para o diagnóstico das maloclusões utilizou-se os critérios de Foster e Hamilton para a dentição decídua. Foi realizada análise descritiva dos dados e regressão de Poisson foi utilizada para avaliar a associação de maloclusão com as variáveis independentes. Resultados: A prevalência de maloclusão foi de 51,2%. Relação de caninos de Classe II foi a característica mais frequente (17% e 16,8%), seguido de sobressaliência aumentada (15,2%) e sobremordida reduzida (14%). Mordida cruzada anterior estava presente em 3,5% dos pré-escolares avaliados. Na regressão bivariada, a presença de maloclusão foi associada à menor renda familiar (RP=1,22; IC95%= 1,01 – 1,47). A prevalência de maloclusões em pré-escolares foi alta e associada a baixa renda familiar.

Efeito do diodo emissor de luz (LED) de alta potência sobre a retina de ratos11:50 - 12:10 | Sala: Oceania VIII

Objetivo: Avaliar os efeitos do uso de um aparelho fotopolimerizador LED de alta potência nas retinas de ratos Wistar. Métodos: Seis ratos Wistar foram utilizados como objeto de estudo, sendo o olho direito de cada animal considerado como amostra controle, e o olho contralateral como amostra experimental.. Durante a fotoestimulação, o olho direito do animal, , foi coberto com um tampão removível em PVC, enquanto que o olho esquerdo, foi exposto à luz do LED de alta potência, 3200mW/cm2 (Valo Ortho - Ultradent), por 144s à distância de 30cm 3 vezes durante um dia, com intervalo de 4 horas entre cada aplicação.. Decorridos 7 dias, os animais foram eutanasiados e espécimes da retina foram processados histologicamente. Em seguida, as lâminas foram digitalizadas e suas imagens analisadas estereologicamente e histomorfometricamente. Resultados: Houve um aumento estatisticamente significativo no volume total da retina e no volume das camadas: decélulas ganglionares , plexiforme interna , nuclear externa e os prolongamentos de cones e bastonetes no grupo experimental. Em relação à densidade, não houve diferença estatisticamente significativa. Entretanto, observou-se um aumento estatisticamente significativo da área nuclear das células em todas as camadas estudadas no grupo exposto à luz LED. Mesmo com um protocolo agudo e curto de exposição do olho à luz, houve alteração nas estruturas retinianas, o que ressalta a necessidade de proteção durante a utilização desses aparelhos

Fatores de risco para reabsorção radicular apical externa após tratamento ortodôntico13:10 - 13:30 | Sala: Oceania VIII

A reabsorção radicular apical externa (RRAE) é uma condição que reduz permanentemente o tamanho da raiz dentária e é observada com relativa frequência após tratamento ortodôntico. Objetivo: identificar possíveis fatores de risco associados com RRAE em incisivos superiores após tratamento ortodôntico.Métodos: foram selecionadas radiografias periapicais de 2173 incisivos de 564 pacientes em fase de contenção. Foi realizado o teste kappa para avaliar a reprodutibilidade intra e interexaminador. A associação entre RRAE e os fatores avaliados foi realizada através de regressão logística binária múltipla. Razão de chance (OR) e intervalo de confiança de 95% foram relatados. Resultados: o risco de desenvolver RRAE foi 70% maior nos pacientes tratados com extrações de pré-molares superiores (p = 0,004), 58% maior nos pacientes com overjet aumentado (p = 0,012), 41% menor em tratamentos realizados em 2 fases (p = 0,037) e 33% menor em pacientes com sobremordida exagerada (p = 0,039). Os incisivos laterais apresentaram 54% mais chances de apresentar RRAE (p < 0,001), raízes dilaceradas 2,26 vezes mais chances de desenvolverem RRAE (p < 0,001) e para cada milímetro a mais no comprimento radicular, o risco de RRAE aumenta 29% (p < 0,001). Portanto, os potenciais fatores de risco para RRAE após tratamento ortodôntico incluem tratamento com extrações de pré-molares superiores, overjet aumentado ao início do tratamento e raízes dilaceradas.

INFLUÊNCIA DA EXPOSIÇÃO DOS INCISIVOS INFERIORES NA PERCEPÇÃO ESTÉTICA DO SORRISO13:30 - 13:50 | Sala: Oceania III

O grau de exposição dos dentes anteriores durante o sorriso pode influenciar nossa percepção de atratividade facial. Objetivo: Avaliar a percepção do grau de atratividade em diferentes níveis de exposição dos incisivos inferiores no sorriso. Métodos: Fotografias de sorriso aproximado e da face total de um adulto jovem com tratamento ortodôntico finalizado foram manipuladas virtualmente, variando a exposição do incisivo inferior em 0%, 25%, 50%, 75% e 100%. As imagens foram mostradas por 20 segundos a avaliadores dentistas especialistas e leigos que julgaram sua percepção estética através da escala visual analógica. Compararam-se os dados entre as diferentes classes de avaliadores através do teste de Kruskall-Wallis e comparações em pares. Para a comparação entre as imagens dentro das mesmas categorias e entre fotos da face e do sorriso aproximado foi aplicado o teste de Wilcoxon. Resultados: Os avaliadores apresentaram preferência pelas imagens com 25% de exposição dos incisivos inferiores, sendo as imagens com 0% a 50% consideradas as mais agradáveis, e as imagens com 75% e 100% menos agradáveis. Os indivíduos leigos atribuíram menores escores em todas as fotos avaliadas quando comparados aos dos especialistas. Conclusão: Os avaliadores consideraram esteticamente mais agradáveis sorrisos que apresentaram leve exposição dos dentes inferiores (25%), e não foram encontradas diferenças entre as imagens de face total e apenas do sorriso (foto aproximada). Palavras-chaves: Estética, Estética dentária, Incisivo. -Larissa Barbosa Moda - Mestranda em Ortodontia, Departamento de Odontologia Preventiva e Comunitária, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Rio de Janeiro, Brasil. -Paula Coutinho Cardoso Especialização em Ortodontia, Departamento de Odontologia Preventiva e Comunitária, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Rio de Janeiro,Brasil. - Sérgio Roberto de Oliveira Caetano - Doutorando em Ortodontia, Departamento de Odontologia Preventiva e Comunitária, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Rio de Janeiro,Brasil. - Flavia Artese - Professora Associada de Ortodontia, em Ortodontia, Departamento de Odontologia Preventiva e Comunitária, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Rio de Janeiro, Brasil.

Comparação das características de microestética na Classe I tratada com extrações em relação à oclusão normal13:30 - 13:50 | Sala: Oceania VIII

Importância do tema: Apesar de estudos relatarem características da microestética na Ortodontia, não há pesquisas que detalhem esses critérios de acordo com más oclusões. Objetivo: Comparar as características de microestética dos dentes anterossuperiores na má oclusão de Classe I tratada com extrações de quatro pré-molares versus oclusão normal. Métodos: Foram inseridos dois grupos; o primeiro com má oclusão de Classe I tratado com extrações de quatro pré-molares e o segundo com oclusão normal; compostos por 31 indivíduos cada. O OGS foi avaliado nos modelos de gesso, seguido pela digitalização destes modelos com o 3Shape R700 scanner (3Shape A/S, Copenhagen, Denmark). A proporção largura/altura dos dentes anterossuperiores, localização do zênite, alturas dos conectores e contorno gengival foram medidos com o programa OrthoAnalyzer™ 3D. Os erros casuais e sistemáticos foram avaliados respectivamente pela fórmula de Dahlberg e teste t pareado. Mann-Whitney U e teste t foram utilizados para variáveis sem e com distribuição normal respectivamente. Resultados: Na maioria das comparações realizadas não foram observadas diferenças estatisticamente significantes entre os grupos. Ambos os lados nos dois grupos apresentaram simetria. Conclusões: O tratamento ortodôntico da má oclusão de Classe I com extrações de quatro pré-molares promove características de microestética semelhantes à Oclusão Normal. Geralmente ambos os grupos apresentam simetria nas características de microestética.

FECHAMENTO TARDIO E REABERTURA DOS ESPAÇOS DAS EXTRAÇÕES ORTODÔNTICAS EM LONGO PRAZO13:50 - 14:10 | Sala: Oceania VIII

Objetivos: A reabertura e o fechamento tardio dos espaços das extrações ortodônticas são constantemente relatados na literatura, mas sem dados concretos. Por isso, o objetivo deste estudo foi avaliar qualitativa e quantitativamente o comportamento destes espaços em longo prazo. Métodos: modelos de 1950 pacientes tratados foram avaliados. Aplicados critérios de seleção, modelos finais (T0) de 1546 pacientes foram selecionados, bem como os de 1 (T1) e 5 (T2) anos pós-tratamento de 256 deles. Descreveu-se o comportamento dos espaços nos três estágios por porcentagem de pacientes e de quadrantes. Verificou-se a normalidade dos dados (Teste K-S), e, então, a variação da dimensão dos espaços com o tempo, mensurada com um paquímetro digital, de maneira geral, e também por arco e por má oclusão, através da ANOVA, seguida de Tukey. Os arcos foram comparados com o Teste t, nos três estágios. Resultados: Mais de 50% dos pacientes apresentaram espaços abertos em T0; mais de 35%, fechamento tardio, e 10%, reaberturas. Aproximadamente, 6% dos espaços abertos em T0 permaneceram assim. Mais de 90% daqueles fechados em T0 permaneceram estáveis. Houve redução dimensional significante dos espaços com o tempo. A quantidade de pacientes com espaços em T0 foi preocupante. A tendência de fechamento tardio não é absoluta. O fechamento total em T0, além de ideal, é estável. Descritores: Fechamento de Espaço Ortodôntico, Extração Dentária. Auxílio: Bolsa (Mestrado), CAPES (Nº 88882.182777/2018-01)

OS EFEITOS DA EXPANSÃO RÁPIDA DE MAXILA NA ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA13:50 - 14:10 | Sala: Oceania III

A ERM é muito usada na prática clínica, precisa-se de melhores evidências de seus efeitos na ATM. Objetivo:Avaliar os efeitos da ERM na ATM Métodos: Bases de dados foram investigadas até maio de 2019. Os estudos deveriam apresentar medidas de ressonância magnética ou tomografia computadorizada pré e pós ERM em pacientes em crescimento sem sintomas de disfunção temporomandibular. O risco de viés foi avaliado pela ferramenta da Colaboração Cochrane para revisões sistemáticas de intervenção e para estudos sem grupo controle foi utilizada a ferramenta NHLBI para Antes-Depois. Resultados: 7 estudos preencheram os critérios de inclusão e foram para análise qualitativa. Destes, 1 foi classificado com risco de viés incerto, os demais apresentaram baixo a moderado risco de viés. Os resultados mostraram que ERM remodelou cabeça e/ou ramo condilar, alterou posição condilar e espaço articular; e não mudou posição ou forma do disco articular. A análise quantitativa foi inviável, dada a heterogeneide na metodologia dos artigos incluidos. Conclusão: A ERM remodelou cabeça e/ou ramo condilar, alterou posição condilar e espaço articular, sem mudar o disco articular. Descritores: Revisão sistemática; Expansão maxilar; ATM.

Avaliação de assimetria facial em crianças com dentadura mista e associação com aspectos clínicos14:10 - 14:30 | Sala: Oceania III

Importância do tema na área: O diagnóstico precoce da assimetria facial possibilitará intervenções que poderão influenciar tanto o processo mastigatório como o desenvolvimento da saúde bucal e geral do indivíduo. Objetivos: • Analisar presença de assimetria facial em crianças de 6-10 anos, durante a dentadura mista; • Correlacionar outros aspectos clínicos que possam estar associados. Métodos: • Cálculo amostral baseado no número de escolares da rede pública de Araruna - PB, que resultou em 212 crianças. • Coeficiente kappa>0,8; • Estatística descritiva; • Análise de regressão de Poisson bivariada e multivariada com variância robusta para determinar associação entre os aspectos clínicos independentes e a variável dependente em questão assimetria facial após categorização (p<0,05); • Testes realizados no software SPSS, versão 18.0. Resultados: • Distribuição uniforme nas faixas etárias, maioria sexo feminino (56,6%); • Má oclusão em 82,7%; • Mastigação unilateral em 76%; • Assimetria facial em 14%; • Dentre as variáveis independentes, os fatores clínicos associados, na regressão bivariada, foram a mordida cruzada posterior (p=0,033), desvio de linha média (p=0,146), classe III de canino (p=0,032), mordida topo-a-topo (p=0,117) e mordida aberta (p=0,071), esta última também associada na regressão multivariada (p=0,029). Conclusão: A assimetria facial pode mostrar sinais precoces, em crianças entre 6 e 10 anos, que podem estar associadas a mordida aberta e outras maloclusões.

Níveis de dor em pacientes em tratamento ortodôntico com alinhadores ou aparelho fixo: uma revisão sistemática.14:10 - 14:30 | Sala: Oceania VIII

Objetivo: avaliar, através de uma revisão sistemática, se existe diferença na percepção de dor entre pacientes ortodônticos tratado com alinhadores ou aparelhos fixos. Material e Método: uma busca eletrônica foi feita nas bases de dados PubMed, Cochrane, Web of Science, Scopus, Lilcas, Google Scholar, Clinical Trials e Open Grey, sem restrições de data e idioma, até fevereiro de 2019. O risco de viés foi avaliado através das ferramentas Newcastle-Ottawa, ROBINS-I ou ROB 2.0, de acordo com o tipo de estudo, e o nível de evidência foi avaliado através do GRADE. Resultados: foram encontrados 1773 artigos, e dentre esses, sete estudos foram incluídos. Cinco eram estudos prospectivos não-randomizados (CCT), um transversal e um estudo clínico randomizado (RCT). Dois estudos apresentaram alto risco de viés, três moderado, e dois baixo risco, incluindo o RCT. Não foi possível realizar uma metanálise devido à grande heterogeneidade dos estudos. A maioria dos estudos encontraram que os níveis de dor em pacientes tratados com Invisalign foram menores do que aqueles com aparelho fixo, 24 horas e no terceiro dia após o início do tratamento. Levando em consideração que o nível da evidência dos artigos é apenas moderado, estudos clínicos randomizados devem ser realizados, principalmente durante um período longo do tratamento. Descritores: Aparelhos ortodônticos removíveis, dor, má oclusão.

A obstrução nasofaríngea pode ser um fator de impacto na maloclusão? Revisão sistemática e meta-análise14:40 - 15:00 | Sala: Oceania VIII

Introdução: O objetivo deste estudo foi responder, por meio de uma revisão sistemática, a questão

ANÁLISE TOMOGRÁFICA DO COLO DO CÔNDILO MANDIBULAR EM DIFERENTES PADRÕES FACIAIS E CLASSES ESQUELÉTICAS14:40 - 15:00 | Sala: Oceania III

Objetivo: Este estudo consiste em comparar as medidas antropométricas do colo do côndilo mandibular em diferentes padrões faciais e classes esqueléticas, correlacionando-os com os riscos de fratura. Métodos: Foram analisadas imagens de tomografia computadorizada multislice de 80 pacientes (160 lados), categorizadas de acordo com o gênero, lado, classe esquelética (classes I, II e III) e padrão facial (braquicefálico, mesocefálico e dolicocefálico). As medidas tomográficas foram obtidas através da identificação da porção mais estreita do colo do côndilo mandibular, no corte sagital, onde foram mensuradas sua cortical anterior, cortical posterior, a largura óssea total, e a altura entre o colo condilar e o ponto mais profundo da incisura mandibular. Resultados: Indivíduos do gênero feminino apresentaram a cortical anterior mais espessa (p=0,018), bem como a cortical posterior (p=0,010). Entre os lados, não houve diferença estatisticamente significativa. Indivíduos com diferentes padrões faciais não apresentaram diferença estatisticamente significativa. Indivíduos classe III apresentaram menor espessura da cortical anterior (p=0,001), bem como da cortical posterior (p=0,007); além de maior altura entre o colo condilar e o ponto mais profundo da incisura mandibular (p=0,000) em relação aos indivíduos classe I e II. Conclusão: indivíduos do gênero masculino apresentam maior risco de fratura do colo do côndilo mandibular, bem como indivíduos classe III.

COMPARAÇÃO DAS ALTERAÇÕES TEGUMENTARES DE PACIENTES TRATADOS COM O APARELHO TWIN FORCE BITE CORRECTOR E ELÁSTICOS DE CLASSE II15:00 - 15:20 | Sala: Oceania VIII

A harmonia do perfil facial constitui fator preponderante no diagnóstico e na elaboração do plano de tratamento ortodôntico, buscando-se sempre melhorá-lo ou não causar prejuízo ao mesmo. OBJETIVO: O objetivo deste trabalho foi comparar as alterações cefalométricas tegumentares de pacientes com má oclusão de Classe II tratados com o aparelho Twin Force Bite Corrector (TFBC) e com elásticos de Classe II.MÉTODOS: 94 telerradiografias de 47 pacientes tratados sem extrações, divididos em: grupo 1 (25 pacientes tratados com o aparelho TFBC) e grupo 2 (22 pacientes tratados com elásticos de Classe II). As telerradiografias foram avaliadas em duas fases distintas: inicial (T1) e final (T2), sendo utilizado o teste t dependente para a comparação intragrupo entre os dois estágios, e o teste t independente para comparação intergrupos, em T1 e T2 e para alterações no período de tratamento.RESULTADOS: O TFBC promoveu uma redução estatisticamente significante da convexidade facial e da distância do lábio superior às linhas E e S, e um aumento da distância da linha H à ponta do nariz. Os elásticos causaram um aumento significante do ângulo nasolabial e da distância da linha H à ponta do nariz, e uma redução da distância do lábio superior às linhas E e S. Não houve diferença em relação às variáveis que avaliaram o perfil tegumentar nos pacientes tratados com o aparelho TFBC e com elásticos de Classe II, exceto na convexidade facial, que sofreu uma maior redução no grupo tratado com o TFBC.

Avaliação da atratividade do sorriso com variação na dimensão mesiodistal de incisivos laterais superiores uni e bilateralmente15:00 - 15:20 | Sala: Oceania III

Objetivo: Com o atual apelo estético nos tratamentos odontológicos, buscou-se avaliar a percepção da atratividade do sorriso quando há variação unilateral ou bilateral na dimensão mesiodistal dos incisivos laterais superiores. Métodos: Cinco fotografias frontais de sorriso foram selecionadas e manipuladas digitalmente com reduções de 0,5mm, 1mm, 1,5mm e 2mm na largura mesiodistal da coroa dos incisivos laterais superiores, unilateral e bilateralmente de forma simétrica. Dois conjuntos de fotografias impressas foram criados: imagens com variações unilaterais e bilaterais, ambos contendo a fotografia original, que foram analisados por 30 ortodontistas, 30 dentistas e 30 leigos. Estes colocaram as imagens em ordem de atratividade, gerando um score para avaliação inter e intragrupo. Resultados: Houve diferença significativa entre os grupos de ortodontistas e leigos para avaliações unilaterais, e entre todos os grupos para as bilaterais. Não houve diferença ao comparar conjuntos unilaterais e bilaterais dentro do mesmo grupo. Os dentistas demonstraram maior percepção da atratividade, tanto nas variações unilaterais quanto bilaterais, quando comparados aos leigos. Em relação à concordância intragrupo, as maiores taxas foram encontradas entre os ortodontistas, enquanto as menores, entre os leigos. Conclusão: Dentro dos grupos de avaliação, a alteração uni ou bilateral não interferiu com significância estatística na concordância entre a atratividade do sorriso e a variação dentária.
Descritores: Sorriso; Incisivo

Avaliação tridimensional das vértebras cervicais em indivíduos jovens com mordida cruzada posterior unilateral15:20 - 15:40 | Sala: Oceania III

Objetivo: Avaliar o posicionamento tridimensional das vértebras cervicais de indivíduos jovens com mordida cruzada posterior unilateral (MCPU).
Métodos: Estudo transversal composto por uma amostra de 26 tomografias computadorizadas de feixe cônico (TCFC) de indivíduos com MCPU e 32 TCFC de indivíduos com oclusão normal. O roll, o yaw e o deslocamento do centro geométrico das vértebras C1, C2 e C3 foi aferido e comparado entre os grupos, assim como a correlação entre estes desvios e o posicionamento mandibular.
Resultados: Foi encontrada diferença estatisticamente significativa (P<0,05) entre os grupos com relação ao desvio do pogônio (Pog), roll do plano mandibular e roll da vértebra C3, que apresentaram-se mais desviados no grupo MCPU. Uma correlação estatisticamente significativa foi observada entre o roll de C2 e C3 com o desvio do Pog, roll do plano oclusal e roll do plano mandibular (P<0,05). A mesma correlação foi observada entre o roll do plano oclusal e do plano mandibular com o roll de C2 e C3. (P<0,05).
Conclusão: Alterações oclusais transversais apresentam correlação com alterações posicionais nas vértebras cervicais, especialmente C2 e C3. Embora exista correlação, não é possível inferir a consequência clínica/funcional desta alteração, bem como se o tratamento da má oclusão resulta em uma melhora das relações intervertebrais.

Palavras-Chave: Má Oclusão; Vértebras Cervicais; Tomografia.

APLICAÇÃO DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL (BBO) EM CASOS TRATADOS NA PUCRS15:20 - 15:40 | Sala: Oceania VIII

Os objetivos deste estudo retrospectivo foram avaliar o percentual de casos tratados ortodonticamente na Escola de Ciências da Saúde da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (ECS-PUCRS) que são compatíveis com os critérios mínimos do Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial (BBO), comparar a finalização dos casos entre as diferentes maloclusão, verificar se há relação entre a complexidade do caso e a qualidade da finalização e quais são as maiores dificuldades de finalização. A amostra foi constituída por 70 casos tratados na ECS-PUCRS com documentação ortodôntica completa e foi dividida conforme o tipo de maloclusão, sendo que 18 casos eram de Classe I, 44 de Classe II e 08 de Classe III. Foi aplicado o Índice de Grau de Complexidade (IGC) nas documentações iniciais para averiguar a complexidade de cada caso e o Sistema Objetivo de Avaliação (SOA) nas documentações finais para calcular quantos pontos este caso perderia na avaliação do BBO e quais quesitos que mais descontaram pontos. 58,6% (41 casos) apresentaram o critério mínimo do BBO (até 30 pontos descontados no SOA) 41,4% (29 casos) não apresentaram esse critério (descontando mais de 30 pontos no SOA). Não houve associação significativa (p=0,23) entre o tipo de maloclusão e a pontuação do SOA. O nível de complexidade (IGC) dos casos de Classe I, foi menor que dos casos de Classe II, que foi menor que dos casos de Classe III. Entre o IGC e o SOA houve correlação direta (p=0,04 e r=0,25).

Efeito da cafeína na movimentação ortodôntica e no comportamento de ratos: estudo experimental in vivo15:40 - 16:00 | Sala: Oceania VIII

OBJETIVO: Verificar o efeito da cafeína na movimentação ortodôntica (MO) e no comportamento de ratos. MÉTODOS: Neste estudo experimental in vivo randomizado, foram utilizados 12 ratos machos saudáveis da linhagem Wistar (Rattus norvegicus albinus), 7-12 semanas, 200-300g. Esses animais foram submetidos à MO (mola fechada de NiTi (50cN) entre 1o molar e incisivos superiores/lado esquerdo) e administração diária de cafeína (3g/L) e água por gavagem durante 21 dias consecutivos. A amostra foi distribuída em dois grupos: a) controle (n = 7): submetidos à MO e água; b) experimental (n = 5): submetidos à MO e cafeína. A quantidade de MO foi verificada através de um compasso de ponta seca e régua milimetrada nos tempos inicial e final. O teste de campo aberto foi empregado na avaliação comportamental em quatro tempos: baseline (T0), após colocação das molas (T1), após 2a gavagem (T2), após 21 dias (T3). Em seguida, foram realizados testes estatísticos de Mann-Whitney (quantidade de MO) e o teste de Friedman/pós teste de Wilcoxon (comportamento) em um nível de significância de 5%. RESULTADOS: A cafeína não interferiu na MO (p > 0,05). Quanto ao teste de campo aberto, valores estatisticamente significativos (p >0,05) foram identificados em diversos parâmetros. CONCLUSÃO: A cafeína não influenciou na quantidade de movimentação ortodôntica, apesar de exibir efeito ansiogênico no comportamento de ratos. Palavras-chave: Ortodontia; Técnicas de movimentação dentária; Ratos.

Diferença da força de adesão de bráquetes metálicos e cerâmicos polimerizados com um LED de alta potência.16:00 - 16:20 | Sala: Oceania III

A eficácia do tratamento ortodôntico depende do sucesso na colagem dos bráquetes. LEDs de alta potência estão disponíveis no mercado e devido à sua alta intensidade (até 3200mW/cm²), o fabricante sugere ativar materiais adesivos em 3 segundos (s), reduzindo o tempo clínico de colagem. Objetivo: comparar os valores de força de adesão ao cisalhamento entre bráquetes metálicos e cerâmicos polimerizados com um Led de alta potência. Métodos: 40 incisivos bovinos foram divididos em 4 grupos (Grupo A: bráquete metálico/6s; B: cerâmico/6s; C: metálico/3s; D: cerâmico/3s). Os bráquetes foram submetidos ao teste de força de adesão ao cisalhamento e ao índice de adesivo remanescente (ARI) de 0 a 3, sendo 0: nenhum compósito deixado no esmalte; 1: menos da metade do compósito deixado; 2: mais da metade do compósito deixado; e 3: todo compósito permaneceu no esmalte. Resultados: os valores encontrados foram, em média, grupo A: 22,13 Mpa; B:15,5 Mpa; C: 16,34 Mpa; D: 10,00 Mpa. O ARI predominante para cada grupo foi A: tipo 1; B: tipo 1; C: tipo 3; D: tipo 3. Conclui-se que bráquetes metálicos ou cerâmicos polimerizados por 3s ou 6s com 3200mW/cm² atingiram valores de força de adesão dentro dos padrões aceitáveis para a prática clínica. Bráquetes polimerizados por 3s. apresentaram valores menores do que os polimerizados por 6 seg. e deixaram, em sua maioria, toda a resina colada ao dente após a remoção do bráquete. Descritores: Polimerização, Bráquetes, Resistência ao Cisalhamento

Avaliação da resistência de adesão de tubos ortodônticos submetidos a reforço com resina flow.16:10 - 16:30 | Sala: Oceania VIII

Objetivo: Avaliar in vitro a resistência adesiva de tubos ortodônticos colados em molares humanos e reforçados com resinas do tipo flow.
Material e métodos: Foram selecionados 120 molares humanos extraídos previamente de pacientes com idade entre 12 e 30 anos. Tubos ortodônticos foram colados na superfície vestibular destes dentes com um de dois tipos de adesivos ortodônticos (Transbond XT ou Orthobond). Cada um desses grupos foi subsequentemente dividido em 4 subgrupos: controle e submetido a reforço resinoso na superfície oclusal dos tubos com um de três materiais (Transbond XT, Tetric N Flow ou Z 350 Flow). Foram realizados testes de resistência ao cisalhamento e remanescente adesivo para avaliar a resistência de adesão e tipo de fratura do adesivo aplicado aos tubos colados com os diferentes métodos.
Resultados: O uso de reforço resinoso com Transbond XT aumentou significativamente a resistência adesiva dos tubos colados com quaisquer um dos dois materiais. Resinas do tipo flow não estiveram relacionadas a aumento da resistência adesiva. Todos os grupos apresentaram menos de 50% de material remanescente na superfície dentária após o cisalhamento.
Conclusão: O uso de reforço com Transbond XT aumentou a resistência adesiva de tubos ortodônticos. Esse resultado não deve ser esperado com o uso de resinas do tipo flow.

Acurácia e reprodutibilidade da avaliação visual dos estágios de maturação vertebral16:20 - 16:40 | Sala: Oceania III

A definição do estágio de desenvolvimento do paciente é importante para o plano de tratamento ortodôntico. Objetivos: Verificar a acurácia e reprodutibilidade da avaliação visual do Índice de Maturação Vertebral (IMV). Métodos: Quatorze alunos de pós-graduação em Ortodontia avaliaram 72 casos, divididos em seis estágios. As avaliações foram realizadas em dois tempos (T1 e T2). Os dados foram comparados com o padrão de referência obtido com traçado das vértebras cervicais. O Kappa ponderado foi utilizado para a comparação com o padrão de referência e para a reprodutibilidade intra-avaliador e o coeficiente de correlação de Kendall para a reprodutibilidade interavaliador. Resultados: Na avaliação da acurácia, a concordância foi de moderada à boa (0,484 a 0,739 em T1 e 0,525 a 0,661 em T2). Dentre os desacordos predominou o de um estágio. A reprodutibilidade intra-avaliador, foi de moderada à excelente (0,507 a 0,838) com os desacordos predominando em um estágio. A reprodutibilidade interavaliador foi moderada à boa em T1 (0,599 a 0,860) e boa à excelente em T2 (0,613 a 0,863). Dentre os desacordos predominou o de 2 estágios em T1 e de um estágio em T2. Houve relativa acurácia e reprodutibilidade do IMV. Porém, os valores da porcentagem de concordância absoluta ficaram abaixo do ideal, sendo indicada, além de um treinamento prévio a associação de outros indicadores de maturação óssea. Descritores: Ortodontia, vértebras cervicais, crescimento e desenvolvimento.

Qualidade de vida de indivíduos adultos submetidos ao retratamento ortodôntico16:30 - 16:50 | Sala: Oceania VIII

Um aumento da demanda por retratamento com aparelho fixo tem sido observado na clínica ortodôntica. Objetivo: Investigar a qualidade de vida (QdV) de indivíduos adultos submetidos ao retratamento ortodôntico. Métodos: Trinta e um indivíduos de 18 a 62 anos participaram desse estudo. A QdV foi avaliada por meio da versão brasileira do Oral Health Impact Profile (OHIP-14), composto por 14 questões distribuídas em sete subescalas: limitação funcional (LF), dor física (DF), desconforto psicológico (DP), incapacidade física (IF), incapacidade psicológica (IP), incapacidade social (IS) e incapacidade geral (IG). Escores maiores denotam uma percepção mais negativa do indivíduo com relação ao impacto de condições bucais na sua QdV. O OHIP foi respondido pelos indivíduos antes do início do retratamento (T1) e três meses após a colagem dos aparelhos fixos (T2). Em T1, uma pergunta sobre se o motivo da procura pelo retratamento ortodôntico tinha sido funcional, também foi respondida pelos indivíduos. Resultados: Os participantes apresentavam uma média de idade de 33,3 (±10,9) anos. Os escores em T1 foram significativamente maiores para DF (p<0,001), IS (p=0,036), IG (p<0,001) e o escore geral do OHIP (p=0,043). Para a maioria dos participantes, o motivo para a procura por retratamento ortodôntico tinha sido por questões funcionais. Observou-se um impacto positivo na QdV dos indivíduos durante os três primeiros de retratamento ortodôntico. Descritores: Qualidade de vida. Adulto. Retratamento ortodôntico.

Relação entre estabilidade de cor e rugosidade de superfície de bráquetes cerâmicos16:40 - 17:00 | Sala: Oceania III

Há a necessidade de bráquetes com bom desempenho estético e mecânico. OBJETIVOS: avaliar propriedades óticas, rugosidade de superfície dos bráquetes estéticos, estabilidade de cor e averiguar a correlação destas propriedades. MÉTODOS: 60 bráquetes de 6 marcas foram testados. A rugosidade foi aferida através de um microscópio eletrônico de varredura (MEV) e de um microscópio de força atômica (AFM). A cor dos bráquetes foram medidas através de um espectrofotômetro antes e depois de serem submetidos à corantes. RESULTADOS: Os valores médios de Ra (rugosidade média), Rq (rugosidade quadrática) e ΔE (distância entre duas cores) demonstram diferença entre bráquetes monocristalinos e policristalinos. As imagens 3D recostruídas do AFM mostraram a nanoestrutura detalhada das superfícies dos bráquetes, enquanto as imagens de deflexão bidimensional do AFM mostraram as informações de limite de suas superfícies. A rugosidade de superfície, tanto para Ra como para Rq, dos bráquetes foram influenciadas pela marca e tipo de bráquete (P <0,05). CONCLUSÃO: A rugosidade de superfície não teve influência na estabilidade de cor dos bráquetes estéticos tanto nos bráquetes monocristalinos quanto nos bráquetes policristalinos. O bráquete Iceram S (Orthometric, SP, BR) apresentou uma rugosidade consideravelmente menor em relação aos outros bráquetes avaliados. Os resultados sugeriram não haver uma padronização na fabricação dos bráquetes estéticos. Descritores: bráquetes, cor, cerâmico.

Influência de Assimetrias Incisais em Centrais Superiores na Percepção Estética de Fototografias Faciais em Repouso16:50 - 17:10 | Sala: Oceania VIII

Esse estudo corrobora que a simetria entre os incisivos centrais superiores é objetivo primordial para tratamentos estéticos odontológicos. OBJETIVO: O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de assimetrias incisais em incisivos centrais superiores na percepção estética de fotografias faciais em repouso. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram selecionadas 4 fotografias em uma vista facial completa em repouso de um homem e uma mulher melanodermas e um homem e uma mulher leucodermas entre 25 a 30 anos de idade. As imagens foram alteradas digitalmente para criar assimetrias no incisivo central superior esquerdo em incrementos de 0,5 mm e 1,0 mm. Após estudo piloto e cálculo amostral, as imagens finais foram aleatoriamente montadas em um álbum de fotos que foi entregue a 94 avaliadores, 47 ortodontistas e 47 leigos. Cada avaliador foi solicitado a avaliar individualmente a atratividade das imagens com escalas analógicas visuais. Os dados coletados foram analisados estatisticamente com análise de variância com pós-teste de Tukey e o Teste t de Student. RESULTADOS: As imagens mais atraentes foram aquelas sem assimetrias e as mais anti-estéticas foram as com 1,0mm de assimetria. Em geral, para ambos os grupos de avaliadores quanto maior a assimetria, menos atrativa eram as imagens. CONCLUSÃO: A presença de assimetrias incisais em incisivos centrais superiores afetaram diretamente a percepção estética dentofacial em repouso. Palavras-chave: Estética dentária, Assimetria, Ortodontia.

11/10 (Sexta-feira)

Curso Internacional SEAN CARLSON

Compreendendo a Terceira Dimensão: Muito além de dentes alinhados09:00 - 12:15 | Sala: Europas

Dentes alinhados são bonitos, mas vidas longas e saudáveis são muito melhores. Venha participar da palestra do Dr. Sean Carlson, onde irá experimentar uma viagem do 2D para o 3D. Aprenda como sua moderna abordagem ortodôntica tem como foco não apenas as lindas oclusões e sorrisos, mas também a prevenção dos distúrbios respiratórios do sono. Você irá logo compreender que a tecnologia de TCFC está oferecendo ao ortodontista informações que melhora significativamente a eficiência do tratamento, a saúde das vias aéreas e a comunicação com o paciente. Aprenda com o Dr. Carlson ao dividir com vocês seus dolorosos erros and as pérolas que modificaram sua prática clínica e que irá ajudá-lo a fazer a transição para o 3D. Esse evento irá certamente mudar para sempre a forma com que você clinica e vê os seus pacientes.

Participante irão:
-Conhecer os fundamentos da tecnologia e dosimetria da TCFC
-Aprender a usar modelos dinâmicos para criar planos de tratamento mais previsíveis
-Aprender a incorporar as vias aéreas na sua prática clínica
-Aprender as vantagens de uma clínica 2D vs 3D e porque nunca retornarão ao 2D.

Resumo da Palestra:
A criação de um paciente 3D virtual utilizando TCFC é agora uma realidade. Focar simplesmente em dentes é subutilizar o poder do nosso tratamento ortodôntico em melhorar não apenas o sorriso do paciente, mas sua saúde física também. Esta apresentação terá como obejtivo apresentar a ortodontia tri-dimensional e como integrar a TCFC no cuidado integral do paciente. Também será discutida a importância das vias aéreas no diagnóstico e no plano de tratamento. O Dr. Carlson irá utilizar inúmeros exemplos de casos para dividir sua história de transformação da clínica desde que instalou seu primeiro tomógrafo em 2008. As vantagens de uma abordagem tri-dimensional no diagnóstico, na análise das vias aéreas, no plano de tratamento e na comunicação com o paciente serão discutidas. Além disso, alguns desafios que podem tornar a migração do diagnóstico 2D para o 3D serão apresentados e como essa mudança é essencial para o futuro da ortodontia.

Palestrante
SEAN CARLSON

Finalização e Estética na Ortodontia

Detalhes tão pequenos... São coisas muito grandes para esquecer09:00 - 09:45 | Sala: Ásia IV

Será discutidos detalhes de finalização do tratamento ortodôntico que podem acrescentar valor ao resultado final e não deveriam ser negligenciados pelo Ortodontista. Serão discutidas protocolos para avaliação estética visando melhorar as camuflagens nos tratamentos ortodônticos, especialmente de assimetrias. Serão também apresentados procedimentos biomecânicos e multidisciplinares que possam otimizar a finalização ortodôntica. A interface estética e oclusão, com atuações sinérgicas para a melhoria dos ajustes da oclusão, também será alvo da apresentação.

Palestrante
ROBERTO BRANDÃO

As grandes lições que aprendi sobre finalização09:50 - 10:35 | Sala: Ásia IV

A finalização do tratamento ortodôntico pode representar um grande desafio para o ortodontista, exigindo conhecimento, experiência e senso artístico. Geralmente, não há um padrão de finalização e, muitas vezes, os casos bem terminados são casuais. O estudo dos fatores que determinam uma boa finalização, o reconhecimento de erros cometidos ao longo da correção e o estabelecimento de metas para o tratamento podem contribuir para melhores resultados com mais previsibilidade. O objetivo desta conferência é compartilhar as lições aprendidas em minha experiência clínica buscando a finalização de excelência no tratamento ortodôntico.

Palestrante
RICARDO MORESCA

O Planejamento digital na busca por sorrisos mais agradáveis10:40 - 11:25 | Sala: Ásia IV

Com a demanda crescente por tratamentos altamente personalizados na Ortodontia, torna-se fundamental incorporar ferramentas que possam ampliar nossa visão diagnóstica, melhorar a comunicação entre os membros da equipe e criar sistemas previsíveis durante o processo de “desenho” do sorriso e tratamento. Quando o ortodontista avalia a fase de finalização, muitos fatores críticos podem ser negligenciados. O objetivo de todo o tratamento estético dentário deve ser o de criar um design que se integre com as necessidades funcionais, estéticas e emocionais do paciente. A utilização de ferramentas digitais para aprimorar e facilitar o trabalho em equipe e a comunicação com o paciente passa a ser fundamental. A chave do sucesso é a comunicação visual! Como sabemos, “uma imagem vale mais que mil palavras”. A fotografia digital e o protocolo de análise digital possibilitam ao ortodontista visualizar e analisar questões que ele não observou clinicamente. Nesta fase o protocolo DSD irá melhorar o diagnóstico estético, a comunicação interdisciplinar, a análise crítica do resultado até então, a relação dentista-paciente, o gerenciamento de expectativas, motivação, ferramenta de marketing e a análise da finalização do tratamento. Delineando linhas de referências e desenhos sobre fotografias da face e intra-orais do paciente, seguindo uma seqüência específica para melhor avaliar a relação estética entre dentes, gengiva, sorriso e face, permite ao ortodontista e ao paciente um melhor entendimento dos problemas e a criação de possíveis soluções. Do ponto de vista estético, cada elemento de uma composição representa, sozinho, uma entidade exclusivamente estática, que terá um efeito estético apenas na interação, com outros elementos. Assim, todos os elementos fazem parte da cadeia das relações entre a face e os lábios, os lábios e os dentes, e os dentes e o suporte periodontal. Eles são cruciais para a estética dentofacial, enquanto as estruturas peribucais agem como pontos de referência básicos na reconstrução da harmonia dentofacial original. A proporção e disposição dos tecidos faciais, junto a uma adequada proporção e posicionamento dentário, comporão o sorriso esteticamente agradável. Portanto, todo o conjunto deve ser avaliado (considerando-se a aceitação do paciente e limitações do caso), envolvendo uma abordagem interdisciplinar ou, mais apropriadamente, uma abordagem transdiciplinar.

Palestrante
GERSON RIBEIRO

Refinamento e Estética em Ortodontia : em busca da sinergia da excelência11:30 - 12:15 | Sala: Ásia IV

Palestrante
CARLOS ALEXANDRE CÂMARA

Palestra Internacional JAMES MAH

[ ClearCorrect] Sistema de alinhadores ortodônticos ClearCorrect: eficiência, elegância e inteligência artificial14:15 - 16:40 | Sala: Europas

Palestrante
JAMES MAH

Disfunção Temporo Mandibular

A ortodontia revisitando a função15:05 - 15:50 | Sala: Oceania IV e V

O objetivo da palestra será discorrer sobre os seguintes temas: As assimetrias e as ATMs; Aparelho Funcional Fixo na Classe II subdivisão e em casos de deslocamento de disco;  Reabsorção Condilar - preparo pré cirúrgico dos pacientes de risco;  Padrão facial: o elo perdido entre as más oclusões e as DTMs?

Palestrante
BRUNO FURQUIM

Alterações na ATM e Cirurgia Ortognática15:55 - 16:40 | Sala: Oceania IV e V

A cirurgia ortognática tem como objetivos restabelecer a correta oclusão dentária, promover melhoras na permeabilização de vias aéreas superiores e obter harmonização da estética facial. Não há dúvida que esta reorganização músculo-esquelética irá promover mudanças adaptativas na ATM. Embora essas alterações sejam positivas para a maior parte dos pacientes , eventualmente pode ser danosas em alguns casos. Outro aspecto é que por vezes uma patologia na ATM determina o estabelecimento de uma deformidade dentofacial, sendo seu principal fator etiológico. Portanto é fundamental o reconhecimento de patologias pré-existentes na ATM e de possíveis complicações relacionadas ao tratamento.

Palestrante
HENRIQUE MARTINS

Tratamento Classe III INTERNACIONAL

Tratamento das Má-oclusões de Classe III e sua relação com a ATM. Diagnóstico, Planejamento e Tratamento14:15 - 16:40 | Sala: Américas

Palestrante
ANDREA BONO

Credenciamento

Credenciamento OrthoAligner (2ª Edição)08:00 - 13:00 | Sala: Oceania IV e V

Credenciamento Presencial! Inscrição gratuita e exclusiva para participantes do Congresso Internacional da ABOR

O Credenciamento OrthoAligner é uma verdadeira imersão sobre alinhadores transparentes para você que acredita numa Odontologia de excelência. No curso você aprenderá sobre essa técnica de tratamento com conteúdo teórico e aula demonstrativa prática, tirará dúvidas sobre quais as indicações de uso, verá dicas comerciais sobre como vender os alinhadores e terá um ortodontista à disposição para esclarecimentos de suas dúvidas.

Inscreva-se no link: https://www.sympla.com.br/credenciamento-orthoaligner--edicao-especial---congresso-internacional-da-abor__472870

Credenciamento OrthoAligner13:00 - 18:00 | Sala: Oceania IX

Credenciamento Presencial! Inscrição gratuita e exclusiva para participantes do Congresso Internacional da ABOR

O Credenciamento OrthoAligner é uma verdadeira imersão sobre alinhadores transparentes para você que acredita numa Odontologia de excelência. No curso você aprenderá sobre essa técnica de tratamento com conteúdo teórico e aula demonstrativa prática, tirará dúvidas sobre quais as indicações de uso, verá dicas comerciais sobre como vender os alinhadores e terá um ortodontista à disposição para esclarecimentos de suas dúvidas.

Inscreva-se no link: https://www.sympla.com.br/credenciamento-orthoaligner--edicao-especial---congresso-internacional-da-abor__472870

Tratamento da Classe II

Herbst X PowerScope: quando e qual propulsor mandibular devo utilizar para tratar a Classe II14:15 - 15:00 | Sala: Ásia IV

O tratamento da má oclusão de Classe II é de grande interesse para o ortodontista clínico, pois é grande o número de pacientes com essa má oclusão que buscam o seu tratamento. A má oclusão de Classe II não é uma entidade única, ou seja, há muitos tipos de Classe II, e isso está bem delimitado na literatura. Desta forma, a abordagem terapêutica da Classe II deve variar de acordo com a etiologia, com a idade do paciente, e com o seu padrão facial. Em pacientes que possuem uma retrusão mandibular e ainda possuem um potencial de rescimento podemos tentar melhorar a posição da mandíbula com o aparelho de Herbst. Já nos pacientes que não possuem crescimento, podemos tratar a Classe II distalizando os dentes superiores e/ou mesializando os inferiores. Nesta apresentação vamos mostrar os nossos protocolos de tratamento da Classe II baseados em evidências científicas explicando em quais casos utilizamos o Herbst e em quais o PowerScope.

Palestrante
ALEXANDRE MORO

Maloclusão Classe II – suas diferentes versões e soluções15:05 - 15:50 | Sala: Ásia IV

A maloclusão Classe II é uma das alterações ortodônticas mais frequente na população mundial, além de constituir uma situação clínica muito presente nos consultórios de Ortodontia, em razão, principalmente, do comprometimento funcional e estético. A apresentação abordará os vários fatores importantes a serem considerados no tratamento da maloclusão Classe II, entre os quais, a presença ou não de crescimento, o padrão facial de crescimento do paciente e a estética facial. A complexidade deste tipo de maloclusão contribui para que a mesma apresente-se com diferentes versões, a divisão 1 ou 2 com suas subdivisões, a presença da mesma em um padrão de crescimento facial equilibrado, mais horizontal ou predominantemente vertical, em uma face bastante comprometida esteticamente ou em uma face aceitável. Pela mesma razão dessa complexidade, diferentes estratégias de tratamento podem ser consideradas como soluções para essa maloclusão, seja através do controle de crescimento, da camuflagem com mecânica ortodôntica e da opção cirúrgica. Casos clínicos serão apresentados para ilustrar a utilização de mecânicas convencionais com utilização de aparelho extra-bucal para controle de crescimento ou como ancoragem durante a mecânica, assim como também a utilização de elásticos intermaxilares.

Palestrante
EDGARD NORÕES

Controle sagital e vertical nas correções das Classes II, utilizando os parafusos intra e extra-alveolares15:55 - 16:40 | Sala: Ásia IV

As más oclusões de Classe II de Angle, de natureza dentoalveolar ou esquelética moderada, sem grandes alterações verticais ou grande envolvimento mandibular, podem ser tratadas com extração de pré-molares ou distalização do arco superior. Os parafusosintra e extra-alveolares podem ser utilizados como ancoragem na correção da Classe II, para distalizar a arcada superior e até mesmo mesilaizar a arcada inferior. Da mesma forma estes dispositivos podem ser utilizados nos tratamentos das biprotrusões, quando são utilizados nos dois arcos, efetuando retrações de forma simultânea. Estas abordagens reduzem a necessidade de extrações de pré-molares para corrigir a relação molar de classe II, apinhamentos e/ou biprotrusões. A natureza desta ancoragem permite a retração dos arcos com um movimento distal simultâneo dos dentes posteriores e anteriores, simplificando a mecânica ortodôntica. Contudo o entendimento da biomecânica se faz necessário para efetuar as retrações controlando os vetores de força tanto no sentido sagital como vertical. O controle do plano oclusal é importante nos pacientes verticais neste tipo de abordagem, permitindo efetuar retrações e intrusões com maior previsibilidades dos resultados. Esta apresentação abordará o tratamento das Classe II, utilizando os parafusos intra e extra-alveolares como dispositivos de ancoragem.

Palestrante
HENRIQUE VILLELA

Harmonizando a Face SIMPÓSIO

Harmonizando a Face14:15 - 16:40 | Sala: Ásia I

Olhando as biprotrusões por uma outra perspectiva
Palestrante: FLAVIA ARTESE
14:15 - 14:45 
As biprotrusões têm uma influência significativa na estética facial e a ortodontia possui um importante papel na sua correção, uma vez que a retração de incisivos permite mudanças labiais expressivas. Na ortodontia contemporânea isso pode ser obtido, nos mais diversos graus, por três mecanismos básicos: redução interproximal, distalização total dos arcos utilizando ancoragem esquelética ou extrações de premolares. Nos casos que envolvem extrações de premolares, ainda não está claro se existe diferença na perda de ancoragem e, portanto, na quantidade de retração de incisivos, entre mecânicas de fechamento de espaço em massa ou em duas etapas. Aspectos tridimensionais de casos tratados com estas mecânicas serão apresentados em relação aos efeitos oclusais e faciais. Apesar das biprotrusões serem tradicionalmente avaliadas por nossa profissão em visão lateral da face, será demonstrado que esta má oclusão tem maior impacto na visão frontal, estando associada à contração da musculatura perioral, que pode sugerir expressões faciais desagradáveis. Esta apresentação irá demonstrar que a análise tridimensional e a percepção frontal da face nas biprotrusões pode trazer novas perspectivas para o diagnóstico e tratamento desta má oclusão.

As Possibilidades e as Limitações da Cirurgia Ortognática na Estética Facial
Palestrante: PAULO MEDEIROS
14:50 - 15:20 | Sala: Asia I
A busca de melhores resultados funcionais e estéticos têm sido a tônica dos Tratamentos Ortocirúrgicos. A atuação conjunta e integrada dos Ortodontistas e dos Cirurgiões estabelece princípios e critérios para preencher os anseios de pacientes , atualmente mais informados e mais exigentes. Os caminhos mais eficientes , e também mais seguros, para se atingir estes objetivos serão discutidos nesta apresentação

Rinoplastia 
Palestrante: PAULO HENRIQUE RODRIGUES
A beleza é valorizada desde os primórdios da humanidade, e iniciativas de se tentar estabelecer uma definição do que é Belo ocupou a mente de artistas e filósofos ao longo da história. O sentido que nos capacita reconhecer esse atributo é inato ao ser humano, mas a tradução desse sentimento em ciência remonta os estudos de proporção desde a idade média com os trabalhos de Fibonatti e solidificados pela mente brilhante de Leonardo da Vinci. Na era digital em que vivemos, somado à nossa intrínseca habilidade em reconhecer a beleza, há uma intensa reverberação de padrões desta, refratados pelo prisma social e comportamental. Nesse cenário, a atuação de profissionais em estética implica uma grande responsabilidade, sobretudo por se tratar de procedimentos de fim.
O nariz, centro e primeiro plano da face, ocupa lugar de destaque quando se trata de harmonia facial. As novas tendências de uma apreciação holística da face objetivando seu melhor equilíbrio requerem a inclusão da avaliação, e se indicado, do tratamento estético do nariz.
Abordaremos, nesse simpósio, os efeitos da Rinoplastia na harmonização facial, as evoluções das técnicas e sua associação com os tratamentos Ortocirúrgicos.
15:25 - 15:55 | Sala: Asia I

Moderador
MARCOS ALAN BITTENCOURT

Palestrante
FLAVIA ARTESE

Palestrante
PAULO MEDEIROS

Palestrante
PAULO HENRIQUE RODRIGUES

Acompanhamento a Longo Prazo - O que Esperar? SIMPÓSIO

Acompanhamento a Longo Prazo - O que Esperar?09:00 - 12:15 | Sala: Ásia I

O antes, o depois, e o pós-depois no tratamento da classe III
Palestrante: JONAS CAPELLI
09:00 - 09:35 
O controle do crescimento da Classe III com indicadores favoráveis ou desfavoráveis no pré-tratamento. Qual o desfecho dos tratamentos cirúrgicos realizados durante o crescimento de pacientes classe III ? Valeu a pena ? Esta apresentação reúne casos tratados e acompanhados por mais de 10 anos e mostra os resultados obtidos no longo prazo.

Previsibilidade e Longevidade em Reabilitação Oral
Palestrante: WILLIAM FROSSARD
09:40 - 10:15
A previsibilidade e a longevidade em tratamentos reabilitadores estão relacionadas a um preciso diagnóstico, prognóstico e o estabelecimento de uma sequência lógica de intervenções corretivas, aditivas e/ou subtrativas. O objetivo da palestra será discutir fatores importantes relacionados ao sucesso a longo prazo do tratamento, utilizando um enfoque multidisciplinar.

Implantodontia na Região Estética: o que aprendemos?
Palestrante: MARCOS MOTTA
10:20 - 10:55
Atualmente encontramos pacientes bem informados, que são ávidos por resultados que mimetizam o natural. Devido a uma literatura bem estruturada, é possível executar trabalhos utilizando a terapia com implantes osseointegráveis de maneira adequada na região estética. Os conceitos biológicos e o planejamento protético evoluíram ao longo do tempo, e a compreensão desta evolução é fundamental para que o Dentista não especialista possa indicar corretamente os tratamentos. O objetivo da palestra é mostrar, através do acompanhamento de casos clínicos, o que aprendemos e como podemos, hoje, substituir elementos perdidos região anterior com previsibilidade e boa proservação.

Integração Perio-Orto: Avaliação e modificação do fenótipo periodontal para obtenção de resultados a longo prazo
Palestrante: SÉRGIO KAHN e ALEXANDRA DIAS
11:00 - 11:35
A presente conferência tem como objetivo fazer uma abordagem sobre a importância da avaliação e modificação do fenótipo periodontal para a obtenção e manutenção dos resultados a longo prazo. Alguns recursos de diagnóstico e avaliação serão apresentados, juntamente com uma discussão de casos clínicos.

Moderador
DAVID NORMANDO

Palestrante
ALEXANDRA DIAS

Palestrante
MARCOS MOTTA

Palestrante
WILLIAM FROSSARD

Palestrante
SÉRGIO KAHN

Palestrante
JONAS CAPELLI

Reunião

Reunião - Conselho Superior da ABOR14:15 - 16:40 | Sala: Oceania II

Reunião fechada para membros dos conselhos superior da ABOR Nacional

Ortodontia na Dentição Mista

Trauma na dentição mista: qual o cenário atual?09:00 - 09:45 | Sala: Américas

Doutor, houve um acidente com meu filho. Estou nervosa e sem saber o que fazer. O senhor pode nos ajudar? ” Você está preparado para responder e atuar ao receber este chamado? Recentemente, em pesquisas com centenas de ortodontistas, o trauma na dentição mista foi apontado como um dos problemas mais recorrentes da idade. Destaco, dentre outros, um trabalho recente que realizamos na Saint Louis University - “The Attitudes, Awareness and Perceptions of Orthodontists with Regards to Orthodontic Literature on Interceptive Treatment of Class II Malocclusions in the Mixed Dentition” - (“As Atitudes, o Conhecimento e a Percepção de Ortodontistas em Relação a Literatura Sobre Ortodontia Interceptadora no Tratamento das Classes II na Dentição Mista.”) Os resultados apontam o Trauma como uma das razões principais para uma atuação imediata do ortodontista. Nesta apresentação, pretendo abordar este trabalho e discutir com os colegas as controvérsias e as condutas que utilizamos atualmente para enfrentar estas situações de muita ansiedade e dúvidas. As questões em relação a autoestima e trauma se colocam a frente na lista de motivos para tratamento na dentição mista. O papel do ortodontista é fundamental. Discutiremos casos e apresentaremos abordagens atuais relacionados com o tema.

Tratamentos ortodônticos precoces: supervisionar ou intervir?09:50 - 10:35 | Sala: Américas

O tratamento precoce de certas más oclusões é de grande importância na ortodontia, quando o crescimento e o desenvolvimento normais são o objetivo de nossa terapia. Visa prevenir o desenvolvimento de problemas acentuados na dentição permanente com o objetivo final de reduzir ou mesmo eliminar a necessidade de tratamento ortodôntico posterior. Estudos recentes mostram que apenas cerca de 15% das crianças no início da dentição mista não apresentam problemas ortodônticos relevantes. Cerca de 77% apresentam problemas ortodônticos leves ou médios onde a terapia ortodôntica precoce pode ser indicada ou não dependendo de outros fatores que devem ser considerados na tomada de decisão, e 8% apresentam problemas graves que exigem uma intervenção urgente. Na lista de anomalias que exigem necessidade urgente de tratamento podem ser citadas as mordidas cruzadas posteriores, excessivo overjet, mordida cruzada anterior, e as mordidas abertas anteriores extremas. Além disso aproximadamente 20% das crianças necessitam de medidas interceptivas para controle ou recuperação de espaço para acomodar todos os dentes permanentes. No entanto, a decisão de intervir precocemente ou apenas realizar recalls periódicos para supervisão do desenvolvimento da dentição não é tão fácil de ser tomada. Há poucos estudos que buscam evidências científicas da eficiência das medidas ortodônticas precoces e dentre os estudos existentes os resultados são altamente divergentes, na maioria das vezes devido à heterogeneidade e às diferentes metodologias empregadas. Isso torna substancialmente difícil tirar conclusões sobre até que ponto a terapia ortodôntica precoce pode ser indicada. Os resultados sugerem uma falta de evidências para provar que o tratamento precoce traz benefícios adicionais para além do alcançado com o tratamento que começa mais tarde; no entanto, isso não implica que o tratamento precoce seja ineficaz. Em determinados casos, mesmo na ausência de evidências científicas que justifiquem a intervenção precoce, características individuais exigem que o bom senso prevaleça e que o tratamento seja iniciado mais cedo. As decisões a serem tomadas nesses casos são baseadas no julgamento individual e não na evidência, mas não podem ser consideradas não válidas. Sabe-se, por exemplo, que os pacientes jovens são mais cooperadores com o tratamento ortodôntico do que a maioria dos pacientes adolescentes. Sob essa ótica, poderia-se dizer que se o tratamento é adiado até a fase de dentição permanente, há uma chance para a correção do problema em vez de uma abordagem de duas fases, onde se tem duas chances. Em vez de aconselhar sobre a mecanoterapia a ser empregada, a ênfase nos programas de treinamento ortodôntico deveria ser colocada prioritariamente na melhoria das habilidades de diagnóstico. Nessa apresentação serão discutidos algumas dessas más oclusões que devem ser diagnosticadas e tratadas antes da fase de dentição permanente, ilustradas com casos clínicos e suportadas com amplas evidências científicas.

Palestrante
RICARDO MACHADO CRUZ

O padrão de crescimento condicionando os protocolos terapêuticos na dentadura mista10:40 - 11:25 | Sala: Américas

A avaliação da oclusão e da face na dentadura mista deve ser uma obrigação na prática da Ortodontia contemporânea. Possibilidades diagnósticas são ampliadas, assim como as ações terapeuticas, quando indicadas. Esses eventos serão discutidos sob a perspectiva do padrão de crescimento.

Palestrante
LEOPOLDINO CAPELOZZA

Eficácia e Eficiência no Tratamento Ortodôntico Precoce11:30 - 12:15 | Sala: Américas

O tratamento ortodôntico em duas fases continua sendo uma questão clínica controversa, apesar do considerável volume de literatura sobre esse tema nos últimos anos. Decisões clínicas, como o momento ideal para iniciar o tratamento, são inevitavelmente difíceis, especialmente em pré-adolescentes, devido à variabilidade entre os pacientes, a incerteza sobre o crescimento, o risco de trauma, as necessidades psicológicas e a resposta ao tratamento. O objetivo da minha apresentação será mostrar quando, por que e como o tratamento ortodôntico precoce deve ser realizado. Os participantes desta palestra serão capazes de: Identificar problemas ortodônticos que podem e devem ser tratados prematuramente Reconhecer as possíveis soluções ortodônticas eficazes e eficientes no tratamento ortodôntico em pré-adolescentes

Palestrante
ILDEU ANDRADE JR.

BBO/CDBBO

Mesas Clínicas dos Diplomados - Aberto aos Congressistas09:00 - 16:40 | Foyer Ásia

Exposição de Casos Clínicos do Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial (BBO)

Simpósio Satélite PATROCINADO

Seja o piloto da sua carreira [Orthopride]12:20 - 13:10 | Sala: Europas

O esporte de alto rendimento tem mais atributos em comum com o ambiente corporativo do que a maioria das pessoas consegue identificar. Neste bate-papo, o piloto Rafael Suzuki traça paralelos entre os dois universos, ressaltando pontos como empreendedorismo pessoal, busca por performance, trabalhar fora da zona de conforto, entre outros desafios.

Palestrante
RAFAEL SUZUKI

Educação Financeira

Como investir melhor, diante das novas perspectivas econômicas.09:50 - 10:35 | Sala: Oceania II

Palestrante
ADEODATO VOLPI NETTO

Palestrante
VITOR MIZIARA

Palestrante
MARCOS POPPE

Economia Brasileira: Desempenho e Perspectivas10:40 - 12:15 | Sala: Oceania II

Palestrante
VICTORIA COATES WERNECK

Ciclo de Palestras ABOR

Definindo objetivos de tratamento ortodôntico na era da Ortodontia Digital09:00 - 09:45 | Sala: Oceania VI e VII

Palestrante
JOÃO JOAQUIM FERREIRA NETO

Fechando a mordida aberta com estabilidade: critérios para o sucesso!09:50 - 10:35 | Sala: Oceania VI e VII

Em momentos em que a tecnologia abraça a ortodontia com toda sua força, fazendo tudo parecer fácil e previsível, abordaremos aquela que é talvez uma dos maiores desafios do ortodontista: o tratamento das mordidas abertas. Esquelética ou dentária, em tenra idade ou em fase adulta, tornaremos o caminho para o diagnóstico, tratamento e por fim e não menos importante: a estabilidade, mais previsível e consistente.

Palestrante
GUSTAVO TIRADO RODRIGUES

Tratamento e estabilidade com o propulsor mandibular Forsus10:40 - 11:25 | Sala: Oceania VI e VII

Palestrante
DEBORAH BRINDEIRO

Tratamento da Classe III: Como ser mais rápido e melhor.11:30 - 12:15 | Sala: Oceania VI e VII

As maloclusões de Classe III têm como uma das características principais a presença de inúmeras compensações impostas pelo Padrão de crescimento com o degrau maxilo-mandibular diminuído ou invertido. Os grandes desafios do tratamento ortopédico e ortodôntico nesse Padrão são respeitar ou restringir a forma da arcada inferior e explorar ao máximo o ganho de volume na arcada superior, desde que a opção cirúrgica esteja descartada ou tenha alguma chance de ser evitada. Serão discutidos, durante a palestra, aspectos relevantes que impactam no aumento da produtividade dessa abordagem, passando pela escolha das melhores janelas de oportunidade para tratamento, planejamento mecânico individualizado, escolha de braquetes autoligáveis ou convencionais, diagramação dos arcos e uso de recursos terapêuticos mais contemporâneos que permita a maior efetividade do tratamento, controlando desde o princípio os efeitos colaterais provenientes do alinhamento e nivelamento da arcada inferior, condição crucial para o sucesso do tratamento e, explorando de maneira mais eficiente o ganho de volume na arcada superior.

Palestrante
ANDERSON CAPISTRANO

Alinhadores Ortodônticos - Bases Científicas14:15 - 15:00 | Sala: Oceania VI e VII

Palestrante
LILIANE MORAIS

DTM: Um desafio diário para o ortodontista15:05 - 15:50 | Sala: Oceania VI e VII

As doenças da ATM (articulação temporomandibular) e dos músculos que fazem os movimentos bucais são chamadas de disfunções temporomandibulares (DTM). Esta doença causa sofrimento a milhões de pessoas ao redor do mundo, diminuindo a qualidade de vida e restringindo o convívio social. Segundo estudos recentes, a incidência mundial de DTM é de 3% da população ao ano. Apesar de ser uma incidência baixa, a duração da doença é longa, fazendo com que haja um grande número de pacientes. Os sintomas mais comuns da DTM são: dores de cabeça, estalido, desconforto oclusal na abertura e fechamento bucal, dor ao bocejar, travamento bucal, fadiga muscular, oclusão desconfortável, bruxismo ou apertamento noturno /diurno e zumbido nos ouvidos. Geralmente, o controle das DTMs é simples e conservador, realizado por meio de terapias caseiras, exercícios, compressas e relaxamento muscular. Na maioria dos casos é necessária a interação de uma equipe transdisciplinar para o melhor entendimento e condutas específicas nas áreas de: odontologia, fonoaudiologia, neurologia, psicologia, reumatologia, otorrinolaringologia, endocrinologia. O ortodontista deve diagnosticar as dores orofaciais, tratando as que estejam relacionadas à sua área de atuação e encaminhando o paciente quando o tratamento demandar a intervenção de outro profissional de saúde.

Palestrante
ADRIANA FREITAS

O uso da ancoragem esquelética como auxiliar na Ortopedia15:55 - 16:40 | Sala: Oceania VI e VII

Palestrante
THIAGO LAU

Ciclo de Palestras CTBMF

Rinoplastia conjunta à cirurgia ortognática – refinamento da estética nos casos ortodôntico-cirúrgicos09:00 - 09:45 | Sala: Oceania X

Na cirurgia ortognática, alguns movimentos de reposição da maxila implicam numa mudança da base de sustentação do nariz, incorrendo em efeitos inestéticos do mesmo no pós-operatório. A possibilidade de se realizar a cirurgia ortognática e a rinoplastia no mesmo tempo cirúrgico permite a correção desse efeito, e proporciona um melhor resultado estético facial nos tratamentos ortodôntico-cirúrgicos. Os autores irão compartilhar sua experiência de mais de 10 anos com a rinoplastia concomitante à cirurgia ortognática, com a apresentação e análise dos resultados obtidos, e reportando suas bases, e contra-pontos, presentes na literatura.

Palestrante
ANTÔNIO BRITO

Palestrante
PAULO HENRIQUE RODRIGUES

Reabsorção Condilar em Cirurgia Ortognática09:50 - 10:35 | Sala: Oceania X

Palestrante
CLAUDIO DUTRA

Análise Facial para Cirurgia Ortognática: Pontos Chaves e Limitações10:40 - 11:25 | Sala: Oceania X

Apresentar os principais pontos que devem ser avaliados em busca de uma melhora estético funcional no tratamento cirúrgicos das deformidades dento facias, como cada um desses pontos vão melhorar o resultado e o que pode acontecer se passarem em branco na análise facial pré operatória. Mostrar também quais são as principais limitações no planejamento , que muitas vezes podem fazer com que os nossos resultados estéticos funcionais fiquem aquém do desejado e que possa necessitar de procedimento adjuvante adicional.

Palestrante
FERNANDO LIMA

Cirurgia Ortognática em Faces Curtas11:30 - 12:15 | Sala: Oceania X

Palestrante
LAUREANO FILHO

Cirurgia Ortognatica no Paciente Classe I14:15 - 15:00 | Sala: Oceania X

Palestrante
MARCOS PITTA

Assimetrias dento-faciais - Estratégias para correção Orto-cirúrgica15:05 - 15:50 | Sala: Oceania X

As assimetrias da face são um grupo heterogêneo de condições que variam desde as pequenas alterações de contorno da mandíbula, até formas mais graves como a microssomia hemifacial, a hiperplasia condilar ou as sequelas da anquilose temporomandibular. Caracterizam-se pelos óbvios impactos estéticos faciais, quase sempre associados à má-oclusão dentária. A avaliação e correção destas deformidades é tradicionalmente dificultada pelo seu caráter tridimensional e pela instabilidade de certos procedimentos orto-cirúrgicos. A apresentação tem por objetivo rever algumas estratégias de planejamento e execução no tratamento das assimetrias dento-faciais, de forma dinâmica, através de casos clínicos das situações mais tipicamente encontradas, e das soluções atualmente disponíveis.

Palestrante
PAULO RODRIGUES

Tratamento do sorriso gengival por meio da cirurgia ortognática15:55 - 16:40 | Sala: Oceania X

Palestrante
ADRIANO GERMANO

BBO

Exame Fase I - Recepção aos Candidatos/Conferência das Inscrições08:00 - 09:00 | Sala: Oceania IX

Exame Fase I - Aplicação do Exame Escrito09:00 - 12:15 | Sala: Oceania IX

Exame Fase I do Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facil - Inscrições em www.bbo.org.br

Happy Hour

Banda Mouse Beer17:00 - 18:00 | Feira Comercial - Subsolo (Américas)

TEMA LIVRE

Acurácia tridimensional do planejamento virtual em cirurgias ortognáticas08:30 - 08:50 | Sala: Oceania III

O sucesso da cirurgia ortognática está intimamente relacionado à acurácia do planejamento. Objetivou-se avaliar, através de metodologia 3D, a acurácia do planejamento cirúrgico virtual realizado com o software Dolphin Imaging. A amostra foi composta por 10 indivíduos sem crescimento, com má oclusões de Classe II ou III, submetidos a cirurgia bimaxilar e mentoplastia e acompanhados de forma prospectiva. Os planejamentos virtuais foram realizados pelo módulo cirúrgico do software e transferidos para o momento da cirurgia através de um splint interoclusal obtido por prototipagem. Avaliou-se a acurácia com o uso dos programas ITK-Snap 3.6, Geomagic Qualify 2013 e MeshValmet 3.0. Avaliou-se a diferença entre o posicionamento dos segmentos obtidos com planejamento virtual e com a cirurgia real. A avaliação do posicionamento das superfícies foi feita utilizando o valor de RMS do deslocamento de cada fragmento, e em relação aos deslocamentos translacionais das regiões anatômicas de interesse, medidos através do cálculo do deslocamento tridimensional dos centroides das estruturas avaliadas. Em relação à medida de relevância clínica (2mm), houve acurácia para os segmentos da maxila, proximais (ramos) e distais (corpo) da mandíbula com excessão do segmento do mento. Concluiu-se que o planejamento cirúrgico virtual realizado pelo software Dolphin Imaging apresenta acurácia para determinar o posicionamento dos segmentos com o excessão do mento, sem uso de posicionador específico.

Reconhecimento clínico do respirador bucal pelo ortodontista08:30 - 08:50 | Sala: Oceania VIII

O reconhecimento do padrão respiratório de um indivíduo é tradicionalmente competência do otorrinolaringologista (ORL). Entretanto respiradores bucais que apresentam maloclusões podem procurar por tratamento ortodôntico antes de receberem tratamento médico adequado, o que torna o ortodontista capaz de colaborar para a melhora da saúde geral do paciente e do prognóstico do próprio tratamento ortodôntico. Os autores desta pesquisa objetivaram verificar se os ortodontistas eram capazes de reconhecer o padrão de respiração bucal. O diagnóstico de referência foi obtido com exame clínico, rinoscopia e endoscopia nasal, além de medições antropométricas, pelo otorrinolaringologista (ORL) que classificou os participantes como respiradores nasais (RN), bucais com obstrução (RBO) ou bucais por hábito (RBH). As avaliações realizadas pelo ortodontista 1 (anamnese) e ortodontista 2 (exame clínico) foram independentes, estando os operadores cegos quanto aos resultados destes exames e do diagnóstico de referência. Foram realizados testes de concordância intra-avaliador e interavaliadores. O coeficiente kappa ponderado revelou concordância fraca (abaixo de 0,2) para a maioria das comparações. Observou-se uma diferença estatisticamente significativa na frequência relatada de tratamento fonoaudiológico pelos participantes, que foi maior nos RBO.

AVALIAÇÃO DO GRAU DE OSSIFICAÇÃO DA SUTURA PALATINA MEDIANA EM CRIANÇAS E ADULTOS08:50 - 09:10 | Sala: Oceania VIII

A previsibilidade da abertura da sutura palatina mediana (SPM) é importante para o sucesso da técnica de expansão palatina. Objetivo: foi avaliar o grau de ossificação da SPM, por meio imagens tomográficas da maxila, em diferentes idades. Métodos: a amostra foi composta por 315 Tomografias Computadorizadas de Feixe Cônico, de forma aleatória, dividida em 3 grupos: 6-12 anos, 13-18 anos e 19-27 anos. As imagens das tomografias foram obtidas no formato DICOM e em seguida importadas para o software PointNix Real Scan 2.0. Na imagem de reconstrução axial foram definidos estágios de ossificação da SPM em cinco estágios, representados pelo score A e B (ausência de inter digitação da SPM), C (inicio da ossificação da SPM), D (fusão da SPM no osso palatino) e E (ausência da sutura no osso da maxila). Resultados: O teste de comparações múltiplas de Dunn levam a concluir que os indivíduos da faixa etária dos 6 aos 12 anos têm valores inferiores comparados com as outras faixas etárias (p < 0,001). Não existem diferenças estatisticamente significativas entre as duas faixas etárias mais altas (p = 0,840). Conclui-se, que, o início da ossificação da SPM está presente, de forma significante, em indivíduos até os 12 anos de idade. Não existe diferença na fusão da SPM em indivíduos dos 13 aos 27 anos de idade. A abertura da SPM apresenta previsão de sucesso até a idade de 12 anos. Palavras-chaves: Ténica de Expansão Palatina. Tomografia computadorizada de feixe cônico. Palato Duro.

DESAFIOS DO TRATAMENTO ORTO-CIRÚRGICO DE PACIENTE CLASSE II, BIPROTRUSÃO ALVEOLAR E SORRISO GENGIVAL: RELATO DE CASO.ESAFIOS DO TRATAMENTO ORTO-CIRÚRGICO DE PACIENTE CLASSE II, BIPROTRUSÃO ALVEOLAR E SORRISO GENGIVAL: RELATO DE CASO.08:50 - 09:10 | Sala: Oceania III

O tratamento da protrusão maxilar associado a sorriso gengival é um desafio para ortodontistas e cirurgiões. Quando o tratamento é apenas ortodôntico, costuma-se realizar a extração de pré-molares superiores e compensação dentária. Porém, quando associado ao excesso vertical de maxila e deficiência ântero-posterior de mandíbula, os resultados são mais satisfatórios com tratamento orto-cirúrgico, buscando conciliar oclusão dentária com estética facial. O objetivo desse trabalho é relatar o tratamento orto-cirúrgico de uma paciente do gênero feminino, 19 anos, com sorriso gengival, biprotrusão alveolar, deficiência ântero-posterior de mandibula, excesso ântero-posterior e vertical de maxila. Foi realizado osteotomia de maxila Le Fort I, segmentação de maxila em 3 segmentos, extração de pré-molares trans -operatório, osteotomia sagital bilateral do ramo mandibular e mentoplastia de aumento. Foi realizado também, em um segundo momento, gengivectomia e redução da asa do nariz. O tratamento realizado corrigiu de forma satisfatória a maloclusão classe II assim com a deformidade facial da paciente. Proporcionou também melhora na fonação, mastigação e respiração. O tratamento de pacientes com esse padrão oclusal e facial é desafiador, tendo em vista que é preciso visar não apenas função oclusal mas também estética facial, levando em conta a queixa do paciente de forma individual. PALAVRAS CHAVE: Cirurgia Ortognática; ossos faciais, ortodontia.

TRATAMENTO ORTO-CIRÚRGICO EM PACIENTE PROGNATA E ASSIMÉTRICO: RELATO DE CASO CLÍNICO.09:10 - 09:30 | Sala: Oceania III

AS ASSIMETRIAS FACIAIS SÃO PERCEPTIVEIS AO OLHAR HUMANO QUANDO HÁ DESVIOS MÍNIMOS DE 4 MM (PECK. ET AL. 1991), PODENDO OU NÃO ESTAR ASSOCIADAS A DEFORMIDADES DENTOFACIAIS. A MAIOR INCIDÊNCIA DE ASSIMETRIAS FACIAIS MANDIBULARES ESTÃO RELACIONADAS COM O MAIOR TEMPO DE CRESCIMENTO DA MANDÍBULA, O QUE EXPLICA A GRANDE OCORRÊNCIA DE PACIENTES PROGNATAS ASSIMÉTRICOS. O OBJETIVO DESSE TRABALHO É RELATAR O TRATAMENTO ORTO-CIRURGICO DE UM PACIENTE COM DEFORMIDADE DENTOFACIAL DO TIPO CLASSE III E ASSIMETRIA MAXILO-MANDIBULAR. FOI REALIZADO TRATAMENTO ORTODONTICO PRÉ CIRÚRGICO, OSTEOTOMIA DE MAXILA LE FORT I E OSTEOTOMIA SAGITAL BILATERAL DO RAMO MANDIBULAR. OS RESULTADOS FORAM SATISFATÓRIOS, OCLUSÃO DO PACIENTE ENCONTRA-SE ESTÁVEL E A ASSIMETRIA FOI CORRIGIDA. A CORREÇÃO CIRÚRGICA DA ASSIMETRIA ÓSSEA É ESSENCIAL QUANDO O DESVIO É APARENTE. QUANDO ASSOCIADA A UMA DEFORMIDADE DENTOFACIAL É NECESSÁRIO ASSOCIAR ORTODONTIA COM CIRURGIA ORTOGNÁTICA, PARA OBTENÇÃO DE RESULTADOS FUNCIONAIS E ESTÉTICOS.

Avaliação do grau de aprendizado e retenção deste acerca dos estágios de ossificação da sincondrose esfeno-occipital09:10 - 09:30 | Sala: Oceania VIII

A determinação da idade esquelética é fundamental na clínica ortodôntica. Objetivo: Avaliar o nível de conhecimento prévio, aprendizado adquirido e retenção deste por estudantes de Ortodontia, ortodontistas com até 20 anos e de 20 a 40 anos de formados (considerando-se a Pós-graduação em Ortodontia) quanto aos estágios de maturação óssea da sincondrose esfeno-occipital (SEO). Métodos: Estudo online em que os participantes analisaram, voluntariamente, cinco imagens da SEO obtidas de tomografias computadorizadas de feixe cônico, após vídeoaula sobre o tema. O prazo mínimo entre os tempos de análise foi de três semanas (T0/inicial, T1 e T2), sendo composto por avaliações de conhecimento teórico prévio, de imagens da SEO e percepção do grau de dificuldade das questões. Resultados: Os participantes revelaram nível de conhecimento teórico basal similar (p>0,05). Ortodontistas formados de 20 a 40 anos mostraram maior retenção de conhecimento (-0,2; p=0,347) e menor dificuldade ao final do estudo (-0,1; p=0,877). Houve relação diretamente proporcional entre tempo de formação e desempenho dos avaliadores (r=0,16; p<0,05) e inversamente proporcional em relação ao grau de dificuldade (r=-0,16) (p<0,05) ao fim da pesquisa. Conclui-se que todos os voluntários exibiram decréscimo do grau de dificuldade após a videoaula, seguido de aumento deste, porém, sem retornar, ao final do estudo, ao grau de dificuldade inicial. Ortodontistas mais experientes retiveram mais o conhecimento adquirido. Descritores: tomografia computadorizada de feixe cônico, educação continuada dental, aprendizado.

Fotogrametria por software livre como complemento à tomografia para o planejamento virtual de cirurgia ortognática09:30 - 09:50 | Sala: Oceania III

Objetivo: Demonstrar a fotogrametria da face como complemento da malha gerada por tomografia computadorizada para o planejamento virtual de cirurgia ortognática utilizando o software livre Blender ® e addon OrtogOnBlender. Materiais e métodos: São tomadas 26 fotografias seriadas da face do paciente realizadas com smartphone e enviadas para um computador com o software livre Blender ® e o addon OrtogOnBlender instalados. As imagens então recebem tratamento digital por meio de programas que executam o alinhamento das câmeras, criam a nuvem densa de pontos, reconstroem a malha 3D além de texturizar a malha 3D da face do paciente. Essa malha 3D texturizada é então exportada e sobreposta à malha do tecido mole advindo da tomografia do paciente. Resultados: A sobreposição da fotogrametria do paciente complementa a malha gerada a partir da tomografia do paciente que normalmente tem dados perdidos durante a formação da imagem comumente na ponta do nariz e orelhas. Conclusão: A fotogrametria pelo software livre Blender ® e o addon OrtogOnBlender pode complementar a malha 3D da tomografia computadorizada e otimizar a visualização da face nos casos de planejamento virtual de cirurgia ortognática. Descritores: Fotogrametria; Cirurgia Ortognática; Simulação por Computador Email para contato: viniprib@gmail.com Instituição: Clínica privada em Brasília - DF

Utilização de recursos 3D na rotina Ortodôntica09:30 - 09:50 | Sala: Oceania VIII

A tecnologia tridimensional vem cada vez mais ganhado espaço na Ortodontia, seja através de imagens geradas Tomografia Computadorizada de Feixe cônico, Modelos digitais bem como a impressão 3D. Serão abordados casos clínicos planejados e tratados utilizando estes recursos. Solucionando situações com dentes impactados, alterações dento esqueléticas com cirurgia ortognática, preparo de espaços para reabilitação implanto protética.

FATORES QUE AFETAM A ESTABILIDADE PÓS TRATAMENTO DA MORDIDA ABERTA10:00 - 10:20 | Sala: Oceania VIII

A mordida aberta anterior (MAA) é uma maloclusão que se caracteriza pela diminuição da sobreposição vertical normal entre as bordas incisais superior e inferior quando os molares estão em oclusão. Entre todas as maloclusões, a MMA é considerada como uma das mais desafiadoras devido ao grande potencial de recidiva vertical. O objetivo desse estudo é apresentar uma revisão da literatura sobre os principais fatores que determinam a estabilidade pós tratamento da mordida aberta anterior, baseada em técnicas e perspectivas atuais com ou sem correção cirúrgica. A abordagem e o plano de tratamento incluem opções não cirúrgicas, como extrusão ortodôntica de dentes anteriores, extrações dentárias, aparelhos ortopédicos, intrusão de dentes posteriores com o uso de minimplantes e miniplacas e a opção da cirurgia ortognática. Dentre os fatores que influenciam na estabilidade do tratamento estão a gravidade da MAA, ângulo do plano mandibular, altura facial, idade do indivíduo e postura da língua. Conclui-se que uma análise detalhada para determinar esses fatores é necessária antes do início da correção ortodôntica, pois influenciará no bom prognóstico e consequentemente na estabilidade do tratamento. Key word: mordida aberta, estabilidade, maloclusão

Arnold expander modificado: Uma alternativa inovadora para expansão do arco mandibular10:00 - 10:20 | Sala: Oceania III

O apinhamento dentário uma das más oclusões mais comuns entre pacientes ortodônticos e sua correção é mais desafiadora na arcada inferior do que na arcada superior, devido à ausência da sutura palatina e a resistência do corpo mandibular. Para expansão transversal do arco mandibular durante a dentadura mista, o aparelho clássico amplamente relatado na literatura é o aparelho de Schwarz. No entanto, a cooperação do paciente pode limitar sua eficácia e sua eficiência. O objetivo deste trabalho é descrever o design e a construção do expansor de Arnold modificado e relatar um caso clínico deste aparelho como um meio de expansão do arco mandibular em pacientes com apinhamento moderado. O dispositivo é similar a um arco lingual seccionado, sendo uma parte um tubo telescópico de 0,040

Efetividade dos aparelhos Bionator de Balters e Ativador elástico de Klammt na correção anteroposterior da má oclusão de Classe II em pacientes em crescimento10:20 - 10:40 | Sala: Oceania III

Com intuito de testar a efetividade de dois aparelhos ortopédicos, 45 pacientes em crescimento portadores de má oclusão de Classe II divisão 1 tratados previamente, foram alocados em três grupos diferentes: Bionator de Balters (G1) , Ativador elástico de Klammt (G2) , e um terceiro grupo (G3) acompanhado sem intervenção. Mensurações virtuais nos modelos ortodônticos digitais pré (T0) e pós tratamento (T1), foram realizadas por um operador, previa avaliação do erro do método (ICC). As variáveis relação molar (RM), relação canina (RC), Overjet (OJ), Overbite (OB), Índice de irregularidade (IR) e comprimento de Arco (CA) foram analisadas. Os pacientes foram também categorizados dependendo do resultado quantitativo nas mudanças da RM e da RC: Melhorou, manteve ou piorou. Previa aplicação do teste Shapiro-Wilks, foi verificado se as diferenças entre os grupos variaram de forma significativa aplicando o teste one way anova, seguido pós teste de Tukey. Comparação categórica foi realizada através do teste Qui-quadrado. 95%de significância (p < 0,05) adotada para os testes. O CA e o IR no grupo G1 apresentaram significância entre T1 e T2 (-1 mm e -0,9 mm). O OJ diminuiu em G1 (-1,9 mm) e G2 (-2,2 mm), no grupo G3 permaneceu inalterado (0 mm) mostrando diferença com G1 e G2 (p = 0,00). A RM diminuiu em G1 (-1,4 mm) e G2 (-1,2 mm), o grupo G3 não apresentou alteração (0 mm) mas sim diferença com G1 e G2 (p = 0,00). Avaliação qualitativa mostrou eficiência nos dois aparelhos quando comparada à não intervenção.

Caracterização mandibular de indivíduos com Sequência de Robin e Síndrome de Treacher Collins: avaliação tridimensional10:20 - 10:40 | Sala: Oceania VIII

Introdução: O refinamento fenotípico entre a Sequência de Robin (SR) e Síndrome de Treacher Collins (STC) é necessário para um diagnóstico diferencial mais assertivo. Objetivo: comparar a estrutura mandibular de indivíduos com SR isolada (SRi) e de indivíduos com STC. Métodos: A amostra foi composta pelo grupo SR com 17 tomografias computadorizadas de feixe cônico (TCFC) de pacientes com SRi e idade média de 11,67 anos; e grupo STC com 17 TCFC de pacientes com STC e idade média de 11,50 anos. As variáveis mandibulares do grupo STC foram subdivididas em lado afetado e lado não afetado. As TCFC foram provenientes do arquivo do HRAC-USP. Foi realizada a mensuração tridimensional das variáveis mandibulares após segmentação das imagens no software Mimics Innovation Suite (Materialize, Bélgica). Os dados coletados foram analisados pelo teste ANOVA e pelo teste de Tukey (p<0,05). Resultados: O comprimento sagital do ramo, a largura e a altura do côndilo, o comprimento efetivo da mandíbula e o comprimento da base mandibular apresentaram valores reduzidos nos lados afetados e não afetados do grupo TC em relação ao grupo SR. O grupo TC apresentou ângulo goníaco mais aberto que o grupo SR. Conclusão: A mandíbula na STC demonstra maior grau de assimetria, menores dimensões e características de crescimento mais vertical comparativamente à mandíbula na SR. Descritores: Síndrome de Pierre Robin. Disostose mandibulofacial. Tomografia computadorizada de feixe cônico. Apoio financeiro: FAPESP - Processo 2018/00061-3. Titulações: 1. Aluna de Mestrado em Ciências da Reabilitação do Programa de Pós-Graduação do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais – USP – Bauru/SP – Brasil. E-mail: renata.mkato@gmail.comou renata.kato@usp.br; 2. Aluna de pós-Doutorado em Ciências da Reabilitação do Programa de Pós-Graduação do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais – USP – Bauru/SP – Brasil; 3. Doutor em Ortodontia, Ortodontista do Setor de Ortodontia do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais – USP – Bauru/SP – Brasil; 4. Doutora em Ciências Biológicas, Geneticista do Setor de Genética do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais – USP – Bauru/SP – Brasil; 5. Pós-doutora em Ortodontia, Professora Associada de Ortodontia da Faculdade de Odontologia de Bauru e do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais – USP – Bauru/SP – Brasil.

Posição dos terceiros molares após tratamento da má oclusão de Classe II subdivisão com extrações assimétricas.10:40 - 11:00 | Sala: Oceania III

Introdução: O objetivo desse estudo é avaliar a angulação e o espaço disponível para irrupção dos terceiros molares após o tratamento da Classe II subdivisão com extrações assimétricas de pré-molares. Materiais e métodos: A amostra foi constituída por 37 pacientes (17 homens, 20 mulheres, idade média 13.18 ± 1.99) no grupo 1 (Classe II subdivisão tipo 1) e 25 (10 homens, 15 mulheres, idade média 13.56 ± 2.46) no grupo 2 (Classe II subdivisão tipo 2). No grupo 1 as extrações foram realizadas nos 2 quadrantes superiores e 1 no inferior do lado da Classe I. Na tipo 2, foi realizada 1 extração no arco superior do lado da Classe II. Radiografias panorâmicas foram utilizadas para avaliar as angulações e os espaços dos terceiros molares. As medições radiográficas foram realizadas no programa Dolphin® Imaging 11.9. Testes t foram utilizados nas comparações intragrupos entre tempos e os lados. Resultados: No geral, os resultados mostraram que os dois Grupos demonstraram angulações mais favoráveis e aumentos significantemente maiores para os terceiros molares nos quadrantes das extrações. Conclusão: Tratamento com extração está associado com aumento do espaço disponível e melhora na angulação dos terceiros molares nos quadrantes das extrações na má oclusão de Classe II subdivisão.

POWER ALIGNER®: POTENCIALIZADOR DE ALINHADORES ORTODÔNTICOS10:40 - 11:00 | Sala: Oceania VIII

A procura por tratamentos estéticos contribuiu para o desenvolvimento de um tratamento ortodôntico menos aparente, levando à evolução dos materiais ortodônticos, como por exemplo a confecção de braquetes cerâmicos. Além disso, os bráquetes metálicos e estéticos vêm perdendo espaço para aparelhos menos perceptíveis, como os alinhadores transparentes, que vêm ganhando um papel de destaque no campo da Ortodontia. Além de mais discretos, os alinhadores são dispositivos removíveis, o que facilita a mastigação por parte do paciente, bem como a higienização dos seus dentes e do próprio dispositivo, quando os mesmos são removidos para realização das refeições. Esses aparelhos são confeccionados de material plástico e existe uma sequência de troca dos dispositivos a ser seguida. Sabe-se que na fase da troca dos alinhadores, os mesmos têm uma adaptação desconfortável, e só se adaptam completamente às coroas dentárias, após algum tempo de uso. O Power Aligner® (Coraldent, São Paulo, Brasil) é um produto desenvolvido com o objetivo de proporcionar melhor adaptação destes alinhadores aos dentes e, consequentemente, estimular os tecidos de sustentação, sugerindo maior efetividade na movimentação dentária. Esse trabalho descreve o produto Power Aligner®, relatando suas características, modo de utilização e indicações para que o profissional desenvolva corretamente as funções do produto. Descritores: Aparelhos Removíveis, Patente, Ortodontia

Arco Double Key Loop na técnica Straight Wire: desempenho biomecânico e versatilidade clínica11:00 - 11:20 | Sala: Oceania VIII

El cierre de espacios es un reto importante en Ortodoncia ya que requiere la aplicación de un sistema de fuerzas definido. En la fase de retracción anterior, el uso de anzas es un método de gran aceptación una vez que la fuerza aplicada no presente reducción de su efecto debido al atrito. Los arcos comerciales que incorporan anzas de cierre son ampliamente utilizados debido a su conveniencia y facilidad de aplicación, así como el suministro de momentos favorables para controlar e tipping. El diseño original del arco DKL o Anza Dupla Llave, fue idealizada por John Parker y modificada por Hideo Suzuki, denominándola Dupla Llave Versátil; y es utilizada en la técnica Straight Wire de Roth. Su mecanismo de acción es complejo pero muy versátil, posibilitando variadas formas de activación y movimiento dentario. La utilización del mismo exige conocimiento de principios físicos, especialmente aquellos que hablan respecto a proporciones Momento /Fuerza (M/F) y Carga/Deflexión (C/D). Se discutirán aspectos teóricos y de aplicación clínica de este dispositivo como método de cierre de espacios basado en conceptos biomecánicos. Descriptores: Biomecánica, Cierre de Espacios, Arco Dupla Llave

Ortopedia Funcional dos Maxilares em pacientes Adultos e na terceira idade11:00 - 11:20 | Sala: Oceania III

Os tratamentos de pacientes na terceira idade que tem restrição para instalação de brackets, encontram uma vasta possibilidade terapêutica, com alto nível de resultados positivos. Nos pacientes portadores de DTM, também obtivemos remissão dos sintomas na grande maioria dos casos. Apresentação de casos tratados.

CONFECÇÃO DE ALÇA ORTODÔNTICA SEGMENTADA PARA DISTALIZAÇÃO DE CANINOS E PRÉ-MOLARES, ”ALÇA BORBOLETA”11:30 - 11:50 | Sala: Oceania VIII

RESUMO: Na prática clínica, os ortodontistas necessitam de sistemas ou dispositivos que realizem o movimento de distalização de caninos e pré-molares de forma simples, com forças fisiológicas, de fácil confecção e aplicação por parte do profissional, sem que haja movimentos descontrolados, giros e posicionamentos inadequados. O objetivo deste trabalho é demonstrar a confecção da Alça Borboleta, uma alça plana de TMA ou Elgiloy©️, de secção retangular 0.016” x 0.022”, com geometria quadrada anexa a uma mola helicoidal, onde são inseridas ativações singulares que permitem correto movimento de distalização conforme planejamento do ortodontista. PALAVRAS-CHAVE: Alças Ortodônticas. Biomecânica. Fechamento de espaços.

Desenvolvimento Dentofacial: Influências Homonais no Período da Puberdade11:30 - 11:50 | Sala: Oceania III

Desenvolvimento Dentofacial: Influências Homonais no Período da Puberdade Autores: * Delcides Ferreira de Paula Junior DDS, Cláudio Rodrigues Leles, Ermione Mendes de Paula. INTRODUÇÃO A puberdade é um estágio do desenvolvimento biológico caracterizado pela transição da fase de criança para a adolescência, ocorrendo a maturação sexual e sua capacidade reprodutiva, associada com mudanças hormonais, físicas, cognitivas, emocionais e sociais. Ela pode adiantar (Puberdade Precoce -PP) e atrasar (Puberdade Tardia). OBJETIVOS A PP pode ter impacto sobre o desenvolvimento da dentição e crescimento craniofacial, o que pode ser relevante para o diagnóstico e planejamento de intervenções ortodônticas nessa fase. Assim, o objetivo deste estudo observacional foi investigar a prevalência da maloclusão e transtornos dentofaciais em meninas com diagnóstico de PP em comparação com os parâmetros ortodônticos normativos MÉTODO  Desenho: Transversal  Amostra: •39 meninas com PP •amostra de conveniência •faixa etária de 6 a 11 anos Instrumentos avaliativos utilizados:  DAI (Índice de Estética Dental)  IOTN (Índice de necessidade de tratamento ortodôntico)  Exames Solicitados: Radiografia Panorâmica e Telerradiografia. CONCLUSÃO Os resultados revelam uma alta prevalência de maloclusão e necessidade de tratamento ortodôntico, baseados em parâmetros clínicos e cefalométricos, sugerindo uma possível associação ente alterações hormonais e características ortodônticas

C-LINGUAL RETRACTOR: SISTEMA DE RETRAÇÃO ANTERO-SUPERIOR SEM BRÁQUETES11:50 - 12:10 | Sala: Oceania VIII

INTRODUÇÃO • A ortodontia estética tem atraido cada vez mais o público adulto para o consultório ortodôntico. • Neste contexto, a terapia biocriativa contribui ao introduzir técnicas que utilizam a ancoragem esquelética e artifícios mecânicos que reduzem o tempo de tratamento. • Entre eles está o C-Lingual Retractor associado ao C-palatal plate. OBJETIVO • O objetivo deste trabalho é apresentar o passo-a-passo da confecção laboratorial do C-Lingual Retractor . MÉTODOS • O C-Retractor é confeccionado com fio de aço inoxidável de 0,9 milímetros soldado à uma tela ortodôntica (utilizada como base para bráquetes), que é fixada nos dentes anteriores formando um segmento único. RESULTADOS • A terapia Biocriativa expande as opções clínicas para o tratamento das más oclusões, sendo capaz de reduzir o tempo de permanência da aparatologia fixa em boca pelo fato de não iniciar o tratamento com a colagem e de proporcionar a retração em bloco antes do alinhamento e nivelamento (Ortodontia de benefício antecipado). Isto sem a preocupação com a ancoragem ou da colaboração do paciente para esse aspecto, já que se apoia integralmente no uso dos DATs. • O C- Retractor se apresenta como excelente alternativa estética, por ser instalado na superfície palatina dos dentes. CONCLUSÃO • Esta técnica permite iniciar o tratamento ortodôntico de casos de extração dentária e bi-protrusão pela fase de retração, sem uso do aparelho fixo convencional, o que pode ser considerado um benefício de tratamento antecipado.

Efeitos da Tração Maxilar com Ancoragem Esquelética em pacientes com fissura labiopalatina bi e unilateral e sem fissura11:50 - 12:10 | Sala: Oceania III

A prevalência aumentada de Classe III nos pacientes com Fissuras Labiopalatinas aponta para a ancoragem esquelética no tratamento daqueles ainda em fase de crescimento como alternativa para correção dessas importantes discrepâncias. Objetivos: Avaliar os resultados do tratamento com miniplacas para ancoragem esquelética de elásticos de Classe III em indivíduos com fissuras transforame uni e bilaterais, comparando-os com os obtidos em indivíduos sem fissura. Método: 33 pacientes entre 10 e 13 anos de idade e ANB<1° serão selecionados para instalação de 4 miniplacas (duas na regiões infra-zigomáticas direita e esquerda; duas nas regiões mentonianas direita e esquerda). Após 30 dias, será iniciado uso de elásticos de Classe III, unindo as placas de um mesmo lado. Os pacientes serão tratados durante 12 meses, sem nenhuma intervenção ortodôntica, além de um levante oclusal, quando necessário. Antes do início e ao final do período de observação, uma TCFC e modelos de gesso das arcadas serão solicitados. Os modelos serão digitalizados e integrados às TCFC para avaliação quantitativa dos resultados por mapas de cor e RMS. Resultados: Os pacientes já tratados apresentaram resultados com grande variabilidade, porém, nenhum teve piora nas relações faciais e todos melhoraram a situação oclusal. Os dados preliminares não apontam diferenças entre o tratamento em pacientes com ou sem fissuras. Palavras-chave: Fissura Palatina; Procedimentos de Ancoragem Ortodôntica; Ortodontia Interceptora.

DTM, POSIÇÃO CONDILAR E TRATAMENTO ORTODÔNTICO12:10 - 12:30 | Sala: Oceania III

O ortodontista tem demonstrado grande interesse e preocupação em relação aos problemas associados ao diagnóstico e manejo da Disfunção Temporomandibular (DTM). Seus sinais e sintomas têm demandado atenção e direcionado a conduta clínica antes, durante e após o tratamento ortodôntico. Os sintomas mais comuns da DTM são: cansaço nos músculos da face, ruídos na ATM, dores na face e próximo ao ouvido, dificuldade, dor ou limitação para abrir ou movimentar a boca, travamento da mandíbula, certos tipos de dor de cabeça, entre outros. Nas DTMs a causa não é específica, existem fatores que podem desencadear, perpetuar e contribuir para que a dor e disfunção se apresente. Vários conceitos envolvem a etiologia das DTMs, a relação com a oclusão e a ortodontia, o que tem sido objeto de discussões e controvérsias, dificultando o diagnóstico e a elaboração de uma terapêutica eficiente para a disfunção e um tratamento ortodôntico. Dentre vários fatores associados, a posição condilar dentro da fossa articular, tem sido associada as DTMs, em especial nos casos de Classe II. Ortodontistas precisam estar atentos e informados para diagnosticarem bem esses casos e não assumirem tratamentos antes de condutas prévias e ter conhecimento que a terapia ortodôntica pode não solucionar a DTM. Uma abordagem clínica será apresentada, envolvendo tratamento ortodôntico, DTM e posição condilar, com propósito de auxiliar o ortodontista na condução desses casos.

Os diferentes tipos de aparelho influenciam nas entrevistas de emprego?12:10 - 12:30 | Sala: Oceania VIII

A face é a principal parte do corpo observada em comunicações interpessoais e o tipo de aparelho ortodôntico pode interferir no relacionamento social do indivíduo. Objetivo: Avaliar a influência de diferentes tipos de aparelhos em entrevistas de emprego. Metodologia: A partir de dois modelos adultos, um masculino e um feminino, foram confeccionadas 7 imagens para cada, sendo 1 realizada sem o uso de aparelho e 6 simulavam diferentes aparelhos ortodônticos. Foi confeccionado um álbum fotográfico para cada modelo e entregue aos responsáveis por contratações em entrevistas de emprego. Foram 236 avaliadores divididos em 4 grupos, de acordo com idade e gênero. Os avaliadores quantificaram a possibilidade de contratação de cada imagem por meio de uma Escala de Análise Visual (EAV). Os dados coletados foram analisados de acordo com os valores de mediana. Para a comparação entre os gêneros dos avaliadores e entre as faixas etárias foi utilizado o teste de Mann-Whitney. Para a comparação entre os gêneros dos modelos foi utilizado o teste de Wilcoxon. Para a comparação entre os aparelhos foram utilizados o teste de Kruskal-Wallis e o teste post hoc de Dunn. Em todos os testes foi adotado nível de significância de 5%. Resultados: O grupo com aparelho alinhador apresentou a maior possibilidade de contratação. O uso de aparelho ortodôntico pode influenciar em entrevistas de emprego. Palavras chave: Ortodontia; Braquetes ortodônticos; Estética

Abordagem ortodôntica dos fatores limitantes de paciente portador de anemia falciforme13:30 - 13:50 | Sala: Oceania III

Anemia Falciforme (AF) constitui problema de saúde pública, sendo a doença genética mais prevalente no Brasil, principalmente em negros. A crescente miscigenação no país justifica o aumento do número de casos. AF é causada pela mutação genética da molécula de hemoglobi¬na, onde o gene beta globina origina, no lugar da hemoglobina A (HbA), uma hemoglobina alterada: Hemoglobina S (HbS). As manifestações bucais, não são patognomônicas, mas podem sugerir a doença, como: coloração amarelada dos tecidos, atraso na erupção de dentes, transtornos de mineralização, alterações das células superficiais da língua, maloclusões e hipercementose. A utilização de medicamentos (supressão do fluxo salivar) e a depressão psicológica e imunológica, características nestes indivíduos, leva a ausência do autocuidado, aumentando o risco de cáries e doenças periodontais. O conhecimento da história clínica não apenas auxilia o profissional, como previne que o tratamento não prejudicará a saúde do paciente. O objetivo deste trabalho será apresentar o diagnóstico e planejamento de tratamento ortodôntico corretivo, considerando as limitações apresentadas por um paciente portador de AF e manutenção dos resultados 13 anos pós tratamento. O paciente obteve boa qualidade de vida e melhora nos aspectos psicossociais, com controle dos fatores limitantes. Descritor: anemia falciforme

TRATAMENTO NÃO CIRÚRGICO DA CLASSE III UTILIZANDO ANCORAGEM ESQUELÉTICA EXTRA ALVEOLAR13:30 - 13:50 | Sala: Oceania VIII

O tratamento da Classe III sempre foi um dos maiores desafios da Ortodontia, principalmente em pacientes que já ultrapassaram a fase de crescimento. Os dispositivos de ancoragem esquelética temporária, em especial os instalados em região extra alveolar, nos permitem planejar e conduzir tratamentos que, até então, só eram possíveis através de cirurgias ortognáticas. Este trabalho visa apresentar o caso clínico de um jovem de 18 anos tratado com o auxílio de dispositivos de ancoragem esquelética instalados na região extra alveolar entre primeiros e segundos molares inferiores permanentes, paralelo às raízes, permitindo a retração de toda arcada inferior. O tratamento foi realizado utilizando o Sistema Autoligado Dual Bidimensional – que nos permite um maior controle de torque na região anterior – e os dispositivos de ancoragem foram instalados simultaneamente à colagem dos bráquetes da arcada inferior. Através do resultado obtido, pode-se concluir que esta biomecânica é uma alternativa simples e bastante eficaz para o tratamento das maloclusões Classe III, reduzindo o número de casos com indicação à cirurgia ortognática – que muitas vezes não são aceitas pelos pacientes.

Tratamento da maloclusão esquelética de classe III: da infância até o final da adolescência13:50 - 14:10 | Sala: Oceania VIII

Tratamento da maloclusão esquelética de classe III: da infância até o final da adolescência A maloclusão esquelética de Classe III atinge 2% a 5% da população brasileira. É uma condição facilmente identificada pelos pais ou familiares, motivo pelo qual procuram atendimento em tenra idade. O tratamento da classe III por meio de protração maxilar tem se mostrado muito eficaz, principalmente em idade precoce e em pacientes com deficiência maxilar. O objetivo deste trabalho será relatar um caso clínico de paciente com maloclusão esquelética de classe III que iniciou o tratamento aos 6 anos, foi acompanhada durante todo o período de crescimento e a correção foi finalizada aos 18 anos de idade. Inicialmente a paciente foi submetida à expansão rápida da maxila (ERM) e protração maxilar com máscara facial de Petit. Após 1 ano de tratamento os aparelhos foram removidos e a paciente foi acompanhada até o final do crescimento. Aos 16 anos de idade, foi submetida ao tratamento ortodôntico corretivo com a finalidade de camuflar a maloclusão esquelética de classe III e alcançar os objetivos oclusais ideais. Após 1 ano de tratamento ortodôntico a paciente apresentou Classe I de molares e caninos, corretos overjet e sobremordida e adequada intercuspidação, além de estética facial satisfatória. Palavras chave : má oclusão de Angle classe III, ortodontia interceptora, ortodontia corretiva angelaborghi7@gmail.com,fabioromano@forp.usp.br

FIBROMATOSE GENGIVAL HEREDITÁRIA: COMO PODEMOS AUXILIAR NA ERUPÇÃO DENTÁRIA13:50 - 14:10 | Sala: Oceania III

Paciente do sexo feminino, 11 anos, foi diagnosticada com fibromatose gengival hereditária. Apresentava ausência de dentes erupcionados mas presença dos elementos intra-ósseos. Paciente introvertida, extremamente ansiosa e de difícil comportamento social. Iniciou tratamento com nossa equipe em 2011 e foram realizadas diversas cirurgias com intuito de auxiliar a erupção dos dentes decíduos e dos dentes permanentes. As cirurgias foram realizadas respeitando os estágios de Nolla de odontogênese o que permitiu a erupção dos dentes decíduos e dos primeiros molares e incisivos centrais permanentes. No entanto devido a problemas pessoais a paciente ausentou-se do tratamento durante 01 anos. Dessa forma foi admitida no meu consultório apresentando 20 dentes inclusos intra-ósseos com necessidade de exposição cirúrgica. Foi realizado o procedimento cirúrgico de exposição dos dentes inclusos com colagem de dispositivos para tracionamento e confeccionado aparelho apoiado nos molares e nos incisivos centrais para tracionamento dos elementos inclusos. Atualmente a paciente ainda encontra-se em tratamento com uma resposta muito satisfatória e melhoras do emocional e da sociabilidade. Nosso objetivo com esse trabalho é demonstrar a importância e a dificuldade no tratamento dos pacientes com fibromatose gengival hereditária que além de apresentarem dificuldades funcionais para alimentação, fala e deglutição, ainda apresentam dificuldade de convívio social. DESCRITORES: Gengival fibromatosis, orthodontics, unerupted teeth

Tratamento ortodôntico da sobremordida profunda com o uso de miniimplantes14:10 - 14:30 | Sala: Oceania III

O tratamento ortodôntico de casos com sobremordida profunda depende de correto diagnóstico e mecânica eficiente para que se obtenha bons resultados. Associado a sobremordida profunda, alguns pacientes podem apresentar dentes com anomalias de forma e tamanho que necessitam ser restaurados para devolver estética facial. Nestes casos, o tratamento multidisciplinar com intervenção apropriada levam a correta oclusão e a um sorriso agradável. O objetivo deste trabalho foi relatar um caso clínico de paciente com 16 anos de idade que apresentava sobremordida profunda, alteração de tamanho e forma dos incisivos laterais superiores. O paciente foi submetido a um tratamento multidisciplinar envolvendo Ortodontia corretiva, Dentística e Periodontia. A sobremordida profunda foi corrigida por meio de intrusão dos dentes anteriores utilizando mini-implantes apoiados em arcos segmentados, alinhamento e nivelamento, estética nos dentes anteriores superiores durante o tratamento ortodôntico, gengivoplastia, intercuspidação e finalização. Após o término do tratamento o aparelho foi removido e foi instalada contenção removível superior (wraparound) e barra lingual no arco inferior (3x3). Pode-se concluir que o tratamento ortodôntico corretivo com uso de mini-implantes foi capaz de corrigir a sobremordida profunda e restabelecer a oclusão. Além disto, a participação de outras especialidades como a Dentística e Periodontia agregaram resultados estéticos satisfatórios. Descritores: Ortodontia corretiva, Dentística Operatória

O impacto da intervenção ortodôntica no desenvolvimento da dentição, da oclusão e da estética facial.14:10 - 14:30 | Sala: Oceania VIII

A intervenção ortodôntica na dentição mista contribui de forma significativa para diminuir a gravidade das más oclusões permitindo um tratamento corretivo mais rápido e com menor complexidade. Em algumas situações a intervenção apropriada pode solucionar de forma definitiva os problemas oclusais evitando qualquer tipo de tratamento futuro. O objetivo deste trabalho foi relatar um caso clínico de uma criança com 7 anos de idade que apresentava hipoplasia transversal da maxila e mordida aberta anterior dentária e que foi submetida à intervenção ortodôntica na dentição mista e nenhum tratamento ortodôntico corretivo foi necessário na dentição permanente. A hipoplasia transversal maxilar foi corrigida com expansão rápida da maxila (ERM) seguida de aparelho de contenção removível superior com grade palatina para interceptação do hábito de interposição lingual. Após aproximadamente 12 meses de tratamento, os problemas oclusais foram corrigidos e a paciente foi acompanhada até a dentição permanente. Pode-se concluir com este relato que intervenção ortodôntica na dentição mista quando realizada de forma adequada e criteriosa pode reduzir os problemas ortodônticos futuros ou evitá-los, pois elimina interferências no crescimento e desenvolvimento dos dentes e ossos maxilares, viabilizando a obtenção de oclusão e estética facial satisfatórias. Descritores: Ortodontia Interceptativa; Técnica de expansão palatina; Mordida aberta.

Tratamento ortocirúrgico para apneia obstrutiva do sono14:30 - 14:50 | Sala: Oceania III

O tratamento ortocirúrgico pode trazer benefícios respiratórios significativos aos pacientes portadores de apneia obstrutiva do sono (AOS), pois pode levar ao aumento do espaço aéreo faríngeo. Este relato de caso descreve o tratamento ortocirúrgico realizado em paciente adulta portadora de Classe II e mordida aberta anterior esqueléticas e apneia obstrutiva do sono de grau moderado. O preparo ortodôntico consistiu em 10 meses e neste período o incisivo central superior direito não foi incluído no tratamento inicialmente por apresentar história de trauma com tratamento endodôntico e um dente supranumerário distal a sua raiz. Este supranumerário foi extraído durante o procedimento cirúrgico ortognático que consistiu de avanço e impactação anterior da maxila e osteotomia sagital bilateral da mandíbula e giro de seu segmento distal no sentido antihorário para correção da mordida aberta anterior. Também foi realizado reposicionamento mandibular à direita para correção de assimetria facial e mentoplastia para melhorar a estética do perfil, permitindo o avanço dos músculos supra-hióideos. Houve aumento do espaço aéreo da oro e hipofaringe no pós-operatório, e um ano e nove meses após o término do tratamento o exame polissonográfico não apresentava mais sinais de AOS. Portanto, o tratamento ortocirúrgico para má oclusão de Classe II e mordida aberta anterior esqueléticas com impactação maxilar, rotação antihorária do complexo maxilomandibular e mentoplastia de avanço pode contribuir no tratamento da AOS.

Força de resistência ao cisalhamento de adesivos de 7a e 8a geração na colagem de bráquetes ortodônticos14:30 - 14:50 | Sala: Oceania VIII

O sistema adesivo eleito pelo ortodontista tem grande influência na força de adesão dos bráquetes, portanto o profissional deve estar atento aos novos adesivos disponíveis. Objetivo: Avaliar comparativamente a força de adesão de bráquetes colados usando dois sistemas adesivos auto condicionantes e um convencional, e avaliar a quantidade de adesivo remanescente. Métodos: Trinta pré molares humanos divididos em 3 grupos (G1-3) de acordo com o sistema adesivo utilizado: G1 (Transbond XT Adhesive Primer), G2 (Bond Force) e G3 (Futurabond DC). Todos os bráquetes foram colados com a resina Transbond XT e após 24 horas foram removidos por meio de ensaio mecânico de resistência ao cisalhamento. A superfície do esmalte foi fotografada em MEV e a quantidade de adesivo remanescente foi calculada utilizando o software Image J. Dois testes T foram utilizados para detectar diferenças na variável força de adesão entre os grupos G1 e G2, e entre os grupos G1 e G3, enquanto os dados da resina remanescente foram analisados pelo teste de Mann-Whitney. Resultados: O tipo de sistema adesivo influenciou na força de resistência ao cisalhamento (p <0,001). G1 apresentou média maior que G2 (20,52 MPa vs. 10,14 MPa) e maior que G3 (9,03 MPa). G1 deixou maior quantidade de resina no esmalte comparado G2 e G3 (p= 0,001). Conclusão: O sistema adesivo convencional apresentou maior força de resistência ao cisalhamento do que os adesivos auto condicionantes testados e deixou mais resina sobre o esmalte.

MARPE: Sucessos e complicações.15:00 - 15:20 | Sala: Oceania III

A hipoplasia maxilar transversal é comumente encontrada na população. A abordagem clássica para a sua correção é a Expansão Rápida da Maxila (ERM) que promove a abertura da sutura palatina mediana e corrige a mordida cruzada posterior. Esta técnica oferece altas taxas de sucesso quando usada em crianças e adolescentes, entretanto, sua aplicação em indivíduos adultos não é indicada, uma vez que o processo de ossificação da sutura palatina mediana está avançado. Para estes casos pode ser utilizada a expansão cirurgicamente assistida (SARPE) e também a disjunção assistida por miniimplantes (MARPE). O MARPE utiliza técnica cirúrgica mais simples, baixa morbidade, menores custos, com isto, o procedimento tem ganhado espaço entre os Ortodontistas. O primeiro relato de uso da técnica MARPE data de 2010 (Lee et al.). Desde então, diversos estudos têm sido publicados demonstrando sua eficiência na abertura da sutura palatina mediana em adultos. No entanto, ainda são escassas as informações sobre seus efeitos colaterais, complicações e limitações de uso. Desta forma, o objetivo deste trabalho é apresentar caso clínico utilizando MARPE, mostrando o sucesso da técnica e abordando algumas complicações e efeitos colaterais. Os relatos clínicos também terão a finalidade de mostrar ao Ortodontista as vantagens e limitações desta nova técnica.

COMPORTAMENTO MECÂNICO DE FIOS ORTODÔNTICOS TERMOATIVADOS15:00 - 15:20 | Sala: Oceania VIII

Objetivou-se nesse trabalho, avaliar o comportamento mecânico de fios ortodônticos de níquel-titânio termoativados de três marcas comerciais (ADITEK , MORELLI , ORMCO) após uso clínico em pacientes por períodos de 30 e 60 dias para averiguar se a permanência desses fios por longos períodos de tempo poderia trazer algum efeito negativo, como uma possível perda da efetividade na liberação de forças pelos fios durante o tratamento ortodôntico. Para tal, foram realizados ensaios de flexão três pontos seguindo as orientações da norma ISO 15841:2006(E). Com a máquina de ensaio universal (Emic DL 10000; Emic Co; PR, Brazil) acoplado ao Tesc software (Emic) no Instituto Militar de Engenharia ( IME). Os resultados mostraram que os fios de duas marcas comerciais, não apresentaram diferenças estatisticamente significantes entre o comportamento mecânico de fios controle, utilizados por 30 e 60 dias, podendo ser utilizados por períodos prolongados de tempo. Porém, uma das marcas testadas apresentou diferenças estatisticamente significantes quanto ao nível de força liberada nos intervalos de 30 e 60 dias de uso(p-value=0,04929), além de não se comportarem como fios termoativados.

Efeito crônico do LED de alta potência na retina de ratos Wistar15:20 - 15:40 | Sala: Oceania VIII

O aumento da potência dos diodos emissores de luz (LED) de fotopolimerizadores contribuiu para a redução do tempo de colagem dos braquetes ortodônticos, mas o efeito do LED na retina de quem faz o uso desse equipamento sem usar filtros de proteção é desconhecido. OBJETIVOS: Avaliar os efeitos do uso crônico do fotopolimerizador LED de alta potência nas retinas de ratos Wistar. MÉTODOS: Foram utilizados seis ratos machos saudáveis. Os olhos esquerdos dos animais foram expostos à luz do fotopolimerizador (Valo Ortho - Ultradent), a uma potência de 3200mW/cm2, por 144 segundos, a 30cm de distância, 3 vezes ao dia, durante 7 dias, e os olhos direitos foram cobertos com um tampão removível preto, opaco, em PVC, compondo a amostra controle. No 8° dia os animais foram eutanasiados, seus olhos foram dissecados e processados histologicamente. As lâminas foram digitalizadas e as imagens analisadas estereologicamente e histomorfometricamente. RESULTADOS: Não foram encontradas diferenças significativas nas análises estereológicas apesar do aumento do volume total da retina no grupo experimental, já as análises histomorfométricas apresentaram diferenças significativas para as áreas celulares das camadas nucleares interna e externa e camada ganglionar (p<0,05). Assim sendo, conclui-se que o risco de danos retinianos frente à exposição crônica do olho a luz LED de alta potência é perceptível e ressalta a necessidade do uso dos óculos e/ou filtros de proteção UV individual. Descritores: Luzes de cura dentária; Altas potências; Retina.

Expansão rápida da maxila com mini Hyrax: versatilidade de uso e comodidade para os pacientes15:20 - 15:40 | Sala: Oceania III

RESUMO A expansão ortopédica da maxila a partir da disjunção da sutura palatina mediana é o procedimento de rotina para a correção deficiência transversa do arco superior. Os aparelhos expansores dentossuportados mais utilizados para este fim são o Haas e o Hyrax. Ambos apresentam efeitos dentoesqueléticos similares, sendo que o Hyrax provoca menos irritação no palato por não ter os botões acrílicos. Entretanto, estes expansores fixos provocam limitações na mastigação, sucção, deglutição e fala, além de uma maior dificuldade na higienização bucal, principalmente pelo tamanho deles. Um mini parafuso expansor com dois braços, ao invés dos quatro do parafuso Hyrax, está disponível no mercado ortodôntico e possibilita a confecção do aparelho expansor mini Hyrax. Em função do seu tamanho reduzido, ele ocupa um menor espaço na cavidade bucal e causa menor impacto nas funções bucais e maior facilidade de higienização, ou seja, um menor impacto na qualidade de vida dos pacientes. Além disso, o tamanho do mini parafuso ainda permite um posicionamento mais anterior no arco dentário quando intenciona-se uma maior expansão anterior do que posterior, como por exemplo nos arcos triangulares e nos pacientes fissurados. O objetivo desta apresentação é demonstrar a versatilidade do uso do mini Hyrax em crianças e adolescentes, bem como em adultos submetidos `a expansão rápida da maxila assistida cirurgicamente. DESCRITORES Má Oclusão, Técnica de Expansão Palatina, Qualidade de Vida SUBVENÇÃO O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de financiamento 001

Tomografia computadorizada como método preciso de mensuração das tábuas ósseas vestibulares e linguais dos maxilares15:40 - 16:00 | Sala: Oceania VIII

Objetivo: Este estudo de caráter retrospectivo, objetivou avaliar, por meio da tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), a espessura das tábuas ósseas alveolar vestibular e lingual, dos dentes permanentes superiores e inferiores. Métodos: A amostra compreendeu 30 exames de pacientes de ambos os sexos, idades variando de 10 a 37 anos, realizados com o tomógrafo i-Cat, e analisadas no software Nemoscan (Nemotec, Madrid, Espanha). Uma avaliação quantitativa foi realizada por um examinador calibrado. Foram calculadas as médias e desvios-padrão da espessura da tábua óssea de cada dente permanente. Tais dimensões foram comparadas entre pacientes do padrão facial braqui e dólicofaciais, idade (jovens até 18 anos e adultos) e sexo, e analisados estatisticamente por meio do teste t independente. O erro intra-examinador sistemático e casual foi verificado pelo t dependente e pela fórmula de Dalhberg, respectivamente. Os dados foram considerados no nível de significância de 5%. Resultados: A espessura da tábua óssea alveolar vestibular se mostrou menos espessa do que as linguais na maxila e mandíbula. A maxila exibiu uma tábua óssea vestibular mais espessa na cervical em comparação à mandíbula. A tábua óssea lingual dos dentes anteriores também se mostrou mais espessa na maxila. Na maioria dos dentes, não houve diferença entre os padrões faciais. Conclusões: Não se observaram diferenças sexuais e poucas diferenças foram observadas entre as idades. Descritores: TCFC, processo alveolar, arco dental

EXPANSOR MAXILAR DIFERENCIAL COMO ALTERNATIVA PARA O TRATAMENTO DA MORDIDA CRUZADA POSTERIOR: CASOS CLÍNICOS15:40 - 16:00 | Sala: Oceania III

O objetivo deste trabalho foi avaliar o Expansor Maxilar Diferencial (EMD) como uma alternativa para o tratamento precoce da mordida cruzada posterior (MCP). Pacientes na fase de dentadura mista com MCP foram tratados com expansão rápida da maxila utilizando EMD, o qual apresenta um parafuso anterior e outro posterior, que podem ser ativados de forma individualizada conforme a necessidade clínica. O protocolo de ativação destes pacientes foi de 4 ativações iniciais na instalação, seguidas por 2 ativações diárias, sendo 2/4 de volta pela manhã e 2/4 à noite, por um período inicial de 7 dias. Os parafusos foram então travados. Foi observada a sobrecorreção da MCP e abertura de diastema interincisivo. Os pacientes têm sido acompanhados mensalmente. O EMD se mostrou eficaz na correção da MCP e sua principal vantagem seria evitar a expansão intermolar excessiva em casos de maxila anterior atrésica, customizando a expansão de acordo com a necessidade individual de cada paciente. Descritores: Ortodontia interceptora, Técnica de expansão palatina, Mordida cruzada

Expansão rápida maxilar e distalização de molares com Hyrax Híbrido ancorado em miniparafusos para tratamento de Classe II e mordida cruzada posterior16:00 - 16:20 | Sala: Oceania III

Decs: Ortodontia. Procedimentos de ancoragem ortodôntica. Má oclusão de Angle Classe II. Na técnica de expansão rápida da maxila, o resultado mais desejado consiste na abertura da sutura palatina e aumento transversal da base óssea. Em casos onde a ancoragem é realizada em pré-molares e molares, se espera uma movimentação dentária vestibular, geralmente indesejada. Entretanto, com a recente utilização de miniparafusos ortodônticos associados a disjuntores (Hyrax Híbrido), tal efeito colateral de inclinação vestibular é anulado. Associado ao disjuntor ancorado em miniparafusos, pode-se acrescentar tornos expansores bilaterais para distalização de molares, indicado principalmente em Classe II dentária associada ou não a apinhamento. O objetivo do trabalho é apresentar um caso clínico de uma paciente com Classe II de Angle, mordida cruzada e ausência de espaço para caninos superiores. O tratamento realizado foi a expansão rápida da maxila com o disjuntor de hyrax ancorado em dois miniparafusos no palato, acrescentando dois tornos expansores com a finalidade de distalização bilateral os molares para correção da Classe II e obtenção de espaço para erupção dos caninos. Como resultado, observou-se uma disjunção sem inclinação dos molares, correção da mordida cruzada, distalização dos molares, sobrecorreção da relação de molar e ganho de espaço para a erupção dos caninos. Desta forma, o Hyrax híbrido ancorado em miniparafusos se mostrou efetivo tanto para disjunção como distalização.

CONDUTA CLÍNICA DE CANINOS SUPERIORES RETIDOS16:00 - 16:20 | Sala: Oceania VIII

Os caninos superiores são, depois dos terceiros molares, os dentes com maior prevalência de retenção (Mulik, 1979). Eles são importantes esteticamente e funcionalmente, pois levam a uma transição harmoniosa do segmento anterior e posterior (Heydt, 1975) além de fornecerem a guia canina (Mulik, 1979) para os movimentos de lateralidade. O canino permanente impactado pode trazer complicações quando não diagnosticado e tratado oportunamente (Shafer e colaboladores, 1985). A revisão de literatura mostra, como principais causas de caninos superiores retidos, o trajeto de erupção longo e tortuoso, anomalias de forma dos incisivos laterais adjacentes, retenção prolongada ou a perda precoce dos caninos decíduos e a ordem cronológica de erupção (Berthold; Maahs, 2004). O seu diagnóstico é baseado principalmente em exames clínico, radiográfico e tomográfico. Já o tratamento depende principalmente de sua localização, existindo várias opções, desde a interceptação até a exodontia. Nos casos em que o diagnóstico precoce não foi possível, a exposição cirúrgica seguida ou não de tracionamento ortodôntico é a melhor opção de tratamento, e requer uma associação interdisciplinar entre ortodontia e cirurgia.

Comparação da atratividade dos sorrisos em casos tratados com aparelhos autoligáveis e convencionais com e sem expansão rápida da maxila16:30 - 16:50 | Sala: Oceania III

Objetivo: O objetivo deste estudo foi comparar a atratividade do sorriso após o tratamento sem extração com aparelhos autoligáveis e convencionais, com e sem expansão rápida da maxila (ERM), e avaliar a influência das áreas vestibular e posterior do corredor bucal na estética do sorriso. Materiais e Métodos: A amostra consistiu em fotografias de sorriso no posicionamento frontal de três grupos de pacientes. O grupo 1 foi tratado com sistema autoligável de Damon (n = 20), o grupo 2 foi tratado com ERM e aparelhos fixos convencionais (n = 22), e o grupo 3 foi tratado apenas com aparelhos fixos convencionais (n = 20). Um site foi criado para fornecer uma avaliação fácil e rápida dos sorrisos. Os avaliadores consistiram de 70 ortodontistas e 55 leigos. As áreas do corredor bucal de caninos e corredor bucal posterior de cada fotografia foram delimitadas no Photoshop CS3 e medidas no AutoCAD em proporção à área total do sorriso. One e two-way Anova foram utilizados para comparações entre os grupos, e as correlações foram investigadas com o coeficiente de correlação de Pearson. Resultados: Não houve diferenças intergrupos significativas na atratividade do sorriso e nas áreas dos corredores bucais. Não houve correlação significativa entre as áreas do corredor e a atratividade do sorriso. Conclusão: A atratividade do sorriso e as áreas dos corredores bucais foram semelhantes nos grupos tratados com aparelhos autoligáveis e convencionais com e sem expansão rápida da maxila.

CORREÇÃO DO POSICIONAMENTO ECTÓPICO DO PRIMEIRO MOLAR PERMANENTE: RELATO DE CASOS CLÍNICOS16:30 - 16:50 | Sala: Oceania VIII

A erupção ectópica dos primeiros molares permanentes pode levar à esfoliação precoce do segundo molar decíduo e perda de espaço no arco dentário. Objetiva-se neste trabalho relatar dois casos clínicos com desvio do trajeto eruptivo do primeiro molar permanente, onde foram adotadas duas opções terapêuticas distintas. No primeiro caso, paciente R.J.S, 9 anos e 2 meses, perfil facial convexo, terço inferior diminuído e relação terminal de segundos molares decíduos em plano terminal reto. Diagnosticada a impacção do dente 26 na distal do dente 65, foi realizada a verticalização do dente impactado por meio de botão de Nance modificado. Ao final de 3 meses, a posição foi corrigida e o espaço mantido até a erupção dos pré-molares. No segundo caso, paciente E.B.M, 7 anos e 6 meses, perfil facial convexo, terços faciais proporcionais e relação terminal de segundos molares decíduos em degrau distal. Verificou-se erupção ectópica bilateral dos dentes 16 e 26. Contrapondo-se ao primeiro caso, devido à impossibilidade de recuperação do dente 65 que apresentava severa reabsorção radicular, optou-se pela extração dos dentes 55 e 65, permitindo erupção dos primeiros molares permanentes, com perda no perímetro do arco. Foi usado o Pêndulo de Hilgers para recuperar o espaço e verticalizar os primeiros molares. As técnicas mostraram-se eficientes na resolução dos casos e possibilitaram correto desenvolvimento da dentição. Descritores: erupção dentária, ortodontia interceptora, erupção ectópica de dente wendes_veras@hotmail.com

Influência da Expansão Rápida da Maxila na Qualidade de Vida16:50 - 17:10 | Sala: Oceania III

A deficiência transversa da maxila, mais comumente conhecida como atresia maxilar, é um fator agravante e complicador das funções mastigatórias, respiratórias e fonatórias, e a expansão rápida da maxila, é um procedimento eficiente e permanente para correção da deficiência transversal da maxila. A atresia maxilar é o estreitamento no formato da maxila em relação à mandíbula, com conseqüente diminuição nas dimensões transversais da cavidade nasal, que na presença de uma obstrução nasal, pode ajudar a determinar uma respiração bucal suplementar. A expansão rápida da maxila, tem sido o tratamento de escolha para a correção da atresia maxilar, onde a expansão do arco dentário e do complexo nasomaxilar, contribui para uma respiração nasal mais eficiente, com conseqüente melhora na audição, na fala, no sono e no desempenho das atividades diárias dos pacientes.

Técnica Lingual E Reabilitação Avançada - Estética Imediata Para Tratamento Ortodôntico: Relato De Casos Clínicos.16:50 - 17:10 | Sala: Oceania VIII

A técnica ortodôntica lingual foi criada nos anos 70 especificamente para tratamentos de finalidades estéticas e deportivas. Atualmente no segundo milênio vivemos uma era de unificação e crescimento tecnológico das especialidades, proporcionando a obtenção de resultados estéticos de forma imediata. Sendo assim, o diagnóstico e planejamento em conjunto é de suma importância para cumprir com as expectativas do paciente. Acompanhando essa evolução, temos como objetivo divulgar entre a classe ortodôntica que o aspecto estético é, sem sombra de dúvidas, o que mais frequentemente estimula o paciente a procurar um tratamento, e que a técnica lingual é sempre uma vantagem, especialmente no que se refere a tratamentos realizados pela junção de duas especialidades complementares na odontologia: Ortodontia e Reabilitação Avançada, a fim de alcançar o equilibrio estético-funcional com uma correta oclusão e a plena satisfação do paciente desde o primeiro dia de consulta, através de soluções antecipadas e resultados de excelência a longo prazo. DESCRIPTORES: Ortodontia, Reabilitação Bucal, Estetica.

UTILIZAÇÃO DE LASER DE DIODO DE ALTA POTÊNCIA NA FINALIZAÇÃO ORTODÔNTICA DE CASOS COM EXTRAÇÕES DENTÁRIAS17:10 - 17:30 | Sala: Oceania III

O objetivo do trabalho é apresentar a aplicação da tecnologia do laser de diodo em invaginações gengivais em casos com extração de primeiros pré-molares, com até 1 ano de acompanhamento, realizados na clínica do curso de Pós Graduação em Ortodontia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com o fechamento dos espaços da extração, os tecidos do lado de tensão são estirados e os do lado de pressão, comprimidos, favorecendo a ocorrência de invaginações gengivais, instabilidade e aparecimento de diastemas. Essas fendas profundas na superfície da gengiva inserida podem se estender através da papila interdental da face vestibular à lingual, provocando inflamação e reabertura do espaço. Foi proposta a utilização de laser de diodo de alta potência para ressecção cirúrgica das fibras supragengivais e remoção do excesso de tecido gengival presente nas invaginações gengivais. Quatro pacientes (idade média de 18 anos) foram submetidos à anestesia local infiltrativa, remoção do tecido com laser cirúrgico, e posterior orientação de aplicação de pomada triancinolona acetonida 3 vezes ao dia, por 5 dias. Após uma semana, as regiões mostraram-se quase totalmente cicatrizadas e os sulcos imperceptíveis. Ao final do período de controle, todas as áreas apresentaram aspecto gengival saudável sem presença de recidivas no local da extração. Descritores: Extração dentária, Ortodontia, Laser

Efeitos do uso de arco de intrusão na mecânica 4X2 com modelos fotoelásticos17:10 - 17:30 | Sala: Oceania VIII

OBJETIVO: O presente estudo avaliou os efeitos na região anterior e posterior da arcada dentária superior gerados pelo arco de intrusão de Connecticut com o travamento de 90 graus na distal aos tubos molares utilizando o aparelho 4x2 em nível laboratorial por meio do método da fotoelasticidade. MÉTODO: Duas diferentes situações foram correlacionadas: 1) Utilização do arco de intrusão sem dobra distal (G1) e 2) utilização de arco de intrusão com dobra distal (G2). Foi avaliada as tensões geradas na região apical e média das raízes dos dentes anteriores e nos primeiros molares. Resultados: Considerando as tensões em MPa, utilizou-se o valor referencial de 1,0 MPa = 100%, e a partir deste realizou-se a análise descritiva qualitativa, que demonstrou uniformidade entre os valores de tensões na região apical dos dentes anteriores de ambos os grupos. RESULTADOS: Na região posterior do Grupo G2, as tensões se mantiveram no índice de 100%. No Grupo G1, houveram variações com aumento de 20% nas tensões geradas na mesial dos primeiros molares, e diminuição de 20% das tensões na distal. CONCLUSÃO: os resultados aferidos mostraram que existe uma tendência de inclinação radicular para mesial dos primeiros molares quando não se dobra a distal do arco de intrusão. Quanto as tensões apicais na região anterior, não houve diferença entre os grupos estudados.

12/10 (Sábado)

Palestra Internacional MAZYAR MOSHIRI

Invisalign: Nova biomecânica na era da Ortodontia Digital08:30 - 12:15 | Sala: Ásia I

Com a chegada da era digital, novas propostas de tratamento utilizando recursos tecnológicos tem sido cada vez mais empregados em nosso dia a dia clínico. Com experiência de mais de 22 anos de mercado e mais de 6 milhões de casos, a Invisalign tem revolucionado a maneira de pensar em Ortodontia adaptando os princípios de biomecânica para os tratamentos com alinhadores. O Professor Maz Moshiri irá abordar uma nova maneira de pensar em biomecânica adaptada aos alinhadores apresentando casos de Classe II e Mordida Aberta Anterior com o sistema Invisaling.

Palestrante
MAZYAR MOSHIRI

Cerimônia

Premiação dos Trabalhos Científicos10:05 - 10:40 | Sala: Ásia I

Premiação dos Trabalhos Científicos das categorias: Fórum Científico, Fórum Clínico e Painéis 

Cerimônia de Encerramento12:15 - 13:00 | Sala: Ásia I

Da Pesquisa a Publicação, o que Podemos Melhorar?

Porque publicar!08:30 - 09:15 | Sala: Oceania II

A atividade científica é um modo de ser, pensar, fazer e sentir. Tem a ver com um modo particular de perceber e interpretar a realidade, uma mistura de razão e intuição. Ao mesmo tempo é um processo sério e sistematizado de produção de conhecimento, que envolve os esforços pessoais dos pesquisadores, os compromissos institucionais e o apoio das organizações que os acolhem.

A publicação de um artigo científico é, em geral, uma oportunidade para que a comunidade acadêmica conheça os temas que estão sendo estudados por diferentes programas (graduação e pós- graduação) e grupos de pesquisa. Publicar é uma oportunidade valiosa de aprender e, também, de contribuir com a construção e propagação do conhecimento!

Palestrante
LUCIANE MENEZES

Nichos de Pesquisas na Ortodontia: entre brackets, scanners e índios.09:20 - 10:05 | Sala: Oceania II

A produção científica da ortodontia brasileira é, quantitativamente, segunda maior do mundo, de acordo com a base Scopus. Entretanto, somos menos eficientes quanto à produção de pesquisas de maior impacto na ciência ortodôntica mundial. Reconhecidos na habilidade de executar tratamentos clínicos de excelência, quais ações deveríamos adotar para que a nossa produção intelectual atinja um patamar de altíssimo impacto? Nesta apresentação, discutiremos os nichos clínicos onde há muitas necessidade de um conhecimento de maior confiabilidade e o desenho de pesquisa mais adequados para respondermos às nossas dúvidas clínicas.

Palestrante
DAVID NORMANDO

Ferramentas úteis no preparo do artigo científico10:40 - 11:25 | Sala: Oceania II

Os artigos científicos relatam descobertas advindas das pesquisas e trazem respostas a perguntas clínicas ou auxiliam na tomada de decisões na prática diária. Entretanto, é comum que na interpretação, redação, formatação e atualização do artigo os autores tenham dúvidas ou dificuldades. Pretendemos discutir nessa apresentação a utilização de algumas ferramentas que podem facilitar ou viabilizar a construção e ajuste dos artigos de forma a mantermos um excelente padrão e transparência na divulgação dos nossos trabalhos.

Palestrante
CLAUDIA MATTOS

Publicações: Do outro lado da porta11:30 - 12:15 | Sala: Oceania II

A experiência de assumir a editoria chefe de uma revista científica de alcance internacional me fez perceber a diferença de perspectiva entre os anseios do pesquisador e do editor. O pesquisador tem como único alvo a publicação do seu artigo, enquanto o editor-chefe lida com a demanda da visibilidade da revista sob sua gestão, isto é, número de citações. Ambas as tarefas cada vez mais competitivas e dinâmicas. O objetivo desta apresentação é mostrar ao pesquisador o outro lado das publicações, o funcionamento da engrenagem de uma revista, os erros mais comuns nas publicações e como essas informações podem ajudar aos autores a ter sucesso na publicações de seus artigos.

Palestrante
FLAVIA ARTESE

Tratamento Orto Cirúrgico

Tratamento ortodôntico-cirúrgico: diferentes preparos em semelhantes maloclusões08:30 - 09:15 | Sala: Europas

O tratamento das maloclusões esqueléticas que necessitam de intervenção orto-cirúrgica depende de vários fatores que estão intimimamente relacionados. O preparo ortodôntico pré-cirúrgico é uma etapa fundamental que deve ser adequadamente realizada com a finalidade de posicionar os dentes corretamente em suas bases ósseas. Entretanto, o planejamento ortodôntico destes casos dependerá de vários fatores como: quantidade de espaço disponível, necessidade de recolocação dos incisivos, profundidade da curva de Spee, e obviamente, das características da maloclusão e a correção que será realizada cirurgicamente. Sendo assim, maloclusões semelhantes, podem requerer diferentes tipos de preparo ortodôntico para se obter sucesso neste tratamento desafiador.

Palestrante
FÁBIO ROMANO

Opções cirúrgicas para tratamento do paciente classe II e do excesso vertical de maxila09:20 - 10:05 | Sala: Europas

Palestrante
RODRIGO ALVITOS

Cirurgia x Camuflagem da Classe II: extrapolando os limites compensatórios?10:40 - 11:25 | Sala: Europas

A literatura ortodôntica e cirúrgica é vasta ao relatar as indicações e os efeitos das osteotomias maxilares e mandibulares na correção da Classe II. Observam-se deslocamentos e remodelações importantes nos ramos e côndilos mandibulares, e são destacadas questões sobre estabilidade do tratamento orto-cirúrgico. Por outro lado, na prática clínica ortodôntica, é comum que pacientes adultos apresentando Classe II severa, com overjet acentuado, recusem o tratamento orto-cirúrgico. Diante deste quadro, se torna frequente a realização de Camuflagem da Classe II, principalmente com um melhor controle de ancoragem proporcionado pelos diversos métodos de ancoragem óssea. Entretanto, durante o fechamento de espaços dos pré-molares extraídos, e sem contar com perda de ancoragem posterior, movimentos extensos são realizados nos dentes anteriores superiores. Desta forma, algumas questões serão abordadas nesta palestra: Quais seriam os limites dento-alveolares na recolocação dos dentes anteriores? Quais ajustes compensatórios (torques, inclinações, giros, desgastes, restaurações) podem ser necessários para um fechamento total dos espaços e uma correta finalização do caso?

Palestrante
ALEXANDRE T. MOTTA

Aceleração da Movimentação Ortodôntica Pós-Cirurgia Ortognática11:30 - 12:15 | Sala: Europas

Atualmente, existe uma tendência de se utilizar métodos cirúrgicos ou não-cirúrgicos para acelerar o movimento dentário ortodôntico em adultos. A cirurgia ortognática cria um ambiente biológico favorável a esse respeito, e tem sido pouco explorado na literatura. O propósito desta apresentação será propor uma abordagem clínica pós-cirúrgica embasada na resposta biológica para acelerar o movimento dentário e reduzir o tempo de tratamento. O “fenômeno da aceleração regional” pode ser considerado uma “janela de oportunidade” para acelerar o movimento dentário ortodôntico após a cirurgia ortognática. Em vez de se aguardar convencionalmente os 45 dias para iniciar o tratamento ortodôntico pós-cirúrgico, propõe-se que este procedimento seja antecipado a partir de 2 semanas após a cirurgia, com troca de arcos a cada 2 a 3 semanas, até o quarto mês após a cirurgia. O “fenômeno da aceleração regional” é considerado crucial para acelerar o movimento dentário ortodôntico, ajustar a oclusão e reduzir o tem po de tratamento. Além disso, o planejamento biomecânico pode ser implementado com segurança para aumentar a eficiência do tratamento ortodôntico pós-cirúrgico nos protocolos cirúrgicos tradicional, precoce (early-surgery) e antecipado (surgery-first). No entanto, a maioria dos estudos neste campo ainda não está baseada nos princípios da odontologia baseada em evidências.

Palestrante
JOSÉ VALLADARES

Tratamento da Classe III

Classe III em adultos: planejamento, biomecânica e abordagem interdisciplinar08:30 - 09:15 | Sala: Américas

Além da falta de adequada relação anteroposterior entre os arcos maxilar e mandibular, nas maloclusões de Classe III, observa-se, frequentemente, importante comprometimento da harmonia facial. Assim, o tratamento desta condição requer clara compreensão dos limites da movimentação ortodôntica e dos objetivos do paciente, pois pequenas variações nestes aspectos podem definir a mudança de uma abordagem compensatória para orto-cirúrgica. Além destas características, indivíduos adultos, geralmente, apresentam complicações adicionais que vão determinar uma conduta de tratamento diferenciada. Falta de potencial de crescimento, exodontias múltiplas, maior incidência de doença periodontal, problemas sistêmicos, envelhecimento dos tecidos e diferentes fatores psicossociais são aspectos que frequentemente acompanham estes pacientes e devem ser considerados com cuidado durante a definição de um plano de tratamento individualizado. Durante esta apresentação, serão observados aspectos importantes do tratamento de pacientes classe III, com indicação para reabilitação oclusal complexa, tais como: Definição de tratamento cirúrgico ou compensatório para obtenção de oclusão estável, determinação da localização dos implantes com setup convencional e através de softwares de modelagem 3D e utilização racional de biomecânica com implantes osseointegrados para otimizar o resultado ortodôntico.

Palestrante
MICKELSON COSTA

Decisões orto-cirúrgicas no tratamento da classe III esquelética09:20 - 10:05 | Sala: Américas

Serão abordados em 45 min os principais critérios utilizados na tecnologia virtual 3D e 2 D de interesse específico do diagnóstico , plano de tratamento e técnicas cirúrgicas . Enfatizaremos também principais detalhes da interface cirurgia/ortodontia

Palestrante
ROBERTO PRADO

Tratamento precoce da Classe III com ancoragem esquelética10:40 - 11:25 | Sala: Américas

Tratamento efetivo da Classe III esquelética em pacientes que já passaram da idade ideal de tratamento, ou seja, que estão no final da dentadura mista ou início da permanente. Na maxila é utilizado um Hyrax Híbrido, apoiado nos molares e em 2 mini-implantes ou um MARPE (com 4mini-implantes). Já na mandíbula, utilizamos uma barra apoiada sobre dois mini-implantes, inseridos entre os incisivos laterais e caninos, chamada Barra Manhães. Elásticos de Classe III são utilizados 24 horas/dia e máscara facial noturna realizam a tração anterior real da maxila, com movimentos puramente ortopédicos.

Palestrante
FERNANDO MANHÃES

Os limites do tratamento compensatório da Classe III em pacientes adultos11:30 - 12:15 | Sala: Américas

A má oclusão de Classe III representa um importante desafio, tanto na infância, quanto em pacientes adultos. Nos indivíduos jovens, as manipulações ortopédicas visam reduzir as discrepâncias esqueléticas, minimizando as consequências estéticas e funcionais no paciente adulto. Após o final do crescimento, os casos de maior severidade merecem uma abordagem ortodôntico-cirúrgica, extirpando a desarmonia oclusal, estética e funcional. Já nos pacientes adultos, que apresentam más oclusões com gravidade suave ou moderada, o tratamento ortodôntico compensatório pode contemplar objetivos estéticos e funcionais adequados. Os avanços da ortodontia, como as ancoragens esqueléticas, têm permitido resolver compensatoriamente más oclusões de gravidades cada vez maiores. O maior desafio é a seleção do melhor tratamento nos casos "borderline". O objetivo da palestra é discutir sobre os limites do tratamento compensatório em adultos, considerando os benefícios percebidos pelos pacientes.

Palestrante
SÍLVIA REIS

Ciclo de Palestras ABOR

Harmonização Orofacial na ortodontia e em casos orto cicúrgicos08:30 - 09:15 | Sala: Oceania VI e VII

Palestrante
CYNTHIA CARDOSO

Correção do sorriso gengival com intrusão de dentes anteriores utilizando-se mini implantes entre incisivo09:20 - 10:05 | Sala: Oceania VI e VII

O sorriso gengival é caracterizado pela exposição excessiva da gengica durante o sorriso. Quando provocado pelo excesso de crescimento maxilar vertical anterior, é uma condição de difícil correção ortodôntica. Contudo, os mini-implantes têm demonstrado eficácia na correção de sorrisos gengivais através da intrusão dos incisivos superiores. A paciente do gênero feminino, 17 anos de idade, relatou como queixas principais a protrusão laial e o sorriso gengival. Apresentava uma grave má oclusão de Classe II divisão I, perfil convexo, exposição gengival excessiva, ausência de selamento labial passivo, incisivos superiores exessivamente vestivularizados e extruídos, sobremordida produnda de 6mm, sobressaliência de 8mm e mandíbula retrognática. O tratamento foi realizado através de mini-implantes utitlizados como ancoragem para retração e intrusão dos dentes anteriores superiores, após extrações dos primeiros pré-molares. Foi obtido selamento labial passivo, dimuição do sirroso gengival, oclusão com sobremordida e sobressaliência normais, paralelismo entre as raízes e intrusão dos incisivos superiores. Seis anos após a conclusão do tratamento, nao houve alteração significativa na maiorias das medidas cefalométricas ou recidivas. O objetivo deste trabalho foi apresente o relato de um caso clilnico de sorriso gengival tratato através de mini-implantes com acompanhamento da estabilidade após seis anos.

Palestrante
BENEDITO FREITAS

Ortodontia X Reabsorção Radicular. O que o ortodontista precisa estar atento10:40 - 11:25 | Sala: Oceania VI e VII

A presença das reabsorções radiculares no decorrer do tratamento ortodôntico são efeitos colaterais indesejáveis, consequentes de uma complexa interação de atividades biológicas, associadas as forças mecânicas realizadas pelo ortodontista.

Durante a movimentação ortodôntica, a compressão excessiva no ligamento periodontal pode provocar necrose dos cementoblastos desta região, expondo a dentina à ação das células de reabsorção (clastos), osteoclastos e macrófagos, que iniciam o processo de reabsorção radicular externa proveniente do tratamento ortodôntico.

A remoção celular da estrutura dental da região radicular nas superfícies não pulpares é denominada reabsorção radicular externa que é um dos problemas clínicos de maior complexidade para o cirurgião dentista diagnosticar, por serem de difícil detecção e não apresentar sintomatologia. O quadro mais freqüentemente observado é a perda de parte do ápice radicular, como resultado da movimentação dental.

O diagnóstico das reabsorções dentárias devido a movimentação ortodôntica requer o acompanhamento radiográfico antes, durante e após o tratamento ortodôntico para evitar sequelas irreversíveis para os pacientes , como a perda do elemento dentário. Devemos estar atentos para minimizar essas sequelas.

Palestrante
DIENNE MOUTINHO

Movimentação ortodôntica, o que o periodonto me permite?11:30 - 12:15 | Sala: Oceania VI e VII

Palestrante
RODOLPHO CECIM

CDBBO

Café da Manhã com Chris Chang - Restrito aos Diplomados07:30 - 09:00 | Barra Hotel - Cobertura

Assembleia Geral do CDBBO - Restrito aos Diplomados09:00 - 12:00 | Barra Hotel - Cobertura

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